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Por ZIZI TIMOR OAN
Hoje, dia 28 de novembro de 2010, Timor Leste comemora o 35º aniversário da Proclamação da Independência, uma data que para nós, Povo Maubere, nos faz transbordar de alegria e orgulho.
A Independência do solo Maubere foi onerosa para nós e salvo raríssimas exceções, quase todas as famílias timorenses perderam um ou mais membros da sua linhagem em prol desta causa nobre, a Independência da nossa amada Pátria, Timor Lorosae.
A todos os nossos heróis e mártires (muitas vezes esquecidos), presto aqui, a minha singela mas muito sentida homenagem, e deixo, mais uma vez, o meu profundo agradecimento. MUITO OBRIGADA, MEUS IRMÃOS!
Sem mais palavras , deixo um poema de um herói, mártir e poeta timorense, Francisco Borja da Costa, para todos nós, hoje, cogitarmos no verdadeiro significado, e o monumental valor da palavra INDEPENDÊNCIA para Timor Leste e para o seu nobre povo.
VIVA TIMOR LESTE! VIVA O POVO MAUBERE!

Por ZIZI TIMOR OAN
Hoje, dia 28 de novembro de 2010, Timor Leste comemora o 35º aniversário da Proclamação da Independência, uma data que para nós, Povo Maubere, nos faz transbordar de alegria e orgulho.
A Independência do solo Maubere foi onerosa para nós e salvo raríssimas exceções, quase todas as famílias timorenses perderam um ou mais membros da sua linhagem em prol desta causa nobre, a Independência da nossa amada Pátria, Timor Lorosae.
A todos os nossos heróis e mártires (muitas vezes esquecidos), presto aqui, a minha singela mas muito sentida homenagem, e deixo, mais uma vez, o meu profundo agradecimento. MUITO OBRIGADA, MEUS IRMÃOS!
Sem mais palavras , deixo um poema de um herói, mártir e poeta timorense, Francisco Borja da Costa, para todos nós, hoje, cogitarmos no verdadeiro significado, e o monumental valor da palavra INDEPENDÊNCIA para Timor Leste e para o seu nobre povo.
VIVA TIMOR LESTE! VIVA O POVO MAUBERE!
UM MINUTO DE SILÊNCIO
Francisco Borja da Costa - Poeta, mártir e herói timorense
Calai
Montes
Vales e fontes
Regatos e ribeiros
Pedras dos caminhos
E ervas do chão,
Calai
Calai
Pássaros do ar
E ondas do mar
Ventos que sopram
Nas praias que sobram
De terras de ninguém,
Calai
Calai
Canas e bambus
Árvores e “ai-rús”
Palmeiras e capim
Na verdura sem fim
Do pequeno Timor,
Calai
Calai
Calai-vos e calemo-nos
POR UM MINUTO
É tempo de silêncio
No silêncio do tempo
Ao tempo de vida
Dos que perderam a vida
Pela Pátria
Pela Nação
Pelo Povo
Pela Nossa
Libertação
Calai – um minuto de silêncio…
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