.
Nova Iorque, 22 jan (Lusa) -- Timor-Leste está pronto para a saída das forças de segurança das Nações Unidas já em 2012, mas vai continuar a precisar do apoio das agências da ONU e dos parceiros internacionais, disse à Lusa o vice primeiro-ministro timorense.
Num debate aberto dedicado a situações pós-conflito em que a experiência timorense foi apresentada como caso de sucesso, José Luís Guterres discursou no Conselho de Segurança da ONU na sexta feira, a poucas semanas de no mesmo anfiteatro ser discutida a conclusão da missão de paz da ONU (UNTAET) em Timor-Leste, numa reunião que irá contar com a presença do primeiro-ministro Xanana Gusmão.
Em entrevista à Lusa, o governante timorense adiantou que a nível interno é consensual que a presença da ONU deve continuar até 2012, ano em que haverá eleições presidenciais e legislativas.
"As forças políticas estão empenhadas na estabilidade, porque todas elas estão a preparar-se para as eleições no próximo ano", disse.
O país tem vindo a implementar reformas no setor de defesa e segurança, que incluíram a profissionalização, melhoria de salários e pagamento de pensões aos veteranos de guerra e acredita estarem criadas as condições para evitar crises como a de 2006, que tiveram como epicentro as forças armadas timorenses.
"Olhamos para o futuro com confiança e serenidade e acreditamos profundamente que as nossas forças de segurança e defesa serão capazes de assegurar a paz e estabilidade", declarou José Luís Guterres.
.

Nova Iorque, 22 jan (Lusa) -- Timor-Leste está pronto para a saída das forças de segurança das Nações Unidas já em 2012, mas vai continuar a precisar do apoio das agências da ONU e dos parceiros internacionais, disse à Lusa o vice primeiro-ministro timorense.
Num debate aberto dedicado a situações pós-conflito em que a experiência timorense foi apresentada como caso de sucesso, José Luís Guterres discursou no Conselho de Segurança da ONU na sexta feira, a poucas semanas de no mesmo anfiteatro ser discutida a conclusão da missão de paz da ONU (UNTAET) em Timor-Leste, numa reunião que irá contar com a presença do primeiro-ministro Xanana Gusmão.
Em entrevista à Lusa, o governante timorense adiantou que a nível interno é consensual que a presença da ONU deve continuar até 2012, ano em que haverá eleições presidenciais e legislativas.
"As forças políticas estão empenhadas na estabilidade, porque todas elas estão a preparar-se para as eleições no próximo ano", disse.
O país tem vindo a implementar reformas no setor de defesa e segurança, que incluíram a profissionalização, melhoria de salários e pagamento de pensões aos veteranos de guerra e acredita estarem criadas as condições para evitar crises como a de 2006, que tiveram como epicentro as forças armadas timorenses.
"Olhamos para o futuro com confiança e serenidade e acreditamos profundamente que as nossas forças de segurança e defesa serão capazes de assegurar a paz e estabilidade", declarou José Luís Guterres.
.

5 comentários:
Timor-Leste só estará pronta para a saída das Forças Internacionais caso a AMP ou um partido desde que seja liderado por JAG ganhar as eleições naquele ano. Muitas pessoas, tanto nacionais como internacionais, no país e no estrangeiro prevêm que haverá uma nova crise, como a de 2006 caso JAG não ganhar as eleições.
Timor-Leste vive em momentos tensos ao aproximar das eleições. A pobreza sobe de dia-para-dia, a fome assola o país, tanto assim que o Ministério de Solidariedade teve deixar de pagar as vítimas da crise de 2006, que por ironia, foi fruta dos que hoje estão no poder, porque que quase inevitável que a população vai passar fome, sobretudo no interior do país. Apesar de o governo anunciar todos os anos (sobretudo no últimos dois anos) de que há uma subida inesperada de subida de receita do petróleo nada mudou.
Com o crescimento da pobreza mas que os governantes fingem não ver e saber e com uma enorme determinação dos actuais líderes de se manterem no poder, pouco se espera que irão aceitar um derrota eleitoral em 2012. E assim poderá resultar uma outra crise e assim manter a presença das Forças Internacionais. Portanto as afirmações do Vice-Primeiro Ministro não afirmações que devem acreditar mas sim devemos tomar medidas de precauções. Em outras palavras, devemos pôr um pé atravez, naquilo que ele diz. Ao fim ao cabo ele foi umas das partes que provocou a crise!
JAG IS A FKN IDIOT OF THE FIRST DEGREE!!
Jag is not like that. You are. Mother Fucker.
Nikita nee ema ida nebe durante rezistensia nia ho nia familia serbisu hamutuk ho bapa sira. Foin agora maka nia mosu mai hodi kose Xanana no Horta para hetan kargo ruma. Nia hahalok mahu nian maka halo mate hau nia maun rua iha maliana neba durante fulan Setembru 1999.
Maun nikita ne'e los duni. Mais o dun bebeik ema ne'e, keta halo be o mak milisi hela karik.
Enviar um comentário