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Lisboa, 09 mar (Lusa) -- As negociações entre Timor-Leste e a Austrália para a construção de um gasoduto estão num impasse e Díli garante que, se até 2013 não se registarem avanços, o processo volta ao princípio, disse à Lusa o chefe da diplomacia timorense.
"Se até 2013, conforme está no tratado, não houver avanços, obviamente que temos de começar do zero", disse Zacarias da Costa em entrevista à Lusa.
O chefe da diplomacia timorense encontra-se em Portugal para representar o seu país na cerimónia de posse de Aníbal Cavaco Silva para o segundo e último mandato presidencial, hoje à tarde em Lisboa.
"Infelizmente não temos dado passos muito significativos. A última reunião, em Brisbane (Austrália), creio que até foi de alguma forma negativa, porque não conseguimos avançar sequer um ponto e parece-me que até 2012 temos poucas perspetivas de poder avançar com a Austrália", acrescentou.
Em causa está a construção de um gasoduto, que Díli pretende ver desembocar na sua costa sul, mais próxima que a costa australiana, solução preferida por Camberra, que argumenta com os custos económicos.
Os dois países partilham direitos de prospeção sobre uma zona rica em gás natural e petróleo e o acordo que regulamenta a questão estipula que Díli e Camberra cheguem a acordo sobre um plano de desenvolvimento conjunto até 2013.
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Lisboa, 09 mar (Lusa) -- As negociações entre Timor-Leste e a Austrália para a construção de um gasoduto estão num impasse e Díli garante que, se até 2013 não se registarem avanços, o processo volta ao princípio, disse à Lusa o chefe da diplomacia timorense.
"Se até 2013, conforme está no tratado, não houver avanços, obviamente que temos de começar do zero", disse Zacarias da Costa em entrevista à Lusa.
O chefe da diplomacia timorense encontra-se em Portugal para representar o seu país na cerimónia de posse de Aníbal Cavaco Silva para o segundo e último mandato presidencial, hoje à tarde em Lisboa.
"Infelizmente não temos dado passos muito significativos. A última reunião, em Brisbane (Austrália), creio que até foi de alguma forma negativa, porque não conseguimos avançar sequer um ponto e parece-me que até 2012 temos poucas perspetivas de poder avançar com a Austrália", acrescentou.
Em causa está a construção de um gasoduto, que Díli pretende ver desembocar na sua costa sul, mais próxima que a costa australiana, solução preferida por Camberra, que argumenta com os custos económicos.
Os dois países partilham direitos de prospeção sobre uma zona rica em gás natural e petróleo e o acordo que regulamenta a questão estipula que Díli e Camberra cheguem a acordo sobre um plano de desenvolvimento conjunto até 2013.
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