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João Francisco Pinto, em Macau - 15/11/10 - ECONÓMICO
O Fundo de Petróleo timorense está disposto a investir 10% dos seus activos na compra da dívida portuguesa.
Timor-Leste juntou-se à China na lista dos países asiáticos que estão disponíveis para comprar dívida pública portuguesa. O presidente de Timor-Leste, José Ramos Horta, disse ontem em Macau que a nação asiática quer diversificar as aplicações do Fundo de Petróleo através da compra de dívida soberana de vários países, nomeadamente de Portugal.
O Diário Económico apurou que o Fundo de Petróleo timorense está, neste momento, avaliado em cerca de sete mil milhões de dólares (5,1 mil milhões de euros). No entanto, de acordo com a lei que criou este fundo, 90% tem obrigatoriamente de ser aplicado na compra de títulos do tesouro dos EUA. Assim, Timor-Leste não disporá de mais de 700 milhões de dólares (511 milhões de euros) para adquirir dívida soberana portuguesa.
Mas Timor admite levar mais longe os seus investimentos em Portugal. Assim, na lista de compras estão empresas na área das telecomunicações e energias renováveis. Ramos Horta teve este Domingo, um encontro com José Socrates, mas o líder timorense recusou-se a revelar se o tema foi abordado. Sócrates deverá visitar em breve Timor-Leste.
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João Francisco Pinto, em Macau - 15/11/10 - ECONÓMICO
O Fundo de Petróleo timorense está disposto a investir 10% dos seus activos na compra da dívida portuguesa.
Timor-Leste juntou-se à China na lista dos países asiáticos que estão disponíveis para comprar dívida pública portuguesa. O presidente de Timor-Leste, José Ramos Horta, disse ontem em Macau que a nação asiática quer diversificar as aplicações do Fundo de Petróleo através da compra de dívida soberana de vários países, nomeadamente de Portugal.
O Diário Económico apurou que o Fundo de Petróleo timorense está, neste momento, avaliado em cerca de sete mil milhões de dólares (5,1 mil milhões de euros). No entanto, de acordo com a lei que criou este fundo, 90% tem obrigatoriamente de ser aplicado na compra de títulos do tesouro dos EUA. Assim, Timor-Leste não disporá de mais de 700 milhões de dólares (511 milhões de euros) para adquirir dívida soberana portuguesa.
Mas Timor admite levar mais longe os seus investimentos em Portugal. Assim, na lista de compras estão empresas na área das telecomunicações e energias renováveis. Ramos Horta teve este Domingo, um encontro com José Socrates, mas o líder timorense recusou-se a revelar se o tema foi abordado. Sócrates deverá visitar em breve Timor-Leste.
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