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Pequim, 11 mar (Lusa) - Um técnico português residente em Tóquio há mais de dez anos disse que o sismo de hoje foi "o mais forte" que sentiu na capital nipónica, mas realçou que "não há pânico".
"Há água e luz nas casas. Os automóveis nas ruas continuam a circular", disse o técnico ao telefone com a agência Lusa em Pequim, cerca das 17:30 locais (08:30 em Lisboa).
Aquela hora continuavam a sentir-se réplicas, mas "o abalo maior" ocorreu cerca das 15:00 (hora local), referiu.
"Aqui em Tóquio estamos habituados a sismos, mas desta vez foi mesmo muito forte. O mais forte das últimas décadas, talvez", disse.
No escritório onde trabalha, os livros e os dossiers caíram das prateleiras: "Estava tudo no chão".
Segundo também contou, o elevador do prédio, "por precaução", não funcionava, mas "havia água e luz nas casas" e "as janelas não partiram".
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Pequim, 11 mar (Lusa) - Um técnico português residente em Tóquio há mais de dez anos disse que o sismo de hoje foi "o mais forte" que sentiu na capital nipónica, mas realçou que "não há pânico".
"Há água e luz nas casas. Os automóveis nas ruas continuam a circular", disse o técnico ao telefone com a agência Lusa em Pequim, cerca das 17:30 locais (08:30 em Lisboa).
Aquela hora continuavam a sentir-se réplicas, mas "o abalo maior" ocorreu cerca das 15:00 (hora local), referiu.
"Aqui em Tóquio estamos habituados a sismos, mas desta vez foi mesmo muito forte. O mais forte das últimas décadas, talvez", disse.
No escritório onde trabalha, os livros e os dossiers caíram das prateleiras: "Estava tudo no chão".
Segundo também contou, o elevador do prédio, "por precaução", não funcionava, mas "havia água e luz nas casas" e "as janelas não partiram".
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