Díli, 12 abr (Lusa) -- O presidente da Comissão da Função Pública de Timor-Leste, Libório Pereira, disse hoje que os trabalhadores temporários que desempenham tarefas por nomeação política não vão ser integrados nos quadros da Administração Pública.
Em conferência de imprensa realizada em Díli, Libório Pereira, presidente da Comissão da Função Pública, disse que cabe àquele organismo regularizar a gestão dos recursos da Administração Pública, conforme a política definida pelo Governo e os critérios estabelecidos para a conversão dos funcionários temporários em permanentes.
"A política de conversão dos trabalhadores temporários em funcionários permanentes foi publicada no Jornal da República, através de Resolução do Governo, que definiu os critérios básicos de admissão e é com base neles que a Comissão supervisiona o processo de recrutamento", declarou.
No total, deverão ser convertidos pela Comissão da Função Pública cerca de 13 mil trabalhadores precários em permanentes, dos quais seis mil são professores, segundo anunciou o presidente daquele organismo.
"Não são integrados nos quadros da Função Pública aqueles que desempenham tarefas por nomeação política e os remunerados através de prestação de bens e serviços", esclareceu.
Libório Pereira garantiu aos jornalistas que são verificados nos processos de recrutamento os requisitos legalmente definidos e apenas esses.
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