Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

East Timor weighs reconciliation cost

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ALJAZEERA - 28 Jul 2011

Men blamed for post-referendum riots and now stranded in Indonesia find ally in Timorese president amid amnesty debate.

One year after elections, and 12 years after the riots that followed a crucial referendum, the central debate in East Timor, or Timor-Leste as the nation is now known as, is how best to maintain a still-fragile peace.

Armed groups were responsible for massacres in the wake of that vote for independence from neighbouring Indonesia in 1999 that claimed 1,500 lives and forced more than 250,000 - one-fourth of East Timor's population - to flee the territory.

Many of the men held responsible for the violence - former members of the pro-Indonesian militias - are still living in camps with their families in West Timor, in Indonesia.

Explaining why they have still not returned to East Timor, Eurico Guterrez, a former militia leader, says: "They threaten us: they say we shouldn't come back because we betrayed our country, that we chose to be Indonesian so we don't deserve to return home."

But these militia members stranded in Indonesia now have an unlikely ally: East Timor's president, Jose Ramos Horta, who has come out in favour of amnesties.

Ramos-Horta told Al Jazeera that the Timorese people should "let bygones be bygones", although many are calling for the perpetrators of the violence to be tried in court.

As Andrew Thomas reports from Dili, East Timor's capital, the big question now facing the young country is: Justice, no matter what the consequences, or integration, whatever the cost?

See video here.
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6 comentários:

Anónimo disse...

Ramos-Horta and Gusmao spit in the faces of the families of the victims of '99.

They would not even attend the 10 year anniversary memorial service in Liquica in April 2009.

SHAME!!!

Anónimo disse...

O Presidente da Repuyblica de Timor Leste, Sr. Jose Ramos Horta, revela a sua verdadeira face de traidor da nossa querida Patria quando se alia aos milicias para tentar voltar a ganhar as proximas eleicoes presidenciais. Nao tem a minima vergonha na cara. Ele pensa que o "Premio Nobel" que recebeu, imerecidamente, lhe conferiu o direito de atuar como dono da nossa Patria. Tenha vergonha, Sr. Presidente. Se quiser o Eurico Guterres como seu Ajudante de campo, mude-se definitivamente para Kupang, Bali ou Jakarta
"Um Maubere Qualquer"

Anónimo disse...

Politicamente parece estar na moda a reconciliacao e realmente num estado de direito o estado tem a obrigacao de salvaguardar os direitos tambem dos criminosos ou pelo menos asegurar que e dado a oportunidade aos acusados de crimes a presuncao da inocensia ate que estes sejam condenados ou absolvidos pela instituicao apropriada que no nossa caso sao os tribunais.

Compriendo tambem que o Dr Ramos Horta tem duas responsabilidades que parecem criar alguma tencao entre elas - isto de Presidente da Republica e Premio Nobel da Paz.

De qualquer forma quando se fala de criminosos ou acusados fala-se tambem de vitimas, e as vitimas sao muitas em Timor Leste mas nao tem voz. Nao so porque essas foram abafadas porque essas pessoas foram mortas mas porque hoje nao temos nenhum lider disposto a contrariar as posicoes do Presidente da Republica ou o proprio Primeiro Ministro.

Nao sou contra a reconciliacao mas penso que nao podemos esquecer a justica. E a justica e necesaria, alias mesmo o Presidente da Republica que advoga a reconciliacao, tambem fez uso da justica e ganhou o caso em tribunal quando se sentio defamado por um artigo publicado por uma revista australiana.

Naquela ocasiao o Presidente da Republica nao exigio a reconciliacao. Pelo contrario o Sr Presidente da Republica sentio-se injusticado e usou o sistema de justica australiana para ser apropriamente recompensado.

Nao pode haver dois pesos e duas medidas, tanto mais quando uma sociedade sofre aquilo que ja foi referenciado como genocidio sistematico.

Anónimo disse...

O Ze quer ser o MaunDela de TL.
Esquece-se de que nao chega aos calcanhares do verdadeiro Mandela!
Tio Patinhas

Anónimo disse...

Pois é as feridas ainda estão abertas e esses Srs. que se encontram em Timor Ocidental, foram condenados ao exílio, não por um tribunal, mas pior pelo seu próprio povo, que não os quer ver de volta e não foram condenados a pena de prisão, mas sim a exílio para o resto da vida.
É duro acordar todos os dias e ver o sol nascer em Lorosae e não poder regressar para a pátria que os viu nascer.
Estão a pagar por aquilo que fizeram, os inocentes já regressaram e continuam as suas vidas em Timor Leste.
Enfim são voçês os Timorenses que terão que resolver esse duro fardo, deixado pela invasão Indonésia, resquícios da guerra fria, que felizmente já acabou.

Beijinhos da Querida Lucrécia

Anónimo disse...

A velha guerra fria foi substituída por outra, gélida. Como se sabe, o gelo também queima...
Politicamente, agora, é impensável falar em justiça. E Ramos Horta quer lamber as botas à Indonésia, aquela que se fechar as fronteiras causa estragos hediondos na economia timorense. Pragmatismo. O mesmo que fez libertar Timor (ou ainda ha gente que acredita que Timor é independente por causa dos direitos humanos? Se assim fosse, já o Sara Ocidental ou o Nagorno-Karabak ou a nação curda tinham obtido a independência. Até o Sudão do Sul se tornoy independente porinfluência do petrodólar.