Anónimo deixou um comentário em, "São estes os embaixadores do Português em Timor? Sou português e não preciso destes excrementos para defenderem a minha língua!"
Discordo com o comentarista que diz que a língua é apenas um meio de comunicação e de identidade.
Discordo com o comentarista que diz que a língua é apenas um meio de comunicação e de identidade.
Para já as coisas não são tão obvias como você diz. Ou melhor é muito mais do que isso.
A língua pode ser tanto um meio de discriminação, opressão como de libertação. Mas estamos acima de tudo a fugir do assunto. Porquê que não perguntam porque é que estes jovens se queixam?
Eles devem ter as suas razoes. Pessoalmente, eu não acredito que os portugueses nunca se queixam quando estão no exterior e têm dificuldades em comunicar. Não estou a dizer que os timorenses que estão no estrangeiro por não falarem o Português se sentem estrangeiros.
E os portugueses que são tão poliglotas, eles nem fazem o mínimo esforço para falar o Tétum. Em Timor-Leste, há mais australianos que falam o Tétum do que portugueses.
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8 comentários:
He pá granda pinta, os Australianos que fiquem com a taça do Tetun.
Esta rapaziada ou é estupida ou é do Sporting. Lá vai o administrador passar outra vez o lapis azul sobre a Lucrécia.
Beijinhos da Querida Lucrécia
Temos sportinguistas e benfiquistas!
Eu sou Sportinguista, e uso o meu nome verdadeiro, não sou cobardolas!
Beijinhos.
Maria do Rosário Pedruco
Também não entendo porque razão há tantos assessores portugueses que não falam tetum, nem esboçam a mínima vontade de o aprender. Outros há que se esforçam, se dedicam, por moto proprio até sem professor, o que não é facil por causa da pronuncia...não há do Estado Português, uma política de preparação técnica prévia, o que critico.
Por outro lado, também percebo e muito bem porque é que os australianos aprendem tetum, ainda antes de virem. Claro que percebo...É o treino básico em certo tipo de profissionais.
Dona Maria do Rosário Pedruco,
E do Porto não tem ninguém???
Isso são balas que resvalam na couraça da minha indiferença. Talvez a Lucrécia esteja mais próximo do que imagina. Talvez um dia venha a descobrir, quem sabe!!!
Beijinhos da Querida Lucrécia
Dona Lucrécia,
Sempre suspeitei que esteja mais perto de mim do que parece.
A expressão lápis azul confirma as minhas suspeitas.Talvez por isso tenha simpatia por si...
Perto de mim costumo só autorizar pessoas boas, por isso, quem sabe, um dia...
Beijinhos.
Maria do Rosário Pedruco
A questao da politica linguistica nacional Timorense nunca foi nem deve alguma vez ser dependente de quem, Portugueses ou Australianos, falam mais o Tetum.
Acima disso tudo estao sempre os interesses estrategicos nacionais.
Sim, a lingua pode ser usada para fins discriminatorios mas nao e por isso que devemos por culpa na lingua. Devemos sim culpar quem a usa como tal.
Analogia.
A faca e um instrumento cortante que serve para cortar.
Vamos dizer que a faca, o objecto, e mau e devia ser abolido porque ha quem a tenha usado para assassinar o seu proximo ou um objecto bom e util porque ha quem a use para preparar as suas refeicoes?
Um debate sobre a utilidade da faca nestas linhas nunca pode ser conclusivo porque a faca tanto pode ser usada de uma maneira como de outra.
Mais produtivo seria debater a adequacao de um tipo de faca para uma tarefa particular.
Voltando a lingua, o que se deve debater e se a lingua Portuguesa e a mais adequada para defender os interesses estrategicos nacionais de Tiomor-Leste ou nao. Se nao, qual seria entao a lingua que melhor serviria tal proposito.
Agora concluir que a lingua Portuguesa nao deve ser oficial em Timor porque ha quem a use para discriminar, ou porque mais Australianos do que Portugueses falam o Tetum...
Qualquer lingua pode ser usada para fins discriminatorios.
Em Timor, se se pode dizer que a maioria nao fala o Portugues, o mesmo se pode dizer do Ingles.
Quanto ao Indonesio, o dominio da lingua nunca foi universal em Timor mesmo durante o tempo Indonesio, os estudantes timorenses da lingua nunca atingiram um elevado grau de sofisticacao no seu dominio, e o seu declinio de ha 10 anos ate a data tem sido acompanhado pelo aumento de falantes do Portugues.
Nao se esquecam que, bem ou mal, as novas geracoes estao a aprender o Portugues e quando elas atingirem a idade de estudar na universidade elas serao mais aptas na lingua Portuguesa do que Indonesia.
"Em Timor-Leste há mais australianos que falam o Tétum do que portugueses"
O que e que o cu tem a ver com as calcas?
Parabens Rosario por usares o teu nome proprio e nao seres cobardola. As pessoas honestas, de bom caracter e que nao tem nada a esconder tao utiliazam o nome verdadeiro.
Quem o nao usa embora o possa fazer numa democracia, mostra o tipo de pessoa que e. A Fretilin tem de se ver livre destes cobardolas. So a deixam ficar mal.
Abraco
Tio Patinhas
Estou de acordo com um referendo sobre a língua em Timor-Leste no dia em que se fizer um referendo sobre a presença militar estrangeira em Timor-Leste - sobretudo quando se prevê que permaneça para além de 2012, sob moldes diferentes dos actuais - , sendo bem avaliado quanto dos dois fenómenos (a língua ou as armas)tem efeitos mais perniciosos na soberania timorense.
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