Jornal Digital - 2011-04-20
Díli - Luísa Marçal, coordenadora do programa da ONG Pradet Fatin Hakmatek, referiu que apesar da sua organização ter denunciado várias situações de violência doméstica em Timor-Leste, os tribunais ainda não estão alerta para estes casos.
De 2002 a 2011, a Pradet referenciou mais de mil casos de violência doméstica contra mulheres. As áreas com maior incidência referenciadas pela organização são Díli, Aileu e Ermera.
Luísa Marçal referiu que estes casos, que incluem violência sexual e tortura, são do conhecimento generalizado da polícia e de outras organizações nos distritos. «Os casos foram levados a tribunal, mas a reacção judicial foi mínima», referiu a responsável da ONG.
A Pradet faculta aconselhamento jurídico e educação civil às vítimas de violência doméstica. Más situações económicas e falta de educação são os principais factores que contribuem para a continuação de situações de violência.
(c) PNN Portuguese News Network
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