
Díli, 21 jun (Lusa) -- O ministro da Economia de Timor-Leste, João Gonçalves, rejeitou hoje "as acusações de falta de transparência e manipulação" no processo de criação do Banco Nacional de Investimento", mas os deputados da oposição consideraram-se insultados.
A questão dominou hoje os trabalhos parlamentares, com Lucas da Costa, do Partido Democrático, e Estanislau da Silva, da FRETILIN, a classificarem a carta enviada ao Parlamento pelo ministro João Gonçalves como "insolente e insultuosa"
"Alguns dos senhores deputados referiram-se ao processo de constituição do Banco Nacional de Investimento e Desenvolvimento de Timor-Leste de forma muito pouco curial, reveladora de um elevado grau de ignorância, ou até mesmo de má-fé. Face ao sucedido, venho esclarecer este tema, demonstrar e reafirmar a transparência e integridade da gestão deste processo, bem como repudiar e rejeitar inequivocamente as declarações que foram efetuadas", escreveu João Gonçalves, disponibilizando-se para ir ao Parlamento prestar esclarecimentos.
Segundo ministro da Economia e Desenvolvimento timorense, o processo de criação do banco foi inicialmente conduzido pelo gabinete do primeiro-ministro, que convidou os empresários timorenses Abílio Araújo e Júlio Alfaro, para potenciais acionistas fundadores, com base na sua experiência e capacidade financeira.
O convite ao Bank Rakyat Indonésia (BRI) foi feito após consultas com o primeiro-ministro, dispondo-se aquele a participar com 20 por cento do capital social (dois milhões de dólares).
A substituição daquele investidor pela Geocapital ficou a dever-se ao facto do Banco Central da Indonésia não ter autorizado o BRI a entrar no capital, explicou o governante.
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A questão dominou hoje os trabalhos parlamentares, com Lucas da Costa, do Partido Democrático, e Estanislau da Silva, da FRETILIN, a classificarem a carta enviada ao Parlamento pelo ministro João Gonçalves como "insolente e insultuosa"
"Alguns dos senhores deputados referiram-se ao processo de constituição do Banco Nacional de Investimento e Desenvolvimento de Timor-Leste de forma muito pouco curial, reveladora de um elevado grau de ignorância, ou até mesmo de má-fé. Face ao sucedido, venho esclarecer este tema, demonstrar e reafirmar a transparência e integridade da gestão deste processo, bem como repudiar e rejeitar inequivocamente as declarações que foram efetuadas", escreveu João Gonçalves, disponibilizando-se para ir ao Parlamento prestar esclarecimentos.
Segundo ministro da Economia e Desenvolvimento timorense, o processo de criação do banco foi inicialmente conduzido pelo gabinete do primeiro-ministro, que convidou os empresários timorenses Abílio Araújo e Júlio Alfaro, para potenciais acionistas fundadores, com base na sua experiência e capacidade financeira.
O convite ao Bank Rakyat Indonésia (BRI) foi feito após consultas com o primeiro-ministro, dispondo-se aquele a participar com 20 por cento do capital social (dois milhões de dólares).
A substituição daquele investidor pela Geocapital ficou a dever-se ao facto do Banco Central da Indonésia não ter autorizado o BRI a entrar no capital, explicou o governante.
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