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Jornal Digital - 2011-07-01
Díli – O deputado da Fretilin, Inácio Moreira, declarou não estar satisfeito por serem companhias estrangeiras a gerir a construção do centro de distribuição de electricidade em Hera, em Timor-Leste.
«Nenhuma companhia nacional está envolvida no projecto», declarou o deputado, que acrescentou, que a maioria das companhias estrangeiras envolvidas no projecto de construção seriam da Indonésia, de acordo com a Comissão G do Parlamento Nacional.
Para Inácio Moreira, é preocupante que a companhia Nuclear-22 (CN22) tenha garantido a gestão do projecto e depois tenha contratado outras companhias estrangeiras, como as companhias indonésias Wika, Warsila e Puriakarya para levar a cabo aquelas que seriam as suas tarefas.
A intervenção do parlamentar da Fretilin questionou mesmo a razão pela qual o Executivo não confia tais funções a empresas nacionais para gestão do projecto em Betano, para que estas companhias possam sentir a importância da independência do país. «O primeiro-ministro Xanana Gusmão, declarou ele próprio muitas vezes que o seu Governo queria desenvolver o empreendedorismo dos timorenses. Xanana Gusmão disse que os empresários timorenses teriam a capacidade para implementação dos projectos de desenvolvimento», criticou Inácio Moreira.
O deputado do CNRT MP, Arão Noé de Jesus concordou com o parlamentar da Fretilin, declarando não querer ver o domínio estrangeiro na distribuição eléctrica em função do projecto de Betano, salientando a necessidade de envolver empresas nacionais nestes projectos de desenvolvimento.
(c) PNN Portuguese News Network
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2 comentários:
"O deputado da Fretilin, Inácio Moreira, declarou não estar satisfeito por serem companhias estrangeiras a gerir a construção"
Claro que o os deputados da Fretilin nao podem estar contentes com isto.
Para eles era preferivel entregar a companhias timorenses como aconteceu com o Pacote Referendo para depois a Fretilin gritar que o Governo esbanja dinheiro em projectos sem qualidade, porque infelizmente as companhias nacionais ainda nao tem a capacidade financeira nem tecnica para gerirem grandes projectos como este.
O governo contracta companhias estrangeiras para garantir uma qualidade minima das construcoes a Fretilin critica porque sao estrangeiras e devia se dar a companhias nacionais.
Quando o governo da a companhias nacionais a Fretilin berra porque a qualidade dos projectos nao justificam o dinheiro gasto.
Ora, preso por ter cao, preso por nao ter.
Vao mais e' dar uma curva.
Caro Inácio Moreira,
A qualidade dos Indonésios e dos Chineses tb não é famosa, recentemente a Lucrécia foi passear a Laclubar e os Indonésios estavam a montar os postes da eletricidade, ainda estavam a estender os cabos e 3 postes cairam. Qual não foi o espanto aqui da Lucrécia, quando reparou que os postes estavam a ser enterrados sem cimento, deve ser uma técnica nova para poupar no cimento, assim conseguem roubar mais!!!
Beijinhos da Querida Lucrécia
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