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Díli, 11 mar (Lusa) -- A Embaixada de Timor-Leste em Tóquio ainda não conseguiu estabelecer contacto com seis estudantes timorenses que estão na zona costeira, dois dos quais próximos do epicentro do sismo que hoje abalou o Japão.
Em contacto telefónico estabelecido a partir de Díli, o embaixador de Timor-Leste, Domingos Sarmento, disse à Lusa que as comunicações móveis não funcionam e que por esse motivo está preocupado com um grupo de seis cadetes timorenses, que se encontram junto à costa, e dois deles "mais próximo do epicentro".
"Esse é o problema. Tentamos contactar, mas todos os telemóveis estão sem funcionar. Temos aqui seis cadetes da Academia que estão na zona costeira e que nos preocupam mais. Dois estão próximos do epicentro e estamos preocupados com a sua situação porque não conseguimos estabelecer qualquer contacto", explicou à Lusa Domingos Sarmento.
Segundo o embaixador, há ainda um número indeterminado de jovens timorenses que se encontram no Japão a frequentar ações de formação de curta duração, mas de quem a Embaixada não possui elementos, nem sabe a sua localização.
"Há outros aqui em ações de formação de curto prazo e não temos noção de quantos estão cá, nem onde, porque essa informação não nos foi comunicada", afirmou.
Na própria chancelaria foi sentido "um forte abalo e várias réplicas", que fez deslocar o mobiliário, segundo relatou.
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Díli, 11 mar (Lusa) -- A Embaixada de Timor-Leste em Tóquio ainda não conseguiu estabelecer contacto com seis estudantes timorenses que estão na zona costeira, dois dos quais próximos do epicentro do sismo que hoje abalou o Japão.
Em contacto telefónico estabelecido a partir de Díli, o embaixador de Timor-Leste, Domingos Sarmento, disse à Lusa que as comunicações móveis não funcionam e que por esse motivo está preocupado com um grupo de seis cadetes timorenses, que se encontram junto à costa, e dois deles "mais próximo do epicentro".
"Esse é o problema. Tentamos contactar, mas todos os telemóveis estão sem funcionar. Temos aqui seis cadetes da Academia que estão na zona costeira e que nos preocupam mais. Dois estão próximos do epicentro e estamos preocupados com a sua situação porque não conseguimos estabelecer qualquer contacto", explicou à Lusa Domingos Sarmento.
Segundo o embaixador, há ainda um número indeterminado de jovens timorenses que se encontram no Japão a frequentar ações de formação de curta duração, mas de quem a Embaixada não possui elementos, nem sabe a sua localização.
"Há outros aqui em ações de formação de curto prazo e não temos noção de quantos estão cá, nem onde, porque essa informação não nos foi comunicada", afirmou.
Na própria chancelaria foi sentido "um forte abalo e várias réplicas", que fez deslocar o mobiliário, segundo relatou.
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