Sábado, 31 de Julho de 2010

TIMOR LOGRO SAI

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ROMANO PRATES em,TIMOR LOROSAE NAÇÃO-diário

“Em Timor Leste foi elevado à indecência quase tudo que não presta numa sociedade e país a nascerem. Se o país vivia numa constante indecência durante o domínio indonésio, roubo, extorsão, corrupção, crimes de sangue, etc., assim continua.”

Dizia-me há dias um amigo, sempre empenhado em estar bem informado sobre Timor Leste, que talvez seja cedo para nos sentirmos desiludidos com o percurso feito por Timor na última década e que provavelmente estamos a ser muito pessimistas sobre o futuro do país. De certeza que muitos de nós desejamos que assim seja e principalmente os timorenses, que por lá passam as estopinhas para sobreviver.

Não acredito que estejamos a ser pessimista acerca do futuro do país nem que a última década não nos tenha proporcionado razões bastantes para todo este pessimismo. Repare-se em tudo que tem acontecido antes e após ter sido declarada a independência e logo perceberemos que existem muitas razões para julgarmos que o futuro de Timor está mais que comprometido. Não só pelo péssimo desempenho da ONU e dos países doadores e cooperantes mas principalmente pela soberba dos principais cidadãos timorenses que já se adivinhava serem a elite quando chegasse a hora da libertação do domínio ditatorial e militar indonésio.

Devemos compreender que a inexperiência dos líderes timorenses que ao longo de mais de duas décadas encabeçaram a luta de libertação não pode nem deve ser encarada como total responsável pelo actual mau estado da nação timorense. Seria suposto que durante o período de transição a ONU desempenhasse perfeita e exemplarmente a tarefa de começar a reconstrução do país observando as regras modernas, imprescindiveis e sustentáveis de desenvolvimento a todos os níveis e não fazer como fez, improvisar, esbanjar recursos, fazer errado – excepto no que diz respeito a garantir sempre as avultadas verbas pagas a supostos funcionários credenciados, a técnicos, a funcionários da ONU e, ou, contratados, que, qual esponja gigante, absorveram e absorvem milhões de dólares americanos sem que tenham merecido ou mereçem agora. Nem hoje, depois de tantos erros cometidos, a maioria dos que integram a folha de pagamentos da UNMIT e agências merecem receber as “fortunas” que recebem. Só porque os seus desempenhos, salvo excepções, carecem de interesse e competência. Por nada mais.

Dez anos após a presença da ONU em Timor-Leste o que vimos? Vimos que a ONU e os dirigentes timorenses receberam um país destruído e um povo carente de tudo excepto da vontade de serem livres, independentes. E são livres? E são independentes? Teoricamente sim.

A ONU não soube aproveitar a destruição causada pelos indonésios, milícias e sem serem milícias, e gastou (junto com os doadores) desnecessariamente fortunas em habitações indignas desse nome, sem observar os mais elementares preceitos arquitectónicos e urbanísticos. Deu a impressão, quase certeza, de que houve, pela parte dos que iam “construindo”, interesse na anarquia arquitectónica e urbanística, quase sempre declarada de “construção provisória”. Aos timorenses, a Timor Leste, às cidades, a Díli, tal confusão só tem sido prejudicial. Não por acaso a Lei dos Solos ainda não está regulamentada. Não por acaso surgiu um plano director feito sobre o joelho. Não por acaso, a capital, Díli, mais que outra qualquer cidade timorense, está soterrada na grande balbúrdia que os técnicos de primeira hora e seguintes, até hoje, primaram por levar avante. Se tal tarefa fracassou, fácil será entender porque razão o país está a fracassar e é um logro. Em Timor Leste quase tudo é provisório.

O sentimento do provisório também invadiu e invade muitos dos estrangeiros que trabalham para a ONU e suas agências ou parceiros estratégicos. Porque a oportunidade de terem vencimentos mensais como nunca imaginaram é provisória vão mostrando que têm por objectivo sorver o mais possível dos milhões postos à disposição antes que a fonte seque. Por vezes até parece que fazem tudo provisoriamente porque assim prolongam o tempo em que são necessários. Se o espírito é esse, pobre Timor, pobres timorenses, pobres cidadãos dos países doadores. Pobres dos que estão a alimentarem uma máquina técnica e burocraticamente (talvez) emperrada para benefício de alguns privilegiados – regra geral estrangeiros.

Por essas e por muitas outras razões Timor Leste é um logro calculado. Por essas e por outras razões os dirigentes timorenses estão a aprender pela negativa a arte de governar, de fazer política, de salvaguardar a democracia, a justiça, o progresso social, a estabilidade… Ao olharmos para a ONU que tem permanecido em Timor (também noutros países e conflitos) o exemplo é péssimo.

Em Timor Leste foi elevado à indecência quase tudo que não presta numa sociedade e país a nascerem. Se o país vivia numa constante indecência durante o domínio indonésio, roubo, extorsão, corrupção, crimes de sangue, etc., assim continua. Não de modo tão flagrante. Porque não existem estudos que possam quantificar estatisticamente esses crimes podemos acreditar nos que afirmam que actualmente ainda é pior porque a realidade é como um icebergue e a enorme parte está submersa naquilo que apelidam de submundo do crime. Porque muito do que se passa a esse nível são crimes, pese embora a quase ausência de consciência por via da sistemática cultura da impunidade.

É evidente que a dolorosa realidade timorense da actualidade é fruto dos maus métodos da ONU no país. Até porque é frequente ouvirmos dizer em vários dialectos que “aquilo que nasce torto tarde ou nunca se endireita”. Mas a classe dirigente timorense também é só por si uma grande decepção. Por razões várias já documentadas mas principalmente por desonestidade e incompetência. Acrescidas de soberba, arrogância e frequentes falsidades. Quando os actuais dirigentes no poder transformam crimes que cometeram em silêncios, em chantagens, em pressões, em segredos de estado, em falsos interesses nacionais, sem reconhecerem que praticaram crimes, estão a dar péssimos exemplos, estão a cimentar a cultura da impunidade, da alienação da consciência de prática de crimes, da alienação da justiça, da democracia, do estado de direito. Ou seja: estão a fazer do país um terrível logro. Só por isso Timor Leste está mal como está; não será por existir mais ou menos dinheiro que vai melhorar. Só atitudes adequadas podem extingui-lo. O caos foi plantado e é visto como algo já normal, por mais que o pretendam ocultar ele é evidente. Só atitudes honestas, corretas e adequadas podem extingui-lo.

Perante a realidade poderemos ainda ter alguma boa esperança?

Foto montagem de,One ThousandWords
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Foi nomeado e tomou posse hoje, dia 31 de julho de 2010 o Ministro da Imaginação dos ratos e afins

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Por IMAGINATIVO DE DIAS SANTOS

Jornal dos Roedores, Díli - Em sessão extraordinária do Conselho de Ministros, realizada na capital Dili, hoje dia 31 de Julho, foi nomeado Ministro da Imaginação, dos Ratos Afins, o Senhor Zé da Lábia, natural de Díli, de 55 anos de idade, residente em parte incerta.

Formado em Artes Magicas pela Universidade de Ratassarios, e também Engenheiro Químico e Nobel da Química 2011, prémio a ser atribuído, pela sua descoberta de um veneno mordaz humorístico para ratos de grande porte, que não causam danos nem na vegetação nem na restante população de roedores.

Na tomada de posse, enfrentou pela primeira vez os média locais, que lhe perguntaram a sua opinião imaginativa em como ultrapassar os problemas nas fronteiras;

Respondeu astutamente que era fácil e imaginativo o seu ponto de vista. Temos cá os chineses como responsáveis de vários empreendimentos, é só contrata-los para edificarem um muro de 5 metros de altura, a todo o comprimento de fronteira.

Do lado Indonésio, montamos casas de SPA com massagistas de vários sexos vindos da China, para entreter as tropas indonésias.

Para o Timor Hau Nian Doben
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IT IS UNNECESSARY TO PLACE F-FDTL IN THE BORDER

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Televizaun Timor-Leste, July 30, 2010 language source: Tetun

President Jose Ramos Horta said it was unnecessary to deploy the Timorese Defense Force (F-FDTL) soldiers in the country’s border, as he preferred the Naktuka border case ought to be resolve through dialog.

The president made the comments regarding the recent demands of the Naktuka local residents asking to place the F-FDTL soldiers in the area. Speaking to journalists Horta said the Naktuka case should not be resolved with military force, but it had to be going a dialog.

“The solution is not to add more numbers of forces there in the border. We want to talk to one another, having dialog with the people, so that it could avoid conflict.

I do not believe that to place military force there would resolve the problem, therefore we want to continue with negotiation,’ Horta said.

In responding to facility shortcomings in the border, Horta said the Government was currently trying to improve proper conditions by allocating state budget for 2011.
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MEMORIAL NA GNR RECORDA SARGENTO-AJUDANTE FALECIDO EM ACIDENTE

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Página Lusófona- 30-Jul-2010

Militares do Sub-agrupamento Bravo da GNR prestaram hoje homenagem ao sargento-ajudante Hermenegildo Marques, falecido num acidente de viação em Junho, quando ia desactivar um engenho explosivo.

Um memorial ficou a assinalar no aquartelamento a passagem de Hermenegildo Marques por Timor-Leste, onde a representante especial do Secretário Geral das Nações Unidas, Hameraah Haak, o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, João Gomes Cravinho, e outras individualidades, depuseram flores.

Hermenegildo Marques foi lembrado pelas suas qualidades pelos colegas e o desempenho da GNR em Timor-Leste elogiado por todos os oradores.

Amerah Haaq expressou a sua tristeza pelas circunstâncias em que falava hoje em nome das Nações Unidas e realçou a importância da missão da ONU e dos que estão ao seu serviço, contribuindo para um dia a dia melhor na vida dos outros.

A representante especial do Secretário Geral das Nações Unidas advertiu ainda que, apesar da beleza de Timor-Leste, o trabalho de manutenção da paz envolve alguns perigos e exige dedicação e sacrifício.

O secretário de Estado Negócios Estrangeiros, Gomes Cravinho, transmitiu em nome pessoal e do Governo português “o pesar, mas também o orgulho no sargento-ajudante Marques, que fazia e continuará a fazer parte de um grupo de homens que honram o país, com a eficiência e entrega aos mais altos valores a construção da paz, estabilidade e desenvolvimento dos países onde trabalham”.

O comandante da polícia das Nações Unidas (UNPOL) realçou que o exemplo deixado pelo sargento-ajudante Marques deve compelir os colegas a permanecerem firmes no cumprimento da missão.

“Neste dia, recordamos a morte do sargento-ajudante Hermenegildo Manuel Almeida Marques, que nos acompanhará até quando o ultimo de nós partir”, disse o comandante da unidade, capitão Marco Santos, elogiando o seu desempenho como chefe de equipa de inactivação de explosivos e as suas qualidades humanas.

O segundo comandante geral da Polícia de Timor-Leste (PNTL), Afonso de Jesus, destacou o apoio que tem sido dado pela GNR à Nação e lamentou a tragédia da perda da vida do militar português, “defendendo a paz e a segurança em Timor-Leste”.

“Em nome da PNTL e de todo o povo de Timor-Leste, transmito a nossa tristeza e simpatia à família, aos amigos e colegas. O seu esforço nunca será esquecido, o sacrifício nunca será esquecido e a perda do nosso amigo dará força para continuar o trabalho da polícia, lembrando-nos de que o perigo anda associado com o trabalho que temos executar”, disse.
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PORTUGAL MANTÉM LINHA DE APOIO A TIMOR-LESTE

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Jornal da Madeira- 2010-07-31

O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Gomes Cravinho, garantiu ontem que, apesar dos constrangimentos orçamentais, Portugal está preparado para continuar a apoiar a estabilidade de Timor-Leste.

Falando na presença da representante especial do Secretário Geral das Nações Unidas, Hamerah Haak, durante uma cerimónia de homenagem, em Díli, ao militar da GNR falecido em junho, num acidente, Gomes Cravinho sublinhou o esforço considerável do país para manter a participação das suas forças em diferentes teatros de operações, integradas em missões de paz, mas assegurou que o apoio a Timor-Leste vai prosseguir.

“Estamos preparados para continuar a prestar este apoio a Timor-Leste, de capacitação das suas polícias, e na manutenção de um clima de paz e estabilidade que conseguirmos juntos alcançar”, disse.

O secretário de Estado salientou que, na luta de Timor-Leste pela estabilidade e desenvolvimento desde a sua independência, “Portugal participa ativamente como o segundo maior contribuinte da missão das Nações Unidas para a força policial, com cerca de 200 homens, número para o qual a GNR contribui com três quartos dos efetivos”.

“Esta participação na UNMIT constitui um apreciável esforço nacional, atendendo à dimensão do nosso país e aos atuais constrangimentos orçamentais, bem como à nossa presença também em outros teatros de operações”, disse.

“Constitui mais uma prova de que do nosso firme compromisso de estreita cooperação com Timor-Leste, de que somos um dos maiores contribuintes internacionais”, acrescentou Gomes Cravinho.

O governante elogiou a prestação das forças militares e policiais que estão em missões no estrangeiro, por contribuírem com o seu apoio incondicional para que Portugal consiga “chegar aos países mais longínquos e inóspitos, para enfrentar os teatros de crise mais complicados, como o Afeganistão ou o Iraque, contribuindo largamente para a segurança e a estabilidade, de forma a que se comecem a criar as condições para uma paz duradoura, conducente ao desenvolvimento sustentado”.

Agência Lusa
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

WHY TIMOR-LESTE CANNOT JOIN ASEAN BY 2012?

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By TONY DUARTE in, Tony Duarte

Incompetence in Leadership and Prolonged Political In-fighting Contribute to Non-readiness of the Country Joining ASEAN.

Timor-Leste, located in South East Asia, a former colony of Indonesia from 1975 until 1999, was practically part of the Association of South East Asian organization whilst being, de facto, part of the 27th province of the former occupier. The integration of Timor-Leste into Indonesia was part of the Indonesian elaborate political strategies costing deaths in their hundreds of thousands of Timorese lives. Older parties that signed the Balibo declaration integrating Timor-Leste into Indonesia includes UDT, from which the present Minister for Foreign Affairs, Zacarias Albano da Costa , was its First Deputy President of the Party, along with other small similar parties.

During the armed, clandestine and diplomatic struggles of the country to achieve its restoration of independence, most of the Timorese resistance leaders saw that being part of ASEAN in an independent Timor-Leste will see the country embraced into the region and for Timor-Leste to benefit economically; for that, whilst being its Foreign Minister, Jose Ramos Horta has consistently voiced the strategic importance of being a part of ASEAN.

It has been eleven (11) years on from 1999, and Timor-Leste has not been able to join the organization, despite the self-imposed timeline of joining it in 2012, with recent comment by the President Jose Ramos Horta that Timor-Leste is inadequately prepared so as to meet the criteria of joining ASEAN by 2012. Nonetheless, most ASEAN member countries have committed to backing Timor-Leste’s bid for full-fledged membership. In particular, successive Indonesian Foreign Ministers threw behind their full supports for Timor-Leste’s bid into that regional organization.

In order to be accepted into the family of ASEAN, there must be a unanimous consensus amongst the ten-member countries presently composing of Brunei, Cambodia, Indonesia, Laos, Malaysia, Myanmar, the Philippines, Singapore, Thailand and Vietnam.

Ever since the idea of ASEAN membership by 2012 was launched, Timor-Leste’s Foreign Ministry has been consistently working hard to set the groundwork to achieve the target through gradual increase of the number of its staff and by establishing its embassies in ASEAN member countries. For that purpose, good organization and leadership skills along with available budget have been the greatest challenge besetting the Ministry from the onset.

Surely, it is a serious failure of Timorese diplomatic strategies in not being able to secure Timor-Leste’s accession into ASEAN by 2012. Despite it was a self-imposed aspiration set by the Timorese government, commencing from whilst Jose Ramos-Horta, now President of the country, until the assumption of Zacarias Albano da Costa in mid 2007 as its new Foreign Minister, such desire of joining the community of ASEAN countries has been communicated widely throughout Timor-Leste and beyond. Countries currently forming ASEAN have expressed similar interest, with the exception of Myanmar, who was somewhat still hesitantly to step into the foyer of accepting Timor-Leste into ASEAN in the past up until the positive affirmation of its backing from the recent ASEAN meeting in July this year.

Achieving the membership of ASEAN by 2012 is not an easy task. Not only highly trained staff, but better educated with more relevant qualification are required to run the Ministry. A mere ability of being able to speak English is a far cry of a talent from the reality of running an institution. Most of the early composition of the Ministry’s staff was relied upon primarily for their ability to communicate in English, whilst only a handful of staff have proper and accredited university degrees. The Ministry thus has to be contented with the availability of its manpower.

With the assumption of the new coalition government, the AMP, in mid 2007, the Ministry started to reorganize its new structure in order to better coordinate its self-imposed ASEAN initiative. Nonetheless, there is no concerted effort arising out of the people responsible for the ASEAN portfolio in coming up with a national strategic plan to have Timor-Leste ready and be prepared by 2012. It is not only Foreign Affairs that must spearhead the initiative, but it must also embrace the other Ministries in preparing themselves to contribute to achieving the overarching objective of joining ASEAN.

On the contrary, Foreign Affairs has been weakly administered in terms of its human resources. Whilst Horta was the Foreign Minister, all the administrative works had been left largely to the Secretary General, Nelson Santos. There was no real effort in increasing the number of staff. There was no concerted effort in re-training the existing staff, whilst some were being sent abroad for meetings or trainings, not necessarily their domain of responsibility – but it was largely based on favoritism. As the more overseas travels one made, extra incomes were generated in the form of perdiem, ten times higher than the staff’s monthly salaries. Overseas Embassies were left in limbo, with no proper directive guidance from the HQ. Essentially, what occurred were the turf wars for positions and powers which dragged far too long, jeopardizing substantial works that had to be carried out.

Meanwhile, it has taken more than nine years for Foreign Affairs of Timor-Leste to come up with its own Diplomatic Statute. Unfortunately, it has not been forthcoming. To make matter worse, no laws have been passed regarding the diplomatic status of those working at Foreign Affairs. What exists until now, are the turf wars amongst the old staff and the newly recruited temporary staff of the Ministry. Older staff have seen that it is their rights to be called diplomats because they are working in the directorates that deals with overseas matters, despite a large number of staff are not proficient in English, let alone conversant in Portuguese. Some are barely completing their university degrees from the newly established universities in Timor-Leste. There are constant complaints as to why senior positions within the Ministry are not prioritized to those that joined the Ministry first. For them it is like, “first come first served” as if the Ministry is part of gigantic food chains, MacDonald, where the first person to be served is the person on the first queue.

It is also worth noting that in June 2009, two batches of recruitment and possibly promotion for older staff were carried out and were later cancelled. The exams composed of a number of elementary school questions focusing on official languages, CPLP (Communities of Portuguese Speaking Countries) and percentages. From Elisa da Silva, a former third secretary to Consulate General of Timor-Leste in Sydney on mission abroad for three years and is now the policy officer for National Director of External Relations responded that Portuguese was not Timor-Leste’s official language, leaving out Timor-Leste as part of CPLP and responded wrongly on question on percentage. In addition, the person appointed to replace her stead as Second Secretary in Sydney also did not score well.

Given the simplicity of the questions designed and the length of service of these staff with Foreign Affairs for more than five years, it indicated that Foreign Affairs, in general, has a serious lack of human resources and a number of the present staff have questionable rudimentary general knowledge. All permanent staff that participated in both exams performed unthinkably regrettable. Therefore, for Foreign Affairs to move forward, it must take a drastic measure to either retain or retrench the existing staff and commence concentrating on those studying abroad, with impeccable educational background. Present staff who demonstrate exceptional talents will need to be retained and highly trained.

Additionally, an internal promotion initiative put into action for Foreign Affair’s staff in 2008 saw the promotion of senior staff into level six band. What actually transpired at that time was that, the staff’s promotion was as a result of leniency in awarding grades that ensured the staff’s rank move from lower to higher rank. Should a fairer posture was taken, the person would have without doubt failed the exam. No doubt, this staff also played a role in contributing to the fail bid of Timor-Leste into ASEAN.

To make matter worse, the Elisa da Silva falsified signatures and name and concocting a baseless accusation against one senior staff. But to date, no reprimand has been applied to the agent provocateur. This clearly showed that Timor-Leste Foreign Affairs is not a professionally run institution, but a mere Italian mafia where members pry for influence and favoritism from the mafia boss in return for servitude. Credible news from within the Foreign Affairs has also indicated that Elisa da Silva, the agitator and principal instigator of falsification of signatures and name has been poised for diplomatic posting in Japan soon, which further indicates that at the highest level of the Ministry, patronage of this despicable attitude remains authorized.

The assumption of the new Foreign Minister is a fresh start as some who have worked long and hard have dreamed of. Unfortunately, what actually transpired was that there was substantive increase in budget for the operation of the Ministry and its overseas missions, but no real work has actually contributed to the readiness of the country in joining ASEAN.

To better regularize the work at Foreign Affairs, under the recommendation of the Ministry, the Council of Ministers approved its statute as consisting of four Directorate Generals, Administration, External Relations, Protocol/Legal/Consular and Cooperation/Regional Integration. The Director General of Cooperation and Regional Integration also heads the Secretariat for ASEAN presently under the care of Ambassador Roberto Soares Cabral.

Still with the changing of government, the attitude of a large number of old staff has not changed in terms of requiring for more acknowledgement of “first come first served” perception. This has triggered an ever longer protraction hampering the development of the Ministry. It was not partly their faults, as they are unprepared for the fresh talents and have been on low morale for years due to the fact that the newcomers were brought into the Ministry with visions and better educated largely in contradictory to the existing conservative ideas and were soon promoted to senior management positions.

As for the national strategic plan, there was none initiated from within the Foreign Affairs with proper coordination with other Ministries. Foreign Affairs instead was involved in war with the office of the President of the Republic, in which the President wanted to maintain the ASEAN falling under his supervision, whereas the Foreign Minister Zacarias wanted it taken out of the President’s sphere of influence. It was then decided that Ambassador Roberto Soares spearheaded the initiative of ASEAN under the supervision of Minister Zacarias.

As the responsible person, Ambassador Roberto has been the forefront of championing the ASEAN initiative, along with Minister Zacarias. Comparing the highest overseas travels made, Ambassador Roberto and Minister Zacarias topped the list of most travels costing the Ministry hundreds of thousands of dollars. From mid 2007 to 2009, closer to USD1.9 million has been depleted to sustain their overseas necessities and others, whereas in 2010, USD900.000 has been put aside. Of course, this does not take into account, several ‘secretive’ lines budget, such as, Official Visits, Other Miscellaneous Activities and Overseas Allowance, from where any amount unused can be transferred into overseas travel purposes.

Take for an example, the plan establishment of Timor-Leste’s Consular Agent in Manchester, which is supposed to be established this year. There as yet no materialization of this idea. USD$171 thousand allocated for this purpose, half of its allocated budget will have to be transferred. It can easily be re-allocated to overseas travels costs given it is already the middle of 2010. In the end, it is an irresponsible way of budget execution. The same mechanism has been practiced in the last two years at Foreign Affairs.

Despite their constant overseas travels and the money spent in highlighting the initiative of establishing Timor-Leste ASEAN Secretariat, there is no substantial achievement through the creation of an enabling environment such as strong involvement from other ministries in preparing their human resources, costing into their long term strategic plans, proposing relevant legislative initiatives that other ministries must undertake. It is as if the Foreign Affairs were the only sole responsible for ASEAN initiative, which is not the case.

As such, it demonstrates the lack of leadership at the highest level within the Ministry of Foreign Affairs and capacity of the Director General of Timor-Leste ASEAN Secretariat in coming up with a more robust and winning strategies for the ASEAN initiative.

Considering the recent statement published in TimorPost, one of the local Timorese daily newspapers dated 23 July 2010, in which Minister Zacarias stated that for the country to join ASEAN there needs to be support from the ten-member countries of ASEAN. In fact, the statement of Minister Zacarias is in contradictory of the position of the ten-member countries, in which they have clearly stated their support for Timor-Leste, with Myanmar threw its backing in meeting in Hanoi in July this year. Unfortunately, it is Timor-Leste that is not ready in terms of its preparation and the blame should be borne by Foreign Affairs for not ensuring for the past couple of years, the country is seriously underprepared in all sectors required. Instead of throwing the blame at others, a skills highly crafted by Minister Zacarias, the Minister must assume responsibility.

As a result, it becomes absolutely crystal clear that Timor-Leste is seriously unprepared to join ASEAN by 2012, as indicated by the Secretary General of ASEAN during the recent ASEAN meeting in July in Hanoi and was backed by the President of Timor-Leste. However, within the Ministry of Foreign Affairs, there are determinant factors contributing to that effect, as summarized:

1. Lack of qualified human resources at Timor-Leste Foreign Affairs, which does not only require the ability to speak English, but appropriate backgrounds in education in all sectors of the economy are of paramount significance.

2. Lack of qualified human resources in the other ministries, resulting from non-coordination and better information to these ministries in its projection for the ASEAN initiative as to the skills and types of employees that they must have at their disposal.

3. It has been more than nine year that the Ministry runs without its own diplomatic statute. Therefore, there is no exact boundary as to who are Timorese diplomats by law or decree. It is largely subject to individual interpretation. An indication that internal management of the Ministry is seriously deficient.

4. There is no holistic national strategic plan for ASEAN initiative.

5. It is closer to ten years that the State Protocol has finally arrived at the Parliament for discussion, but as yet no approval is reached. Another indication of lack of objectivity of the existence of the Ministry at its inception.

6. Incompetency of leadership at the highest level of the Ministry, in not ensuring that priorities for ASEAN run high.

7. Incompetency in management and organizational skills of Director General of Timor-Leste ASEAN Secretariat.

8. Inefficient use of Ministry’s resources, not relevant to championing the ASEAN initiative, instead unscrupulous overseas travels irrelevant to the idea make the first priority.

9. Constant bickering over overseas travels as to who should go and not go because the travels themselves ensure constant flow of perdiem into individual pockets. The responsible of ASEAN portfolio has, at numerous times, been travelling with government contingency fund and has the fund depleted and returned home securing an ever fattening perdiem. Therefore, it is not the substance of travels that come under consideration, but the frequency of travels that matters.

10. From mid 2007 to 2010, a total of almost USD$2 millions, with USD$900.000 to be spent in 2010 was or will be spent aimlessly. It is of course, not counting the operational budget to sustain Timor-Leste ASEAN initiative. In total, more than USD$2.9 million of overseas budget will be gone by end of 2010 and Timor-Leste is nowhere near being a member of ASEAN in the immediate future.

In summary, Timor-Leste is not able to join ASEAN because of incompetence in leadership and deep political rivalries contributing to non-readiness of the country joining ASEAN by 2012. As such, more progressive strategies and visionary leaders should be ushered in for the ASEAN initiative to materialize. It will be up to the next 5th constitutional government formed after the parliamentary election in 2012 to set the course right. The existing arrangement at Foreign Affairs of Timor-Leste has surely failed the country and its people on its ASEAN membership dream.

…..End…..

About the Author:
Mr. Tony Duarte has worked for Ministry of Foreign Affairs of Timor-Leste in the capacity as the Director General of Administration of the AMP government and a Special Assistant for Timor-Leste Foreign Affairs during the Fretilin government. Mr. Duarte has also served at Timor-Leste Embassy in China as Project Coordinator. He has an extensive working experience with financial institution, International Non-Governmental Organization, the National Parliament and the United National Development Programme.

Mr. Duarte is an accredited financial services advisor from Australia and earned his degree from Victoria University in business. He is fluent in Tetum, Indonesian, English, Portuguese and Spanish.
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HORTA CALLS FOR TIMORESE PEOPLE TO BE CAREFUL WITH POLITICAL PARTIES

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Diario Nacional, July 30, 2010 language source: Tetun

President Jose Ramos Horta has called on the Timorese people to be careful with the political parties’ falsehood words, as it could push people to fight with each other and emerge act of violence.

Horta stressed that people should not fall into the political parties’ maneuvers, as it could damage the people’s relationship.

The president made the comments during a dialog with martial art clubs in Ermera district. Meanwhile, Bishop of Dili Diocese, Monsignor Alberto Ricardo da Silva called the young people who were joining martial art clubs to stay away from act of violence for strengthening national unity.

A representative of the martial art clubs called on the Timorese politicians to be careful in speaking and called on them not to provoke situation.
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MUST PAY ATTENTION TO THOSE WHO WANT TO SEPARATE PEOPLE:GUSMAO

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Diario Nacional, 30 July 2010. Language source: Tetun

Prime Minister Xanana Gusmao said Timorese people should pay attention to those people who would try to destroy Timor- Leste National Police (PNTL) and separate the Timorese people.

Gusmao stressed these people wanted to create instability and wanted to steal the Timorese wealth, especially in relation to the country’s gas and oil field which was still being problem for the Australia’s Woodside Company.

Gusmao called on the people to remain calm in their places, keep maintaining the national unity and hoping the people’s dreams to come true for prosperous lives in future.

Picture from:OneThousandWords
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TIMOR-LESTE PLANS TO MILITARIZE BORDER

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Radio Timor-Leste, July 30, 2010 language source: Tetun

State Secretary for Defense, Julio Thomas Pinto said Timor-Leste had made plans to militarize its border zone.

The state secretary made the comments after participating in bilateral meeting with Australia at Hotel Timor on Thursday (29/7).

Pinto stressed that Australia would help provide Timor-Leste infrastructural assistance to set up security posts in the country’s border and to train the Timorese Defense Force (F-FDTL) on border security.

“During the meeting we were also presenting border security, we explained about cooperation with the PNTL and how is the process of border security. The state policy to militarize the border, the F-FDTL should be placed to conduct mandate of the constitution to back up the police in the border,” Pinto said.

Pinto added that plans of militarizing the border would not be implemented shortly, as it should prepare logistics and the F-FDTL’s professionalism.
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Cooperação da RTP com a RTTL vai reforçar qualidade dos conteúdos

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Notícias Lusófonas- 30-Jul-2010

A RTP e a Rádio Televisão de Timor-Leste (RTTL) celebraram hoje em Díli o protocolo relativo à segunda fase da cooperação portuguesa no domínio da comunicação social, financiado pelo IPAD em 253 mil euros.

A apresentação do projecto de cooperação, que decorreu nas instalações da RTTL, em Díli, foi presidida pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, João Gomes Cravinho.

Ao abrigo do projecto, a RTP vai colocar em Timor-Leste, em Outubro, nove formadores, sendo três jornalistas de televisão e dois de rádio, um repórter de imagem, um técnico de grafismo pós-produção de vídeo e outro de multimédia, e ainda um especialista em gestão.

A segunda fase da cooperação visa melhorar a qualidade do serviço público de rádio e televisão de Timor-Leste, promover a língua portuguesa nos noticiários locais e apoiar a transformação da RTTL em empresa pública.

A equipa de formadores portugueses irá preparar jornalistas timorenses para reforçar a secção portuguesa da RTTL na produção de conteúdos de televisão e rádio, identificar correspondentes da RTTL a colocar em Portugal e preparar grelhas de televisão e rádio para incluírem programas em português, quer produzidos em Timor-Leste, quer fornecidos pela RTP.

Produzir conteúdos com mais qualidade é o que se pretende com a formação que vai ser dada às equipas de grafismo e de multimédia, esta última também preparada na administração de portais.

A cooperação com a RTP tem também como fim reforçar as capacidades do departamento administrativo e financeiro da RTTL.

A segunda fase do projecto de cooperação portuguesa no domínio da comunicação social vai estender-se até Dezembro, sendo financiada pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD), até ao montante de 253 mil euros, disponibilizando a RTP e a RTTL os meios humanos e técnicos para a sua execução.
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GOMAS PARA TODOS OS GOSTOS

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Por ZÉ FORBES em, TIMOR-LESTE FORBES SPY S.A.

Juro por minha honra que o acontecimento das ratazanas já me enfastia, não se fala noutra coisa por aqui. Não há rua, estabelecimento, repartição pública, ministério, onde não venha à conversa as ratazanas.

O mais caricato é que tenho notícia de que há ratazanas a falar sobre as ossadas das ratazanas descobertas pelo my friend Ken daquela organização que anda por aí a esburacar que se farta. Cá para mim são muito mais ativos na procura das ossadas de ratazanas que o governo e organizações especializadas na procura dos milhares de timorenses assassinados pelos indonésios e nas luta raticidas que agitaram Timor no período conturbado e de excessos em 1975. Imaginem que dão mais valor a encontrar ratazanas do que pessoas. Caricato, contracenso. Mas eu até nem estou aqui para escrever mesmo, mesmo, a sério. Desculpem, mas por vezes pergunto onde é que anda a alma timorense…

No respeito pela tradição devia de agorinha mesmo fazer um intervalo. E rematar com um “mas isso agora não interessa nada”, qual o quê meus prestimosos. Interessa e de que maneira. Pois, mas está bem, mudo de assunto… até um dia. No entanto não se esqueçam que por muitos locais do solo de Timor Leste que pisam pode ser solo sagrado, que contenha nas suas entranhas os restos mortais de vítimas timorenses. Respeitinho e ação. Procurem o que devem. Ratazanas como as que descobriram podem ter grande importância cientifica mas nunca se vão equiparar os milhentos restos mortais dos mártires de Timor.

GOMAS PARVINHO CHEGOU

Essa é que é muito hilariante. Já repararam neste subtítulo logo, logo, aqui em cima? Já? Já mesmo? E associaram a quem e ao o quê? Pois. Eu já sabia que os meus prestimosos leitores e amigos são uns malandrecos. Com que então associaram ao secretário de estado de Portugal Gomes Cravinho. Ai, que eu me derreto todo. Nada disso, mas tem a sua graça. Vejam bem como estão as vossas mentes. Deixem-me cá gargalhar que já prossigo. Aproveitem, intervalem que eu também, e oiçam o Oiçam. Vá, por que esperam? Cliquem!

Este Eduardo Nascimento era um tratado. Depois perdeu a mania das cantaretas e dedicou-se aos aviões de Angola e à TAG. Mas isto agora não interessa para o que vem a seguir.

Muito se fala por cá e na divulgação em Gomas Parvinho. Mas é isso mesmo: gomas. Daquelas coisas gelatinosas, algumas com formas de frutas, de bicharocos… Até de ratazanas!

As Gomas Parvinho chegou ao mercado. É um novo produto sino-timorense com formas… Mas não é de frutos nem de animais… Quero dizer: é com formas de animais mas supostamente racionais, vulgo pessoas. Vulgo líderes carismáticos e mesmo que não sejam. Vão lançar Gomas Parvinho com a forma de Xakana, do Horta, de todos os outros históricos e não históricos. Não sei exactamente quem são os que vão ficar representados nas Gomas Parvinho mas aqueles dois são de certeza absoluta. Até já vi a maqueta. Lá está o Xakana com vários sabores. Há gomas para todos os gostos. Ele é sabor a abóbora, a engodos, a enganos, a incompetências, a desleixos, a sangue, a cadáver, a moribundos, a mentiras, a prestidigitação. “Ena, tantos sabores.” Comentei quando me informaram. Esclareceram-me logo. “Tem de ser, os consumidores não se contentam só com o sabor doce a pai da nação ou amargo de herói…” Porra que eu não estou aqui para ouvir tanta bacorada.” Respinguei. O fabricante das Gomas Parvinho, chinês, ficou espantado a olhar para mim. “Então e o Horta que sabores vai ter?” Perguntei.

O chinês embicou os olhos, sorriu e foi dizendo que “esse vai saber a 'deixa ver se me desenrasco desta, quero é o meu, trafulha nobelo, luvas a eito', e mais outros que estão em estudos laboratoriais.” Respondi que “tábem” e fugi dali porque o chinês das Gomas Parvinho queria só conversa e eu estava já a perder-me nos meus afazeres. Ah, ele ainda me perguntou se eu não queria um palácio com telhados vermelhos. “O caraças, mas você julga que eu sou como o Horta ou o quê? Esse é que nos anos 60-70 andava com a cartilha do Mao Tse Tung, Livro Vermelho, que vendiam nos armazéns do Mao em Hong Kong. Para mim, vermelho só quando vou às touradas, ao Estádio da Luz ou à praia, porque uso uma toalha enorme muito vermelha que é para me bronzear melhor.” E pirei-me do raio do chinês.

Hem? Onde é que eu ia? Malvado chinês que já me desviou do contexto… Ora deixa cá ver… Pois.

Agora por Gomes Cravinho. Lembrei-me de o ir receber ainda ontem, quando chegou. Se bem que eu seja esquimó, mas também tenho outras nacionalidades, entre elas o português. Ia recebê-lo e perguntar-lhe o que é que vinha cá fazer - que era para inscrever no relatório da Forbes Spy, a minha empresa de espionagem. Não foi preciso. Afinal ainda bem que o chinês me empatou. Assim evitei levar com aquele calor todo no aeroporto Nicolau Lobato. Estou para saber quando é que o ar condicionado do maldito aeroporto funciona em pleno e abrange toda a área…. Foi agradável vir para o meu gabinete e ficar no fresquinho. Mas isso é outra conversa. Não interessa.

E o que disse Cravinho? Ah, não sabem? Mas anda por aí nos jornais e na divulgação de conveniência a que chamam jornalismo. Claro que ele só disse coisas bonitas. Até parecia que estava a falar de outros países que não de Portugal e de Timor Leste. Reparem: “Cooperação portuguesa tem de se ajustar à rápida evolução timorense”. E isto vinha logo em título da Lusa e foi badalado, e muito badalado. Hem? A cooperação de Portugal tem de se ajustar à evolução de Timor? Era o que faltava. Mas adaptar-se em quê? Na subnutrição? Na corrupção? Em crimes e inconstitucionalidades? Nas porcarias que são a justiça de ambos os países e nos trafulhas dos Ministérios Públicos desacreditados de um e de outro país? O caraças!

Mas ele disse mais. Muito mais. Disse o que considerou convir e que gostariam de ouvir. Faz sempre isto. Fala, diz, mas é só bitates. Depois, tudo espremidinho, é nada. Até porque Portugal está na penúria. Mas o que pode Portugal desembolsar para Timor-Leste? Pois, compreendo. Vamos lá a desenvolver a subnutrição em Portugal e etc. O Cravinho quer importar a trampa que o governo de Timor tem mostrado saber por em prática? E chama a isso evolução? Mas lá em Portugal não vos chega o Sócrates, o Cavaco, agora o Passos Dias Aguiar... Não, Coelho. É bom, na caçarola, e também à caçador. Pitéu.

Mas agora ainda digo: Falou ele de linhas de crédito que estão emperradas. Oh Cravinho, pela alminha das Gomas do Xakana que todos vão mascar, Timor Leste tem mais no farelo que Portugal na farinha. Portugal está com a corda na garganta. Os portugueses estão a ficar miseráveis, são miseráveis - excepto os políticos e os tais dez por cento de mamões ou ratazanas. Mas mais de dois terços dos portugueses estão nas lonas e o resto para lá caminha. Que falta de consciência da merda que têm feito lá naquele país à beira mar afundado. Mesmo!

Quando for ao jantar de cumprimentos do prestimoso Cravão, digo, inho, tiro o ão que é para cão, hei-de fazer notar estas incoerências e fazes-de-conta daquele governante luso. Ah. E ele veio também acertar os pormenores da visita do Sócrates a Timor. Quero ver se nessa altura vou até Bali. Livra. Ver um Xakana já é tramado, ver dois já é mais que demais e se juntarem o Horta vomito. Que nauseas. Na volta ainda julgava que estava doente, com pesadelos, embriagado, ou assim.

Hoje em dia quase só vimos ratazanas. Ou será uma febre qualquer por causa da conversa impingida pelo Kurt das ratazanas? Fosca-se!
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TIMOR-LESTE CALLS ON AUSTRALIA TO CONTINUE TO HELP IT'S MILITARY

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Xinhua- July 30, 2010

Timor-Leste called on Australia to continue providing technical assistance to the Timorese Defense Force (F-FDTL), Radio Timor-Leste quoted a minister as saying on Friday.

State Secretary for Defense Julio Thomas Pinto made the call after participating in a bilateral meeting with Australia to talk on security issues.

Pinto said that cooperation of the two countries focuses on engineering, border and maritime security, as well as peace- keeping operations.

Pinto stressed that this cooperation plan was based on the defense force's plans called "2020" which would help prepare the F-FDTL in peace-keeping mission in other countries and in the country.

He added that the United Nations had asked the F-FDTL's candidate to participate in peace keeping operations, especially for military liaison.
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NAKTUKA CASE COULD BE A THREAT TO SECURITY: MAHEIN

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Timor Post, July 29, 2010 language source: Tetun

Director for Mahein Foundation, Nelson Belo said Naktuka border case could be a treat to the country’s national security if the Timorese Government was not seriously to seek for solution shortly.

Belo said the border did not only belong to the Timorese people who were living in the border area, but it belonged to all the Timorese people.

Belo stressed that when security in the border was not going well, it would impact the Timorese people’s lives in general.

He hoped that the Natuka case could not emerge conflict between the two countries’ military forces.

Belo also called on the Parliamentary Committee B for defense and security to urge the Government to find solution to this problem as soon as possible.
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DEPUTADO DA FRETILIN RECOMENDA A GOVERNO DE FACTO A NÃO PRECIPITAR-SE

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Inácio F. Moreira* deixou um comentário em, "COMPANHIA AÉREA TIMOR-LESTE AIRLINES QUER ESTAR A VOAR EM 2011"

Timor Leste nasceu há 8 anos, ficou independente como Nação Soberana de Direito Democrático.

É um prazer para todos, ter os investidores que investem em Timor Leste para o desenvolvimento desta Nação.

Em especial queria deixar umas mensagens aos investidores na área dos transportes aéreos com a bandeira nacional.

É um passo positivo esta iniciativa, mas no meu ponto de vista queria recomendar a este Governo de Facto para não tomar decisões precipitadas sem criar as necessárias condições.

Todos os Timorenses sabem que neste momento existem condições mínimas na área dos transportes aéreos.

Para isso, o Governo precisa de fazer um plano integrado completo e investir na área das Infraestruturas antes de tomar uma decisão.

Não só na área das Infraestruturas mas também o seu regime legal que é tão importante, para não deixar confusões no futuro.

Precisa de ter muito cuidado e rigor antes de tomar uma decisão genuína. Espero que toda a gente compreenda e que tenham paciência para o bem do Futuro de Timor Leste.

Abraços.

*Inácio F. Moreira. Deputado da Fretilin e Vice-presidente da Comissão das Infraestruturas.
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INDONEZIA PROMETE SEI HATUDU SAUDOZO NICOLAU LOBATO NIA RUIN

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Written by CJITL Editor-Friday, 30 July 2010

CJITL flash, Estadu Indonesia liu husi Ministru Negeosius Estrangeirus, Raden Mohamad Marty Natalegawa deklara katak sei esforsu an hodi hatudu Mate ruin erois funu nain sira liu-liu ruin Saudozu Nicolao Lobato ne’ebe mate durante okupasaun Indonesia nian.

Raden Mohamad Marty Natalegawa ne’ebe hala’o viagen kortezia durante loron rua husi loron 27 to’o 28 iha Timor Leste ne’e esplika katak asuntu atu fo hatudu mate ruin saudozu Nicolau Lobato iha ona agenda maske iha difikuldade oituan konaba fatin ba hakoi nian.

Durante halo vizita iha Timor Leste, Ministru Estrangeirus foun iha Kabinet Indonesia Bersatu II prezidenti Susilo Bambang Yudihono nian ne’e asina mos Joint Ministerial Commision ba dala hat entre govenru Indonesia no Timor Leste hodi koalia konaba servisu bilateral nian nomos lansa Boarder Pas no asina akordu konaba aviasaun nian.

Tuir ministru Negosius Estrangeirus Indonezia foun ne’e katak lansamentu Boarder Pas ne’e hatudu katak iha komitmentu diak entre Indonesia no Timor Leste hodi fasilita diak liu tan movimentu populasaun rai rua ne’e la’o ba mai.

Nune’e mos dehan asina akordu konaba aviasaun Air Transport Agreement ne’e atu fasilita transporte parte aviasaun nian iha parte Asia Oeste.

Iha inkontru ne’e liu husi Ministru Natalegawa deklara posizaun Indonesia hodi suporta 100% rai lafaek ne’e sai nudar membru ASEAN.

Natalegawa ne’ebe iha planu atu hasoru malu mos Primeiru Ministru Jose Alexandre Xanana Gusmão nudar xefi kuartu governu konstitusional ne’e la realiza tanba PM rasik hala’o viajen ba distritu hodi halo Sosializasaun Planu Strategiku Dezenvolvimentu Nasional nian.

Viazen kortejia ne’e nudar viazen primeiru Natalegawa sai nudar Ministru Negosius Estrangeirus ba Gabinete Indonesia Bersatu II iha Estadu Prezidenti SBY nian. (*/CJITL)
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HORTA BELIEVES IN GUSMAO TO BUILD INFRASTRUCTURE

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Diario Nacional, July 29, 2010 language source: Tetun

President Jose Ramos Horta said he did believe that Prime Minister Xanana Gusmao would build proper infrastructures for security authorities in Timor- Leste.

“I know the prime minister has concerns over equipment and infrastructure in the field of security. I do trust that the prime minister will build proper infrastructure in Timor-Leste,” Horta said.

Horta made the comments in relation to the Border Police Unit that was still facing facility shortcomings.

Horta also said solution to resolve the Naktuka border case was not to place the defense force soldiers there, but it should be going through dialog.
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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

TRADUÇÕES

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GUSMÃO: IREI CAPTURÁ-LOS

Diário Nacional, 28 de julho de 2010, idioma de origem, Tétum-Tradução de TIMOR HAU NIAN DOBEN

O primeiro-ministro Xanana Gusmão apelou aos moradores do distrito de Covalima para ajudar a Polícia Nacional de Timor Leste (PNTL) a capturar os "Ninja", que são grupos liderados pelo CPD-RDTL e o Buamalus que têm como objetivo desestabilizar o país.

Gusmão fez os comentários durante uma cerimónia de encerramento das operações da polícia no distrito de Bobonaro e Covalima, na última sexta-feira.

Gusmão também agradeceu e felicitou os moradores da área, por estes terem ajudado a polícia durante as suas operações.

IGREJA CATÓLICA É UM PILAR IMPORTANTE NA CONSTRUÇÃO DA NAÇÃO

Diário Nacional, 28 de julho de 2010, idioma de origem, Tétum- Tradução de TIMOR HAU NIAN DOBEN

O primeiro-ministro, Xanana Gusmão, disse que a Igreja Católica foi um pilar importante no tempo da resistência do país, e na construção da nação para a independência.

"A Igreja Católica desempenhou um papel importante na resistência do país e no período da Independência ", disse Gusmão.

O primeiro-ministro fez os comentários durante um discurso que marcou a cerimónia de fundação da construção da primeira residência bispo em Maliana.

Gusmão disse que o governo que ele lidera comprometeu-se a ajudar a Igreja Católica no país.

Entretanto, o Bispo da Diocese de Maliana, Norberto Amaral, agradeceu ao Governo pela sua contribuição para a igreja.

Foto montagem de Malairiri em, One ThousandWords
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COMPANHIA AÉREA TIMOR-LESTE AIRLINES QUER ESTAR A VOAR EM 2011

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MacauHub- 2010-07-2010

Díli,Timor-Leste, 29 Jul – A companhia aérea Timor-Leste Airlines” (TLA) poderá iniciar a sua actividade no segundo semestre de 2011 com cinco aviões brasileiros "Embraer 190" e voos regionais de Díli para as principais cidades australianas e indonésias e para outras cidades da Ásia, nomeadamente Singapura e Manila.

Segundo Vasco Carrascalão da Silva, que juntamente com o luso moçambicano Mário Gonçalves, ambos radicados na Austrália, são os responsáveis pela TLA "o projecto aguarda apenas a aprovação do governo timorense".

“Temos negociações bastante adiantadas mas não posso neste momento revelar pormenores. A companhia só se pode concretizar com a participação do Estado timorense. E enquanto não houver uma aprovação formal, por parte do governo de Timor-Leste, não podemos adiantar mais sobre o projecto”, disse quarta-feira à Lusa - agência d enotícias de Portugal,Vasco Carrascalão.

Segundo explicou o empresário, a futura companhia timorense deverá ter capital misto, público e privado timorense, aberto à participação de investidores estrangeiros.

“Houve empresas de outros países convidadas, mas, em princípio, além de timorenses, só empresas portuguesas irão participar no capital”, adiantou.

"Foi convidada mais do que uma empresa portuguesa e uma delas está a trabalhar connosco no desenvolvimento do projecto, mas é possível que venham a participar mais empresas portuguesas”, adiantou.

“A ideia é que seja uma companhia de bandeira nacional “full service” e não uma “low cost”, disse Vasco Carrascalão.

A Lusa adianta que decorrem contactos em Lisboa com o presidente da EuroAtlantic Airways (EAA), Tomaz Metello, ligada ao grupo Pestana, para participar no projecto.

Vasco Carrascalão revelou que a TLA vai adquirir dois aparelhos pequenos, de fabrico australiano.

“Nós pretendemos relançar todas as pistas existentes no tempo em que Timor-Leste estava sob administração portuguesa e que são oito, incluindo Ataúro”, disse.

Vasco Carrascalão considerou ainda que o acordo aeronáutico assinado esta semana entre Timor-Leste e a Indonésia abre caminho para a criação da companhia aérea timorense.(macauhub)
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«Cooperação portuguesa tem de se ajustar à rápida evolução timorense»

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Notícias Lusófonas- 29-Jul-2010

O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Gomes Cravinho, disse hoje que a cooperação portuguesa precisa de se ajustar aos desafios que a rápida evolução de Timor-Leste está a colocar.

Gomes Cravinho falava aos jornalistas em Díli, após uma reunião com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Zacarias Albano da Costa, com quem debateu o novo Plano Indicativo de Cooperação (PIC), a vigorar a partir de 2011.

“Há novidades a introduzir, na medida em que Timor, felizmente, é um Estado em rápida evolução, em que os desafios se vão renovando e aparecendo novos, a que a Cooperação Portuguesa tem de saber ajustar-se”, declarou.

Quanto às “novidades”, que não concretizou, deixou antever que a cooperação económica deverá ganhar expressão no novo PIC: “Timor está num processo de crescimento económico acelerado, o que é muito interessante para os agentes económicos. O que nós temos de fazer a esse respeito é ajudar a criar condições, como a linha de crédito e acordos de natureza jurídica e administrativa, que facilitem o envolvimento do empresariado português.

“Nessa matéria, é uma grande alegria para Portugal ver Timor-Leste a consolidar-se e a crescer como país, no concerto das nações”, disse.

Confrontado com a demora na abertura da linha de crédito a Timor-Leste, Gomes Cravinho respondeu que “o processo está andar bem”, havendo “apenas algumas questões técnicas a resolver” e que “a abertura será muito em breve”.

Já quanto às principais áreas que têm marcado a cooperação portuguesa, o secretário de Estado garantiu que haverá “um grau de continuidade bastante grande na Língua e na Justiça”, mas mesmo aí haverá mudanças.

“Verificamos que as preocupações de há três anos não são as de hoje. O “modus operandi” e o que são exigências de organização e os recursos necessários têm de ser ajustados. Estou bastante orgulhoso do trabalho que tem sido feito, mas os próximos anos não serão iguais aos últimos e há ajustamentos a fazer”, disse.

“Portugal não pretende ter um papel preponderante, mas sim contribuir, dentro das nossas possibilidades, para o desenvolvimento de Timor-Leste e vamos procurar fazê-lo de várias maneiras, incluindo em domínios em que temos uma clara mais-valia, de que o caso da Língua e da Justiça são paradigmáticos”, reforçou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros timorense, Zacarias da Costa, disse que o encontro serviu para analisar questões relativas à cooperação bilateral, “que vão desde as preocupações em relação ao investimento na Língua Portuguesa em Timor-Leste, a outras áreas em que Portugal tem estado envolvido, como a justiça, agricultura e segurança”.

“Fizemos uma avaliação e perspectivámos o futuro. O investimento e aposta na Língua tem sido importante, com resultados, mas é também importante avançarmos muito mais e podemos trabalhar juntos para consolidar a Língua Portuguesa em Timor”, concluiu.

Gomes Cravinho iniciou hoje uma visita de cinco dias a Timor-Leste, tendo ainda previsto encontros com vários membros do Governo e inaugura na quinta feira um memorial ao sargento-ajudante da GNR Ermenegildo Marques, falecido em serviço, num acidente de viação, em Junho.

Do programa do secretário de Estado, faz ainda parte um encontro com o secretário geral do maior partido da oposição FRETILIN, Mari Alkatiri, e uma deslocação ao distrito de Baucau.
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Comércio da China com Países de Língua Portuguesa aumenta 77 por cento com Brasil e Angola a liderarem os negócios

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MacauHub-2010-07-29

Macau, China, 29 Jul - O comércio entre a China e os Países de Língua Portuguesa aumentou 77 por cento no primeiro semestre de 2010 para 41 688 milhões de dólares face a igual período de 2009, indicam dados oficiais hoje divulgados.

De acordo com estatísticas dos Serviços de Alfândega da China, o Brasil, com 26 391 milhões de dólares de trocas comerciais - dos quais 16 073 milhões de dólares resultaram de vendas à China- mantém-se como o principal parceiro da República Popular da China com um aumento de negócios da ordem dos 60 por cento até Junho.

A China exportou para o Brasil mercadorias no valor de 10 317 milhões de dólares, uma subida de 104 por cento face ao primeiro semestre de 2009.

Angola é o segundo maior parceiro chinês no âmbito dos oito países de língua Portuguesa, tendo alcançado trocas comerciais no valor de 13 450 milhões de dólares até Junho, mais 133 por cento face a igual período de 2009.

As vendas angolanas fixaram-se em 12 545 milhões de dólares -na sua maioria petróleo-, mais 185 por cento do no primeiro semestre de 2009 e as vendas da China em 905 milhões de dólares, menos 34 por cento face a igual período do ano passado.

Para Portugal, o terceiro parceiro comercial da China, seguiram mercadorias chinesas no valor de 1187 milhões de dólares, contra compras chinesas de 334 milhões de dólares, valores que traduzem aumentos de 40 por cento e 74 por cento, respectivamente.

Até Junho, as trocas comerciais entre Portugal e a China atingiram os 1521 milhões de dólares, mais 46 por cento do que em igual período de 2009.

Angola e Timor-Leste registaram as maiores subidas percentuais nas trocas comerciais com a República Popular da China, de 133 por cento e 132 por cento, respectivamente, enquanto que São Tomé e Príncipe, que não tem relações diplomáticas com Pequim, teve a subida mais ligeira, de 8,7 por cento.

Entre Janeiro e Junho todos os oito Países de Língua Portuguesa registaram acréscimos no volume de trocas comerciais com a China, segundo a informação disponibilizada no portal do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Paises de Língua Portuguesa (Macau)

As importações da China junto dos oito países aumentaram 80 por cento nos primeiros seis meses do ano para 29 014 milhões de dólares ao mesmo tempo que o volume das exportações chinesas registou uma subida homóloga de 70 por cento para 12 674 milhões de dólares.(macauhub)
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CIDADÃOS DE TIMOR LESTE DEPARAM COM NOVA CRISE DE SUBALIMENTAÇÃO

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Por Nurfadhilla Kamarul- 28 de julho de 2010- Channel News Asia -Tradução de TIMOR HAU NIAN DOBEN

Timor-Leste: Quatro anos após a agitação social que irrompeu em Timor Leste, a população depara-se agora com uma nova crise, a subalimentação.

Organizações Não Governamentais (ONG'S), bem como o governo estão a aumentar esforços para reduzir este problema.

Estima-se que mais de 40 por cento das crianças com menos de seis anos de idade em Timor Leste, sofrem de subnutrição crónica.

Como parte dos esforços atuais, o governo pretende distribuir 50 mil pacotes de arroz para os pobres este ano.

No ano passado, mais de 100.000 pacotes de arroz foram distribuídos às famílias pobres em Timor Leste.

Mais ONGs estão a realizar programas de alimentos nutritivos para as crianças com menos de seis anos de idade.

Por exemplo, o Jardim de Infância Agape fornece aos alunos leite, alimentos frescos e vitamina C, no âmbito do seu programa de nutrição.

O Jardim de Infância foi inaugurado em 2003 pela Fundação Ágape, uma ONG das Filipinas que está associada à Singapore International Foundation, com o objetivo de melhorar as necessidades educativas das crianças na zona rural de Fatumasi.

Wennie Fernandez, diretora do Jardim de Infância Agape, em Fatumasi, disse, "no primeiro dia eu pedi-lhes para virem e trazerem comida ou uma merenda, e apenas duas meninas trouxeram os seus lanches. Uma trouxe pão e a outra trouxe um ovo cozido. O resto das crianças apenas trouxe água."

"Quando eu vi a garrafa de água, a água não estava clara... não era água potável. O nosso coração ficou partido, quase choramos. Oitenta por cento das crianças são subalimentadas aqui." - CNA / ms
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CATHOLIC CHURCH IS IMPORTANT PILAR IN NATION BUILDING:GUSMAO

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Diario Nacional, July 28, 2010 language source: Tetun

Prime Minister Xanana Gusmao said the Catholic Church was an important pillar in the country’s resistance time and in nation building for independence.

Catholic Church plays an important role in the country’s resistance and Independence period,” Gusmao said.

The prime minister made the comments during a speech marking ceremony for first laying foundation of the bishop residence construction in Maliana.

Gusmao said the Government he led was committed to helping the Catholic Church in the country.

Meanwhile, Bishop for Maliana Diocese, Norberto Amaral expressed thanks to the Government for its contribution to the church.
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I WILL CAPTURE THEM:GUSMAO

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Diario Nacional, July 28, 2010 language source: Tetun

Prime Minister Xanana Gusmao has called on the local residents in Kovalima district to help the Timorese National Police (PNTL) in hunting down “Ninja” groups led by the CPD-RDTL and Buamalus that aimed to destabilize the country.

Gusmao made the comments during a closing ceremony for police operations in Kovalima and Bobonaro district last Friday.

Gusmao also thanked and congratulated the local residents in the area, as they had helped the police during its operations.
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CITIZENS OF EAST TIMOR NOW FACING NEW CRISIS OF MALNUTRITION

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By Nurfadhilla Kamarul- 28 July 2010- Channel News Asia

TIMOR LESTE: Four years after social unrest swept through Timor Leste, the people are now facing a new crisis - malnutrition.

And non-governmental organisations (NGOs) as well the government are stepping up efforts to curb this problem.

It is estimated that more than 40 per cent of children under the age of six in Timor Leste suffer from chronic malnutrition.

As part of current efforts, the government hopes to distribute 50,000 packets of rice to the poor this year.

Last year, more than 100,000 packets of rice were given out to poor families in Timor Leste.

And more NGOs are carrying out nutritional food programmes for children under the age of six.

For instance, the Agape Kindergarten provides students with milk, fresh food and Vitamin C under its nutrition programme.

The kindergarten was opened in 2003 by Agape Foundation, an NGO from the Philippines and a partner of the Singapore International Foundation, with the aim of improving the educational needs of young children in rural Fatumasi.

Wennie Fernandez, director, Agape Kindergarten - Fatumasi, said: "The first day I asked them to come and bring food or snacks, only two girls brought their snacks. One brought bread and the other brought a hard-boiled egg. And the rest just brought water.

"When I saw the bottle of water, it was not clear water....it was not portable water. And our heart was broken, we almost cried. 80 per cent of the children here are malnourished." - CNA/ms
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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

TIMOR STILL AWAITS PM'S PLAN

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LINDSAY MURDOCH IN DARWIN, July 29, 2010- The Sydney Morning Herald

THREE weeks after Julia Gillard announced a plan to send asylum seekers to East Timor, the government in Dili says it is still waiting for details.

"So far we have not received any concrete proposal from the Australian government," East Timor's Foreign Minister, Zacarias Albano da Costa, told the Herald yesterday.

Mr da Costa said no negotiations or meetings were scheduled. "It is up to Australia … we are hearing about this mostly through the Australian media."

The Prime Minister and the Foreign Affairs Minister, Stephen Smith, have repeatedly said talks about setting up a regional processing centre for asylum seekers in East Timor are under way, although no formal decision could be taken while the government was in caretaker mode before the election.

But Mr da Costa confirmed that Australian officials who travelled to Dili a few days after Ms Gillard's announcement only flagged her government's preference to build the centre in East Timor and provided no details.

The officials did not meet any government minister or the President, Jose Ramos-Horta, who was overseas.

The only contact Ms Gillard has had with East Timor's leaders to discuss the plan was one telephone call to Dr Ramos-Horta, who holds a largely ceremonial position.

The Prime Minister, Xanana Gusmao, has declined to accept a telephone call from Ms Gillard to talk about the centre, which has been emphatically rejected by all of East Timor's political parties.

Mr da Costa said East Timor remains open to consider any proposal from Australia, but it was East Timor's view that the asylum seeker issue requires a regional solution through the regional forum on people-smuggling, called the Bali process, that was established in 2002.

Thirty-two countries have participated in forum.

After meeting Indonesia's Foreign Minister, Marty Natalegawa, in Dili, Mr da Costa said Indonesia had indicated it would call a meeting of the Bali process by the end of the year.

Reporters in Dili quoted Dr Natalegawa as saying Indonesia also had not received any concrete proposal from Australia about a regional centre.

"We haven't said anything to them," Dr Natalegawa said. "Our position remains the same, that Australia, Timor-Leste [East Timor] and other countries have to consider this issue through the appropriate forum."

The opposition spokesman on immigration, Scott Morrison, said yesterday it was clear the government did not intend to act on the East Timor plan.

''Julia Gillard has been exposed again as a no-show when it comes to her never, never solution for the offshore processing centre in East Timor,'' he said.

''There's no proposal that's even on the table; it's been several weeks now.''

The opposition says the government should reopen an Australian-built centre on Nauru where asylum seekers were sent under the Howard government's so-called Pacific solution.
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ACORDO COM INDONÉSIA PODE GERAR TIMOR-LESTE AIRLINES

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Dinheiro Digital- Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

O acordo aeronáutico assinado terça feira entre Timor-Leste e a Indonésia abre caminho para a criação de uma companhia aérea timorense, que deverá envolver investidores portugueses, disse hoje à Lusa um dos promotores do projeto.

Vasco Carrascalão da Silva, juntamente com o luso moçambicano Mário Gonçalves, ambos radicados na Austrália, são os rostos do projeto «Timor-Leste Airlines» (TLA), que aguarda pela aprovação do governo timorense.

Sobre o acordo aeronáutico com a Indonésia, Vasco Carrascalão explicou que «esses acordos terão de ser feitos com todos os países para onde a companhia irá voar. Aliás, a vantagem de uma companhia de bandeira é precisamente a do direito à reciprocidade.

Diário Digital / Lusa
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EXPLICARAM A HORTA O QUE SIGNIFICA CPLP?

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PEDRO MATOS em,TIMOR LOROSAE NAÇÃO - diário

SOBRE A GUINÉ EQUATORIAL

Há uma semana o Sr. Ramos Horta, que até recebeu um prémio Nobel da Paz (que terá feito ele para o merecer?!), veio dizer que via com bons olhos a entrada da Guiné Equatorial na CPLP porque a língua espanhola, oficial naquele país, era «quase um dialecto português».

Confesso que me ia desfazendo a rir! Mas depois percebi que o Sr. não estava a contar nenhuma anedota.

Como é que é possível que este Sr., que semeou o caos até conseguir chegar a Presidente da República de Timor-Leste, tenha tido o desplante de argumentar que a Guiné Equatorial, por ele, poderia aderir à CPLP porque é o único país africano cuja língua oficial é o espanhol?! Será que o Sr. Ramos Horta também equacionaria a adesão da Espanha e todos os países da América do Sul com base neste argumento?... Ou excluiria essa hipótese por não se tratarem de países africanos?

Será que lhe explicaram o que quer dizer CPLP?!

Sr. Ramos Horta, caso não saiba, CPLP é a sigla para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e não para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e Outros Dialectos Parecidos!

Mas o Sr. Ramos Horta sabe muito bem o que significa CPLP. Na verdade, lançou este argumento completamente absurdo porque não teve a coragem de dizer claramente que aprova a adesão da Guiné Equatorial por puro interesse económico - afinal é o 3º maior produtor de petróleo em solo africano.

Para o Sr. Ramos Horta até poderiam falar chinês desde que isso fosse sinónimo de dólares!

Parece-me que o dito Sr. além de esquecer a história do seu próprio país, esquece também um dos princípios pelos quais se rege a CPLP: «Primado da paz, da democracia, do estado de direito, dos direitos humanos e da justiça social»

Mas sobre a Guiné Equatorial, ainda que tenha adoptado a língua portuguesa como oficial (a 3ª), a Freedom House esclarece-nos e dá-nos todos os motivos para indeferir o pedido de adesão feito:

«Political Rights Score: 7
Civil Liberties Score: 7
Status: Not Free

Equatorial Guinea is not an electoral democracy and has never held credible elections. The 2009 presidential election reportedly featured intimidation by security forces and restrictions on foreign observers, among other irregularities. President Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, who won a new seven-year term, marked his 30th year in power in 2009, making him the longest-serving ruler in sub-Saharan Africa.

[...]

Equatorial Guinea is considered one of the most corrupt countries in the world. Obiang and members of his inner circle have amassed huge personal fortunes stemming from the oil industry. The president has argued that information on oil revenues is a state secret, resisting calls for transparency and accountability.

[...]

Academic freedom is also politically constrained, and self-censorship among faculty is common.

Freedoms of assembly and association are severely restricted, and political gatherings must have official authorization to proceed. There are no effective human rights organizations in the country, and the few international nongovernmental organizations are prohibited from promoting human rights. The constitution provides for the right to organize unions, but there are many legal barriers to collective bargaining.

[...]

The judiciary is not independent, and security forces generally act with impunity. Civil cases rarely go to trial, and military tribunals handle national security cases.

[...]

Obiang’s Mongomo clan, part of the majority Fang ethnic group, monopolizes political and economic power. Differences between the Fang and the Bubi are a major source of political tension that has often erupted into violence. Fang vigilante groups have been allowed to abuse Bubi citizens with impunity.

All citizens are required to obtain exit visas to travel abroad, and some opposition figures have been denied such visas. Those who do travel are sometimes subjected to interrogation on their return.

Constitutional and legal guarantees of equality for women are largely ignored, and violence against women is reportedly widespread.»
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ERROS MEUS...

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Vasco Graça Moura

Por VASCO GRAÇA MOURA-DN OPINIÃO

Eu tenho andado a dizer cobras e lagartos da CPLP, acrescentando que ela não serve rigorosamente para nada. Resolvi penitenciar-me e pedir desculpa pela minha rotunda obtusidade aos numerosos leitores que me seguem a prosa. Dito isto, passo a explicar para quer serve a conspícua organização.

A CPLP teve uma origem acidentada cujas peripécias vêm descritas, com algumas farpas certeiras a Mário Soares e mais uns subentendidos, no segundo volume da Autobiografia Política de Aníbal Cavaco Silva (pp. 445-448). Tratou-se, como aí se diz, de "uma iniciativa brasileira impulsionada entusiasticamente pelo embaixador do Brasil em Lisboa, José Aparecido de Oliveira".

Devo reconhecer que, ao longo de década e meia, e depois do referido ex-ministro da Cultura e diplomata brasileiro, a CPLP tem servido para ocupar intensivamente mais algumas estimáveis nulidades.

E assim, o ex-ministro guineense Domingos Simões Pereira, actual secretário executivo da CPLP, numa entrevista a um suplemento especial do semanário Sol, descreve o impacto que a organização tem na vida dos cidadãos: respiro fundo, ao constatar que a CPLP esteve presente aquando do atentado contra o Presidente da República de Timor-Leste e, na Guiné-Bissau, está "permanentemente em ligação com as autoridades desse país".

Estes substantíficos factos só por si já eram motivo para eu me sentir assaz reconfortado quanto aos vigorosos préstimos da CPLP. Até porque a real medida desse impacto, consabidamente igual a zero vírgula zero, é dada pelo Diário de Notícias de 24.7.10: "O recado mais forte da Cimeira foi dirigido à Guiné-Bissau, instada a libertar os detidos da intervenção militar de 1 de Abril"…

Acontece que eu também andei por aí a proclamar que algumas baratas tontas, à míngua de outras maneiras de matar o tempo, procuraram ressuscitar o defunto Acordo Ortográfico, nem isso conseguindo fazer de forma satisfatória. Erros meus, má fortuna, mau repente...

Que a CPLP continua a ser um dócil instrumento da política externa brasileira já se via, tanto da perspectiva histórica da sua própria criação como da perspectiva grotesca do Acordo Ortográfico que alguns dóceis serventuários de interesses brasileiros tanto aplaudem entre nós. Agora há mais:

Na reunião extraordinária do Conselho de Ministros da mesma bafejada organização de 31.3.2010, foi aprovado o Plano de Acção de Brasília para a Promoção, a Difusão e a Projecção da Língua Portuguesa, onde às tantas se lê esta mimosa afirmação:

"O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa não prevê a elaboração de vocabulário ortográfico comum, mas apenas de um vocabulário comum das terminologias científicas e técnicas, cuja existência, nos termos do Acordo, não está posta como condição prévia à sua aplicação."

Acontece que o Acordo Ortográfico estatui, logo no art.º 2º que "os Estados signatários tomarão, através das instituições e órgãos competentes, as providências necessárias com vista à elaboração, até 1 de Janeiro de 1993, de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa, tão completo quanto desejável e tão normalizador quanto possível, no que se refere às terminologias científicas e técnicas". A mesma previsão, salvo no tocante à data, figura no art.º 2 do Protocolo Modificativo de 17.7.98.

A CPLP serviu pois para a diplomacia portuguesa, em exercício analfabeto de alto nível, engolir esta evidente manifestação dos interesses de Brasília em acelerar as coisas sem qualquer observância do disposto naquele preceito, subscrevendo servilmente a falsidade de o Acordo não prever a elaboração de um vocabulário comum…

Quem verga a espinha perante o Brasil invocando a irreversibilidade de se tratar de 150 milhões de habitantes, esquecendo que, do lado oposto do Atlântico, há mais de 50 milhões que falam a mesma língua, para justificar a necessidade do Acordo, agora admitiu também a inclusão na agenda da Cimeira do que nunca nela devia ter figurado: a pretensão de a Guiné Equatorial entrar na CPLP, apenas porque isso corresponde a interesses geoestratégicos do Brasil no Atlântico Sul.

A CPLP serviu para lançar o processo e a diplomacia, mais uma vez, edulcorou ominosamente as coreografias pertinentes cobrindo-se de um ridículo definitivo. Agora a Gronelândia, a Coreia do Norte e o Burkina-Fasso têm as maiores probabilidades de ser incluídos numa próxima agenda.

E depois a questão da Guiné Equatrial nem ficou resolvida, nem foi varrida de vez do horizonte.

Talvez a CPLP também sirva exactamente para ajudar ainda mais o Brasil nessa petrolífera matéria…
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VETERAN, PEDRO BELO AND STL IS NOT A BIG PROBLEM:GUSMAO

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Suara Timor Loro Sa’e, July 27, 2010 language source: Tetun

Prime Minister Xanana Gusmao said problem between the country’s veterans, Police Commander, Pedro Belo and Suara Timor Loro Sa’e was not a big problem, but was sparked by certain people.

“This other people’s will, as they want to create instability in the country,” Gusmao said.

Gusmao affirmed that Timor-Leste was currently in a mouth-war with the Woodside Company; therefore people had to be careful with the people that would try to divide the country’s people.

Gusmao stressed that these people used the opportunity to spark the problem for creating instability in the country.
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E.TIMOR PRESIDENT: NO REFUGEE CENTRE PLANS

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AFP

DILI — East Timorese President Jose Ramos-Horta said Wednesday his country had "no plans" to build a detention centre for asylum seekers as proposed by Australia, but remained open to discuss the idea.

"The government of Timor-Leste has no plans to build or authorise a processing centre to be opened in Timor-Leste," he told AFP, using his tiny country's formal name.

"It's not true that we have any plan to build a centre. What's true is that my government and I are studying the idea and proposal by the Australian government and then we'll see whether Timor-Leste will accept it.

"We're keeping an open mind. We'll decide after we hear the details."

Foreign Minister Zacarias Albano da Costa said Canberra had yet to clarify its position three weeks after Australian Prime Minister Julia Gillard revealed surprise plans to ship asylum-seekers to impoverished East Timor.

The proposal, seen as a bid to strengthen Gillard's credentials on immigration and border security ahead of August 21 polls, has been slated by East Timorese lawmakers but the country's leaders have not ruled it out.

"So far we haven't received any concrete proposal from Australia. We haven't said anything to them," da Costa told reporters late Tuesday after a meeting in Dili with his Indonesian counterpart, Marty Natalegawa.

"Our position remains the same, that Australia, Timor-Leste and other countries in the region have to consider this issue through an appropriate forum."

Australia's foreign minister held talks in Indonesia on July 15 to try to muster regional support for the initiative, amid general confusion about Canberra's intentions.

Natalegawa said more discussions were needed.

"We need to have more conversation, to be better informed, to be better appreciated," he said.

Gillard has made the offshore processing centre a pillar of her election strategy, while admitting it had not been approved by any of the potential host countries including East Timor.

Asylum seekers are a sensitive issue in Australia and the near-daily arrival of undocumented boats from Asia -- usually with the help of Indonesian traffickers -- has put immigration to the fore of the election campaign.

Copyright © 2010 AFP.
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EAST TIMOR: IT NEEDS "TIME AND PRESSURE TO ACHIEVE JUSTICE" SAYS AUSTRALIAN HISTORIAN

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Clinton Fernandes

PRM - LUSA, Paris, France 27/07/2010 – Translated to English by ROSÁRIO PEDRUCO

East Timor "will require a combination of time and pressure" to do justice to the crimes of the past, said today an Australian historian to the Lusa agency.

"It was the case with the independence struggle", said Clinton Fernandes, an historian at the University of New South Wales in Sydney (Australia), a specialist in the history of East Timor during the Indonesian occupation and in the decade after the 1999 referendum.

Clinton Fernandes commented on the conviction by a court in Phnom Penh, on Monday, of a former chief of the Khmer Rouge in Cambodia, the first ever issued against a person responsible for the crimes of the Pol Pot regime.

Recognizing that "there hasn’t been any other international tribunal in Asia," Clinton Fernandes acknowledged, however, that "a future tribunal for crimes against humanity in East Timor should definitely not repeat the experience of Cambodia."

The court that judges crimes of the Khmer Rouge in Phnom Penh " involved political interference from the Cambodian government, infighting between national and international staff, corruption and inefficiency", accused the Australian historian, interviewed by Lusa from Paris.

At the same time, “the only legal innovation appears to be the appearance of "civil parties," who applied for reparations and whose lawyers acted as additional prosecutors", said Clinton Fernandes.

"The struggle for Justice is not a contest between Indonesians and East Timorese", stressed the historian.

"It is a contest between those people who want justice and those who would allow impunity to continue", explained Clinton Fernandes, the author of several books on the occupation and independence of East Timor and known militant for the creation of an instance that judge crimes committed in the country since 1975.

"I am in favour of an international criminal tribunal for crimes against humanity committed by the Indonesian military," he said.

Regarding the policy of reconciliation with Indonesia in recent years followed by the Timorese authorities, Clinton Fernandes believes that, “the Timorese government believes it cannot carry a heavy diplomatic burden on its own."

"The task ahead is therefore to create the conditions in which a future East Timorese government can insist upon its right", which can be done in a "realistic” way, says the Australian expert.

The international tribunal in Phnom Penh on Monday condemned Kaing Guek Eav, or "Duch", 67, former responsible of the central prison in the capital during the rule of the Khmer Rouge, the S21, to 35 years in prison for "murder, torture and crimes against humanity.”

The process of "Duch", controversial and laborious, took place during 77 sessions in court for over a year. Approximately 120 000 people have died in prison S21, the two million victims of Pol Pot regime between 1975 and 1979.

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