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Nações Unidas, Nova Iorque, 24 fev (Lusa) - O Conselho de Segurança das Nações Unidas adota hoje um relatório sobre a missão da organização em Timor-Leste (UNMIT), em que a principal medida assenta na prorrogação do mandato daquela missão por mais um ano.
A decisão vai ao encontro do interesse das autoridades timorenses, que desejam a continuidade da missão até ao final de 2012, ano em que estão agendadas eleições presidenciais e legislativas.
Terça-feira, num discurso proferido perante o Conseho de Segurança, o primeiro-minisro Xanana Gusmão defendeu, designadamente, a continuidade da polícia das Nações Unidas em Timor-Leste (UNPOL) para prosseguir a formação dos agentes da Polícia Nacional na manutenção da ordem pública nas eleições de 2012.
Timor-Leste precisa ainda de apoio logístico para as eleições, da parte da UNMIT, e conta com a presença de observadores internacionais, que espera virem "em número suficiente para cobrir as 700 mesas de voto, para antecipar quaisquer irregularidades que possam surgir", defendeu na ocasião Xanana Gusmão.
EL.
Lusa/Fim
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Nações Unidas, Nova Iorque, 24 fev (Lusa) - O Conselho de Segurança das Nações Unidas adota hoje um relatório sobre a missão da organização em Timor-Leste (UNMIT), em que a principal medida assenta na prorrogação do mandato daquela missão por mais um ano.
A decisão vai ao encontro do interesse das autoridades timorenses, que desejam a continuidade da missão até ao final de 2012, ano em que estão agendadas eleições presidenciais e legislativas.
Terça-feira, num discurso proferido perante o Conseho de Segurança, o primeiro-minisro Xanana Gusmão defendeu, designadamente, a continuidade da polícia das Nações Unidas em Timor-Leste (UNPOL) para prosseguir a formação dos agentes da Polícia Nacional na manutenção da ordem pública nas eleições de 2012.
Timor-Leste precisa ainda de apoio logístico para as eleições, da parte da UNMIT, e conta com a presença de observadores internacionais, que espera virem "em número suficiente para cobrir as 700 mesas de voto, para antecipar quaisquer irregularidades que possam surgir", defendeu na ocasião Xanana Gusmão.
EL.
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