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POR ANTÓNIO VERÍSSIMO
Sobre o lançamento do Portal da Transparência o primeiro-ministro de Timor Leste disse que são "Medidas que visam a boa governação, ao serviço do povo. Boa governação não é só cumprir com os padrões de eficiência e responsabilização, nos nossos serviços. Por isso, nestes últimos cincos anos, começámos com uma reforma para criar um bom sistema, no futuro, de maneira a evitar esquemas ou favoritismos, por parte de quem tem por obrigação servir o povo e não os interesses individuais".
As palavras acima não são de uma pura donzela que tenha percorrido ao longo da sua existência o caminho da honestidade. Nem são do Papa vaticanal, para quem acredita nele e o acha um purinho. Nem são de um qualquer puritano que nem sequer teve a aleivosia de acender a luz enquanto fazia sexo, nem de cuspir para o chão - muito menos ser individuo desonesto. As palavras acima pertencem a Xanana Gusmão, primeiro-ministro de Timor Leste. Pronunciou-as na apresentação do portal do governo para a “Transparência das Contas Públicas”, que finalmente vão ser mostradas ao público conforme melhor convier ao governo corrupto da AMP.
Na cerimónia de apresentação, que decorreu no Centro de Convenções de Díli, esteve a par de Xanana Gusmão a ministra das Finanças, Emília Pires. Desconhece-se o grau de transparência que comportará o Portal Transparência mas devemos presumir que esta ministra mantenha opaco o destino de três milhões de dólares que “desapareceram” do seu ministério, como foi anteriormente anunciado, citado e recitado. Disso, até hoje, que se saiba, nunca foram mostradas contas públicas. Foi “soprado” que um macaense fugiu com o elevado montante pertencente aos cofres timorenses, depois, também, que afinal não tinha desaparecido nem um cêntimo, mas mais nada… Neste caso a falta de transparência é evidente. Será que o “mistério” vai ser esclarecido nesta anunciada vaga de transparência? Tudo e todos se reservam o direito de duvidar depois de tanto tempo já passado e o assunto nunca mais ter sido devidamente esclarecido.
Xanana Gusmão ao escolher para par na cerimónia de apresentação Emília Pires devia de não ter ponderado na opacidade daquela ministra. Neste caso, citado, como noutros que já vieram a público, a desculpa esfarrapada alojou-se nos peculiares rumores à timorense. Que são as desculpas com costas largas dos desonestos. Saberá Gusmão que nunca há fumo sem fogo? Deveria saber e não esquecer.
A existência de um portal de transparência é imprescindível. Muitos outros governos usam esse método. Também muitos outros governos, que dão o nome de Portal da Transparência ao que apresentam, não devem ter noção do que significa transparência. Em Angola, que roubam que se fartam, ainda não existe esse portal mas não será por o lançarem que vão deixar de roubar e encaixar na “transparência” isto, aquilo, aqueloutro, baralham e voltam a dar cartas… viciadas. Tudo como antes mas “transparente”.
A palavra transparente tem por significado definições que vão desde uma folha chamada de “mica”, vidro ou plástico, através do qual se vê, até outras definições, como caráter do que não é fraudulento e pode vir a público, termo usado também em matéria económica. É este o caso, pelo menos é o que empresta o nome e a suposição ao Portal agora anunciado por Gusmão a par de Emília Pires. Ela, a transparência, tem por forte significado honestidade. Será que Gusmão considera que o governo de que é primeiro-ministro tem sido honesto? Se considera, se faz esse julgamento, então devemos nós considerar que ele está a ser desonesto com ele próprio. As práticas de Xanana Gusmão, na qualidade de chefe do governo AMP, têm demonstrado a sua desonestidade. Dele e de outros que o ladeiam. As acusações começaram a surgir logo pouco tempo depois do seu governo tomar posse e presentemente temos visto os resultados da desonestidade que tem imperado. Inclusive, actualmente, dois dos seus ministros estão indiciados em crimes de corrupção e abuso de poder. Também é actual que o consórcio AMP, que detém a maioria no Parlamento Nacional, se prepara para não retirar a imunidade a esses dois ministros, dificultando - impossibilitando - que a justiça cumpra o seu dever. Apurar se de facto são criminosos ou não. Esta situação, de transparente nada tem.
Também a falta de transparência nos “favores” de milhares e milhares de dólares que Gusmão, na qualidade de PM, facilitou a negócios de sua filha e amigos nada tiveram de transparente. Esse e outros casos tudo ficaram a dever à transparência. Outros ministros estão a ser averiguados pela PGR…
A ilegalidade cometida por Xanana Gusmão e Ramos Horta ao libertarem por sua iniciativa Martenus Bere, e as trafulhices posteriores que têm sido geradas neste caso, por exemplo, nada devem à transparência. A comunidadenacional e internacional tem a consciência de que quer o PM timorense, Gusmão, quer PR, Horta, cometeram um crime que só não tem por resultado o devido trato e obediência às leis do país porque também o sector da justiça timorense deve imenso à transparência. Por mais que Gusmão pretenda mascarar as situações é facto que Timor Leste é um país em que ele e mais uns quantos das elites põem e dispõem, manipulam a justiça como manipulam os milhões de dólares. Manipulam o povo com operações de propaganda primária que só engana quem não estiver a par da realidade timorense. Que transparência existiu no Caso do 11 de Fevereiro de 2008, dia em que dois dos oponentes de Xanana Gusmão foram executados e o PR Horta esteve entre a vida e a morte? Que transparência existiu na inventona do atentado em Balibar nesse mesmo dia? Que transparência vimos existir na sala de audiência e em todo o processo sobre o 11 de Fevereiro? Pelo contrário, vimos a opacidade que Xanana Gusmão e o próprio Ramos Horta, apesar de vítima, sempre se esforçaram por manter acerca dos acontecimentos daquele dia. Políticos que se comportam assim não passam de gente desonesta e de mentalidade opaca, cínica, desavergonhada quando querem fazer acreditar que é honesta. Gente desta, de modo algum, alguma vez, pode voltar a ser transparente. Pelo menos a falta de credibilidade assim o dita. Podemos é admitir que em determinada fase de suas vidas já foram honestos, transparentes. Foi assim que os conhecemos, antes de enveredarem pelo lado errado da política.
A comunidade internacional, sabe, com toda a certeza, que Timor Leste tem por líderes governamentais uns quantos, demais, desonestos. Muito dessa prova já veio à tona e é do domínio da opinião pública internacional. Não importa que os governos e outras entidades da liderança de outros países façam tábua rasa da desonestidade que envolve determinadas etapas e práticas do governo e da presidência timorense. Importa que os cidadãos timorenses e os de todo o mundo tenham essa consciência. Muitos já a têm. Até porque outros governantes, aliados dos de Timor Leste, devem imenso à transparência, à honestidade. São imensos. Cabe aos povos julgá-los e condená-los. Quando? Não sabemos. Não foi por acaso que estalou a revolta árabe, que ainda não parou. O que é lamentável no caso de Timor Leste é a desilusão causada por Horta, mas principalmente por Xanana Gusmão. Imensos o viam impoluto e um verdadeiro defensor dos interesses do povo. Devido às suas práticas de passado próximo e recentes é impossível que agora pensem e sintam do mesmo modo. Pelo menos aqueles que acompanham a actualidade timorense.
As carências do povo timorense são enormes em quase todos os níveis. Em contrapartida vimos, sabemos, dos enriquecimentos inexplicáveis de certas figuras da elite timorense. É aí, a esses, regra geral próximos de Xanana Gusmão ou de membros do seu governo, das suas famílias, das suas amizades ou dos seus partidos políticos, que apontam serem os beneficiários da governação que distribui a riqueza pela minoria que lhe agrada e serve. Os casos existem, têm sido denunciados, tem sido exigido à PGR que investigue e cumpra o seu dever. PGR morosa por se sentir condicionada ao que se sabe e nós imaginamos. Mas tudo acaba por ser “abafado”, com interferências no sector da Justiça, com pressões inadmissíveis sobre a PGR,sobre o Tribunal de Recurso, os Tribunais, os Juízes, os agentes que devem fazer cumprir as leis. Há uns quantos casos em que se pode apontar com toda a segurança, com toda a garantia de que isso é verdade, e isso podemos considerar transparente. Não por vontade dos criminosos mas sim porque existem verdades que tarde ou cedo vão surgindo…
Sabemos que o “reino” de Xanana Gusmão está podre e que em 2012 vão haver eleições legislativas e presidenciais. Xanana Gusmão tem toda a necessidade de mascarar o seu tenebroso passado próximo como primeiro-ministro deste governo aviltante da AMP. O facto é que se este governo tem sido tão mau e tão desonesto a responsabilidade é dele, porque tem sido ele à viva força que tem negado as desonestidades de muitos que o ladeiam. Por modo próprio ou por conluios, ou por estar refém de determinados indivíduos e circunstâncias. Com certeza que por uma destas razões ou por todas elas. Até por algumas outras razões que aqui possam estar a escapar.
Assim sendo, o Portal da Transparência não passa de mais uma máscara de Gusmão e dos que o ladeiam neste tão desonesto governo AMP - que nem tem sido capaz de conter a fome num país tão pequeno e com tão pouca população, mas que se tem permitido “distribuir” milhões e até os conseguirem fazer desaparecer. Transparência? Que transparência se pode esperar de quem tem sido um eminente defensor de actos confusos e só por isso desonestos, quer a nível económico-financeiro, quer a nível de opacidade em casos que no vulgo são conhecidos por crimes de sangue.
Transparência? Impossível. A não ser que o governo de Gusmão recue e apresente todas as explicações, honestas, para o que se mantém opaco, mantido nas sombras. Isso seria Gusmão apresentar “mea culpa”. Um dia próximo terá coragem? Não se vêem indícios disso. Os caminhos por onde enveredou enredaram-no. Portal da Transparência? Impossível, sem retroatividade esvai-se a transparência e ergue-se a máscara da dita, porque depois de tantas “anormalidades” o que vigora é a presença, o sentimento e a prática descrita no texto Pedro e o Lobo. Jamais confiar depois de tantos enganos. Transparente é o facto de que estão para breve as eleições 2012. É tempo de enganar ainda mais, de alargar um pouco os cordões à bolsa para engodar os timorenses eleitores. Prometer e não cumprir, como quase sempre acontece.
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POR ANTÓNIO VERÍSSIMO
Sobre o lançamento do Portal da Transparência o primeiro-ministro de Timor Leste disse que são "Medidas que visam a boa governação, ao serviço do povo. Boa governação não é só cumprir com os padrões de eficiência e responsabilização, nos nossos serviços. Por isso, nestes últimos cincos anos, começámos com uma reforma para criar um bom sistema, no futuro, de maneira a evitar esquemas ou favoritismos, por parte de quem tem por obrigação servir o povo e não os interesses individuais".
As palavras acima não são de uma pura donzela que tenha percorrido ao longo da sua existência o caminho da honestidade. Nem são do Papa vaticanal, para quem acredita nele e o acha um purinho. Nem são de um qualquer puritano que nem sequer teve a aleivosia de acender a luz enquanto fazia sexo, nem de cuspir para o chão - muito menos ser individuo desonesto. As palavras acima pertencem a Xanana Gusmão, primeiro-ministro de Timor Leste. Pronunciou-as na apresentação do portal do governo para a “Transparência das Contas Públicas”, que finalmente vão ser mostradas ao público conforme melhor convier ao governo corrupto da AMP.
Na cerimónia de apresentação, que decorreu no Centro de Convenções de Díli, esteve a par de Xanana Gusmão a ministra das Finanças, Emília Pires. Desconhece-se o grau de transparência que comportará o Portal Transparência mas devemos presumir que esta ministra mantenha opaco o destino de três milhões de dólares que “desapareceram” do seu ministério, como foi anteriormente anunciado, citado e recitado. Disso, até hoje, que se saiba, nunca foram mostradas contas públicas. Foi “soprado” que um macaense fugiu com o elevado montante pertencente aos cofres timorenses, depois, também, que afinal não tinha desaparecido nem um cêntimo, mas mais nada… Neste caso a falta de transparência é evidente. Será que o “mistério” vai ser esclarecido nesta anunciada vaga de transparência? Tudo e todos se reservam o direito de duvidar depois de tanto tempo já passado e o assunto nunca mais ter sido devidamente esclarecido.
Xanana Gusmão ao escolher para par na cerimónia de apresentação Emília Pires devia de não ter ponderado na opacidade daquela ministra. Neste caso, citado, como noutros que já vieram a público, a desculpa esfarrapada alojou-se nos peculiares rumores à timorense. Que são as desculpas com costas largas dos desonestos. Saberá Gusmão que nunca há fumo sem fogo? Deveria saber e não esquecer.
A existência de um portal de transparência é imprescindível. Muitos outros governos usam esse método. Também muitos outros governos, que dão o nome de Portal da Transparência ao que apresentam, não devem ter noção do que significa transparência. Em Angola, que roubam que se fartam, ainda não existe esse portal mas não será por o lançarem que vão deixar de roubar e encaixar na “transparência” isto, aquilo, aqueloutro, baralham e voltam a dar cartas… viciadas. Tudo como antes mas “transparente”.
A palavra transparente tem por significado definições que vão desde uma folha chamada de “mica”, vidro ou plástico, através do qual se vê, até outras definições, como caráter do que não é fraudulento e pode vir a público, termo usado também em matéria económica. É este o caso, pelo menos é o que empresta o nome e a suposição ao Portal agora anunciado por Gusmão a par de Emília Pires. Ela, a transparência, tem por forte significado honestidade. Será que Gusmão considera que o governo de que é primeiro-ministro tem sido honesto? Se considera, se faz esse julgamento, então devemos nós considerar que ele está a ser desonesto com ele próprio. As práticas de Xanana Gusmão, na qualidade de chefe do governo AMP, têm demonstrado a sua desonestidade. Dele e de outros que o ladeiam. As acusações começaram a surgir logo pouco tempo depois do seu governo tomar posse e presentemente temos visto os resultados da desonestidade que tem imperado. Inclusive, actualmente, dois dos seus ministros estão indiciados em crimes de corrupção e abuso de poder. Também é actual que o consórcio AMP, que detém a maioria no Parlamento Nacional, se prepara para não retirar a imunidade a esses dois ministros, dificultando - impossibilitando - que a justiça cumpra o seu dever. Apurar se de facto são criminosos ou não. Esta situação, de transparente nada tem.
Também a falta de transparência nos “favores” de milhares e milhares de dólares que Gusmão, na qualidade de PM, facilitou a negócios de sua filha e amigos nada tiveram de transparente. Esse e outros casos tudo ficaram a dever à transparência. Outros ministros estão a ser averiguados pela PGR…
A ilegalidade cometida por Xanana Gusmão e Ramos Horta ao libertarem por sua iniciativa Martenus Bere, e as trafulhices posteriores que têm sido geradas neste caso, por exemplo, nada devem à transparência. A comunidadenacional e internacional tem a consciência de que quer o PM timorense, Gusmão, quer PR, Horta, cometeram um crime que só não tem por resultado o devido trato e obediência às leis do país porque também o sector da justiça timorense deve imenso à transparência. Por mais que Gusmão pretenda mascarar as situações é facto que Timor Leste é um país em que ele e mais uns quantos das elites põem e dispõem, manipulam a justiça como manipulam os milhões de dólares. Manipulam o povo com operações de propaganda primária que só engana quem não estiver a par da realidade timorense. Que transparência existiu no Caso do 11 de Fevereiro de 2008, dia em que dois dos oponentes de Xanana Gusmão foram executados e o PR Horta esteve entre a vida e a morte? Que transparência existiu na inventona do atentado em Balibar nesse mesmo dia? Que transparência vimos existir na sala de audiência e em todo o processo sobre o 11 de Fevereiro? Pelo contrário, vimos a opacidade que Xanana Gusmão e o próprio Ramos Horta, apesar de vítima, sempre se esforçaram por manter acerca dos acontecimentos daquele dia. Políticos que se comportam assim não passam de gente desonesta e de mentalidade opaca, cínica, desavergonhada quando querem fazer acreditar que é honesta. Gente desta, de modo algum, alguma vez, pode voltar a ser transparente. Pelo menos a falta de credibilidade assim o dita. Podemos é admitir que em determinada fase de suas vidas já foram honestos, transparentes. Foi assim que os conhecemos, antes de enveredarem pelo lado errado da política.
A comunidade internacional, sabe, com toda a certeza, que Timor Leste tem por líderes governamentais uns quantos, demais, desonestos. Muito dessa prova já veio à tona e é do domínio da opinião pública internacional. Não importa que os governos e outras entidades da liderança de outros países façam tábua rasa da desonestidade que envolve determinadas etapas e práticas do governo e da presidência timorense. Importa que os cidadãos timorenses e os de todo o mundo tenham essa consciência. Muitos já a têm. Até porque outros governantes, aliados dos de Timor Leste, devem imenso à transparência, à honestidade. São imensos. Cabe aos povos julgá-los e condená-los. Quando? Não sabemos. Não foi por acaso que estalou a revolta árabe, que ainda não parou. O que é lamentável no caso de Timor Leste é a desilusão causada por Horta, mas principalmente por Xanana Gusmão. Imensos o viam impoluto e um verdadeiro defensor dos interesses do povo. Devido às suas práticas de passado próximo e recentes é impossível que agora pensem e sintam do mesmo modo. Pelo menos aqueles que acompanham a actualidade timorense.
As carências do povo timorense são enormes em quase todos os níveis. Em contrapartida vimos, sabemos, dos enriquecimentos inexplicáveis de certas figuras da elite timorense. É aí, a esses, regra geral próximos de Xanana Gusmão ou de membros do seu governo, das suas famílias, das suas amizades ou dos seus partidos políticos, que apontam serem os beneficiários da governação que distribui a riqueza pela minoria que lhe agrada e serve. Os casos existem, têm sido denunciados, tem sido exigido à PGR que investigue e cumpra o seu dever. PGR morosa por se sentir condicionada ao que se sabe e nós imaginamos. Mas tudo acaba por ser “abafado”, com interferências no sector da Justiça, com pressões inadmissíveis sobre a PGR,sobre o Tribunal de Recurso, os Tribunais, os Juízes, os agentes que devem fazer cumprir as leis. Há uns quantos casos em que se pode apontar com toda a segurança, com toda a garantia de que isso é verdade, e isso podemos considerar transparente. Não por vontade dos criminosos mas sim porque existem verdades que tarde ou cedo vão surgindo…
Sabemos que o “reino” de Xanana Gusmão está podre e que em 2012 vão haver eleições legislativas e presidenciais. Xanana Gusmão tem toda a necessidade de mascarar o seu tenebroso passado próximo como primeiro-ministro deste governo aviltante da AMP. O facto é que se este governo tem sido tão mau e tão desonesto a responsabilidade é dele, porque tem sido ele à viva força que tem negado as desonestidades de muitos que o ladeiam. Por modo próprio ou por conluios, ou por estar refém de determinados indivíduos e circunstâncias. Com certeza que por uma destas razões ou por todas elas. Até por algumas outras razões que aqui possam estar a escapar.
Assim sendo, o Portal da Transparência não passa de mais uma máscara de Gusmão e dos que o ladeiam neste tão desonesto governo AMP - que nem tem sido capaz de conter a fome num país tão pequeno e com tão pouca população, mas que se tem permitido “distribuir” milhões e até os conseguirem fazer desaparecer. Transparência? Que transparência se pode esperar de quem tem sido um eminente defensor de actos confusos e só por isso desonestos, quer a nível económico-financeiro, quer a nível de opacidade em casos que no vulgo são conhecidos por crimes de sangue.
Transparência? Impossível. A não ser que o governo de Gusmão recue e apresente todas as explicações, honestas, para o que se mantém opaco, mantido nas sombras. Isso seria Gusmão apresentar “mea culpa”. Um dia próximo terá coragem? Não se vêem indícios disso. Os caminhos por onde enveredou enredaram-no. Portal da Transparência? Impossível, sem retroatividade esvai-se a transparência e ergue-se a máscara da dita, porque depois de tantas “anormalidades” o que vigora é a presença, o sentimento e a prática descrita no texto Pedro e o Lobo. Jamais confiar depois de tantos enganos. Transparente é o facto de que estão para breve as eleições 2012. É tempo de enganar ainda mais, de alargar um pouco os cordões à bolsa para engodar os timorenses eleitores. Prometer e não cumprir, como quase sempre acontece.
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6 comentários:
Talvez seria melhor se o senhor Primeiro Ministro nos dissesse que aproximam as eleições e por isso criamos um portal para servimos de area e deitar aos olhos de quem nos têm postos os olhos sobre nós. Seria melhor dizer-nos ainda agora que os nossos familaires e amigos já se enriqueceram, com este portal nós vamos fazer uma pausa na concessão de ‘single sources contracts’ até depois das eleições.
Para quem tem vindo postos os olhos neste e no último governos tem notado diferente práticas de ‘transparência’. No tempo do governo anterior, qualquer companhia que queira um contrato com o governo deve concorrer com as outras companhias e deixando os internacionais o trabalho de avaliação das propostas. O anterior deixou as avaliações ao cargo dos internacionais para evitar o clientilismo, nepotismo e os maus ‘imos’ que vem com isso. Mesmo assim, aquele governo vinha sob a ferro e brasa dos ‘criticos’, começando com o próprio atual PM. Esta prática ficou para o atual PM como um corrida ou concorrência. Tal que resultou a crise de 2006 e as eleições que ele ‘ganhou’.
Uma vez chegando ao poder, o PM queria mostrar ao anterior governo que na governação dele, o seus ministros roubam e roubam melhor. Por exemplo, o anterior governo tinha culhões de se despedir um dos ministros, salvo erro das obras públicas, irocamente irmão do atual Deputado da Fretilin, Inácio Morreira, porque aquele ministro tinha desviado algum dinheiro. Enquanto que com este governo, se houver um ministro que não pedir os bem conhecidos 20 a 25% estaria fora do jogo. Para além disso os ministros acusados de corruptissimos, clientilissímos, nepotissimos e mais ‘íssimos’ mesmo a luz do dia, este PM sai em defesa deles.
Se é assim a transaparência de uma governação, como vamos dizer aos outros governos e povos que põe no tribunal ministros acusados de corrupção, abusos do poder etc, etc? Será que vamos dizer ao povo timorense, ao nosso povo de que aqueles governos estão a fazer uma justiça “como no tempo do colonialismo e da ditadura”?
Transparência, senhor PM queremos ver isso na prática e não apenas em teoria. Ao fim ao cabo o senhor PM JAG provou o que disse Mao Tsé Tung. Este acertou em cheio quando disse: “A práctica é o critério da verdade” e “uma teoria sem práctica é teoricismo estéril”.
Ili Manu
Povo sei LA HILI FRETILIN RADICAL tamba rasaun lubun ida. Se hili sira signifika katak:
1. Hili Ditador, terrorista, otoritario, Naokten, Lohiten, Invejador, Bosokten, Kanten, Ambisioso, Agitador, Provocador, Instabilitador no Odidor Mari Alkatiri
2. Hili nia primo no colega intimo Terrorista Osama bin Laden
3. Hili nia maluk Ditador Kadhafi, Ditador Ben Ali, Ditador Mubarak.
4. Hili FAHE KILAT ba MILISI Fretilin hanesan Rogerio haruka polisia ba fahe kilat ba Railos iha Cemiterio Liquisa.
5. Hili Crise politica-militar hanesan 2006 nebe haruka demite soldados 600 FDTL.
6. Hili OBRIGA empressarios fo osan 5% husi total orcamento projectos ba COFRE FRETILIN.
Agora osan laiha ona começa loke café buibere atu hatama osan, obriga empressarios nebe hetan projecto husi Governo AMP atu fo osan ba cofre Fretilin.
7. Hili contra Igreija Catolica, i BANDU ENSINO RELIGIAO iha escolas. Alkatiri no Fretilin contra bispo sira no hakarak bandu ensino religião Catolica iha escolas, atu ema sai ateis hotu. Maibe povo hotu hatene ona imi nia hipocrito no inhonesto. Povo hatene momos imi nia LARAN AT NO LARAN METAN.
8. Hili LA HALO desenvolvimento ba povo no rai. Durante imi ukun, orçamento ba Desenvolvimento KIIK LIU fali Salario no vencimento. Tuir lolos Orcamento ba Desenvolvimento mak tenke bot liu hotu. Ne iha Nasaun hotu aplika hanesan nee. Fretilin buka mak hakarak RIKU LALAIS HODI NAOK OSAN POVO.
9. Hili LA AJUDA ORCAMENTO BA DIOCESE DILI, BAUCAU NO MALIANA. So XANANA no AMP mak iha PLANO No laran KMANEK atu ajuda DIOCESE 3 iha TL. Hare deit Catedral Dili nebe halo ona renovasaun husi Governo AMP. Governo Ditador Alkatiri impossible atu fo ajuda Diocese 3 iha TL. Nia rasik contra Igreija, hakarak elimina ensino religiaun Catolica iha escolas, quanto mais atu fo ajuda. Ne IMPOSSIBLE ba Alkatiri no FRETILIN atu ajuda Igreija.
10.Hili halo pressaun ba Jornais, radio e televisaun. ULuk sei ukun, ALkatiri duni sai STL husi uma nebe sira halo hanesan edifício. Maibe IMI OCUPA edifício BP7 ILEGAL, laiha lia. Loron ida imi TENKI SAI Husi neba, Laos imi nia CUSTA.
11. Hili KAHUR INTERESSE PRIVADO NO PARTIDO LIU FALI INTERESSE NASAUN NO POVO.
Wainhira ukun, imi kahur hotu interesse pessoal, partido ho interesse nasaun no povo.
12. Hili MILITANTE FRETILIN DEIT MAK SIMU FOS. Povo tenki hatudu CARTAO FRETILIN MAK BELE SIMU FOS, SELAE MATE HAMLAHA TAMBA LAIHA CARTAO FRETILIN. Ne akontese iha 2006.
13. Hili NAOK OSAN MINA TIMOR BA INTERESSE PARTIDO FRETILIN DEIT.
14. Hili LA FO TAN SUBSIDIO BA VETERANOS, FERIK -KATUAS
15.Hili Alkatiri nia maun alin mak kaer projecto laiha qualidade.
16.Hili Alkatiri nia ferik oan sai nafatin Embaixadora iha Mocambique too rohan laek.
17.Hili Militante Fretilin hanoin no hahalok RACISTA, PRIMORDIALISMO, DIVISIONISMO, VANDALISMO.
18. Hili usa Ana Pessoa, militante Fretilin ho cargo Procuradora Geral halo perseguisaun politica ba adversarios politicos.
19. Hili FRETILIN LAKON BOT LIUTAN IHA ELEISAUN PRESIDENCIAL NO LEGISLATIVAS 2012.
20.Hili Alkatiri, Arsenio Bano no Jose Teixeira nebe LA HATENE INTERPRETA CONSTITUISAUN NO LEI, maibe INTERPRETA TUIR SIRA NIA GOSTO, INTERESSE PESSOAL NO PARTIDO FRETILIN.
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