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Díli, 12 mar (Lusa) -- Timor-Leste e o Brasil vão rever os moldes da cooperação bilateral, definindo as áreas prioritárias e as ações de curto, médio e longo prazo, anunciou hoje o primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão.
Xanana Gusmão falava aos jornalistas no regresso a Díli, após uma visita que o levou aos Estados Unidos, Cuba, Brasil e Inglaterra, tendo afirmado que foram abordados os programas de cooperação no seu encontro com a Presidente brasileira.
"Foram assinados alguns acordos, mas, para além de áreas especializadas como a Educação e a Justiça, eu disse à Presidente Dilma [Rousseff] que nós vamos rever tudo isso", adiantou.
Fui ao Brasil para fazer uma revisão de acordos envelhecidos", acrescentou Xanana Gusmão.
O primeiro-ministro diz que a nova orientação vai no sentido de haver "uma programação mais efetiva e de visão integrada", no relacionamento com o Brasil.
"O meu governo vai estudar todas as áreas de cooperação a longo, médio e curto prazo, de forma a ter uma visão integrada, para não acontecer que cada ministro que vai ao Brasil quer tudo para o seu Ministério, e ficamos com uma infinidade de pedidos, de que não se dá conta do recado", explicou.
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Díli, 12 mar (Lusa) -- Timor-Leste e o Brasil vão rever os moldes da cooperação bilateral, definindo as áreas prioritárias e as ações de curto, médio e longo prazo, anunciou hoje o primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão.
Xanana Gusmão falava aos jornalistas no regresso a Díli, após uma visita que o levou aos Estados Unidos, Cuba, Brasil e Inglaterra, tendo afirmado que foram abordados os programas de cooperação no seu encontro com a Presidente brasileira.
"Foram assinados alguns acordos, mas, para além de áreas especializadas como a Educação e a Justiça, eu disse à Presidente Dilma [Rousseff] que nós vamos rever tudo isso", adiantou.
Fui ao Brasil para fazer uma revisão de acordos envelhecidos", acrescentou Xanana Gusmão.
O primeiro-ministro diz que a nova orientação vai no sentido de haver "uma programação mais efetiva e de visão integrada", no relacionamento com o Brasil.
"O meu governo vai estudar todas as áreas de cooperação a longo, médio e curto prazo, de forma a ter uma visão integrada, para não acontecer que cada ministro que vai ao Brasil quer tudo para o seu Ministério, e ficamos com uma infinidade de pedidos, de que não se dá conta do recado", explicou.
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1 comentários:
Esta cooperação pode aparecer como uma ameaça a Portugal. Enquanto que a China e o Brasil assinam cooperações/memorandos com Timor-Leste e põe em práticas os acordos, portugal passa o seu tempo apreciar as paisagens. Por exemplo, há tantos acordos entre Portugal e Timor-Leste, como no caso do ensino do português, esses nuca foram implementadas. Não há muitos professores no terreno para ensinar o português, e se lá tiver, têm pouca vontade de ensinar porque têm problemas com o seu governo – nos pagamentos. Para além disto, os professore não querem aprender o Tetum para depois facilitar melhor – ou seja, servir de um elo de ligação. Muitos professores portugueses no terreno querem tornar os habitantes como un canto de Portugal o que será impossível de atingir e por isso deven contentar-se com ‘o levar os habitantes daquele país a falar melhor quanto possível’ a língua.
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