Sapo.tl - 06 de Junho de 2011
O Parlamento Nacional classificou o comportamento da polícia timorense como “pouco sério” nas actividades relacionadas com a prostituição, na capital Díli. Tal situação é derivada da falta de seriedade no que à aproximação a estes casos diz respeito.
A Presidente da Comissão A que trata dos Assuntos Constitucionais, Administração, Legislação e Poder Local, Fernanda Borges destaca a Lei do Código Penal, artigo 174, que proíbe a exploração sexual.
Contudo, alerta que tal como em muitos outros países, a polícia vê-se igualmente envolvida neste tipo de actividades e espera que a PNTL actue segundo a lei e a ordem.
O deputado da Comissão B para os assuntos de Defesa e Segurança e ex-Comissário da PNTL, Paulo de Fátima Martins, lembra que muitos estrangeiros que entram em Timor-Leste com visto de turista, envolvem-se na prostituição, culpabilizando a falta de controlo por parte da Imigração.
Como forma de solucionar este problema, Paulo Martins sugere a criação de uma equipa integrada com elementos da Imigração de modo a facilitar a identificação das pessoas envolvidas na prostituição.
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1 comentários:
parece que a questão da prostituição voltou a merecer o interesse dalguns politicos timorenses.
agora, ao que parece, porque circula um video porno com agentes da policia.
mas estes senhores(ras)andam distraidos ou sao muito cinicos...
a prostituição em Dili é visivel até para um cego.
nos hoteis, nas ruas são oferecidos os serviços de senhoras/"meninas", amigas da universidade ou, até mesmo, de familiares.
nos serviços publicos muitas sao as funcionarias (solteiras, mas tb algumas casadas) que se fazem a uma "prenda".
o video porno com agentes da pntl é apenas a ponta do iceberg. é a parte visivel que aflige os politicos. o que anda encoberto nao os preocupa.
é conhecida a apetencia das policias timorenses (como de resto muitas outras muulheres) por assessores/policias internacionais, particularmente por GNR. ate fazem guerra entre elas.
até ha um tempo atras os gnr nao davam muita importancia às timorenses, mas como a fauna feminina (malai) vai diminuindo em dili, agora eles atiram-se a elas.
desde logo às colegas da pntl que vao fazer formaçao com eles.
ha uns anos atras eram poucas as timorenses que frequentavam as festas dos gnr, agora já são uma grande parte qdo nao a maior parte das mulheres.
deem-lhes emprego e educação e as mulheres aprenderão a ser autonomas.
uma coisa é mudar de namorado frequentemente, outra coisa é ter varios a mesmo tempo.
mulheres com responsbilidades, como a sra. ministra da justiça, a sra secretaria de estado para a igualdade, a sra. milena pires sabem o que se passa, mas pouco ou nada fazem...
é a cultura timorense, dizem. nao quero acreditar.
mas a continuar assim, nao tarda timor será igual a bali, em que uma boa parte das mulheres se prostituem para viverem.
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