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22 de Novembro de 2010 - sapo.tl
Díli, 22 nov (Lusa) -- Um Comité Diretivo, que integrará representantes do Governo timorense e da ONU vai ser criado para planear a saída das Nações Unidas de Timor-Leste, prevista para depois das eleições de 2012, anunciou hoje fonte oficial.
A decisão de criar um Comité Diretivo para a transição foi tomada na sequência de uma reunião entre a representante especial do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ameerah Haq, acompanhada de outros responsáveis da Missão das Nações Unidas (UNMIT) e o Governo timorense.
De acordo com informação do Executivo de Timor-Leste, "o Conselho de Ministros decidiu que irão ser estabelecidos pontos focais (quer pela UNMIT, quer pelo Governo) para a formação de um Comité Diretivo que irá planear e desenvolver a transição".
A reunião do Governo com Ameerah Haq destinou-se a "ouvir os planos da organização para a saída da Missão da Organização das Nações Unidas em Timor-Leste do país, programada para os anos 2011 e 2012, tendo em conta as eleições de 2012".
"A transição das responsabilidades ainda assumidas pela UNMIT para as autoridades nacionais requer planeamento, organização e coordenação entre ambas as partes -- ONU e Governo da República Democrática de Timor-Leste -- para que esta retirada se processe de forma estruturada de forma a mitigar possíveis efeitos que possam advir desta saída, que irá decorrer ao longo dos próximos dois anos", justifica um comunicado do Conselho de Ministros.
Atualmente, a Missão das Nações Unidas mantém em Timor-Leste 1480 polícias e 33 oficiais militares de ligação, 352 colaboradores do pessoal civil internacional, 898 colaboradores civis locais e 173 voluntários.
A UNMIT foi estabelecida em agosto de 2006 por resolução do Conselho de Segurança, na sequência da crise política, humanitária e de segurança que eclodiu em Timor-Leste nos meses de abril e maio daquele ano.
A missão recebeu mandato para apoiar o Governo na "consolidação da estabilidade, valorizando uma cultura de governação democrática", e para facilitar o diálogo político entre as partes envolvidas, com vista ao processo de reconciliação nacional e a fomentar a coesão social.
MSO.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim
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22 de Novembro de 2010 - sapo.tl
Díli, 22 nov (Lusa) -- Um Comité Diretivo, que integrará representantes do Governo timorense e da ONU vai ser criado para planear a saída das Nações Unidas de Timor-Leste, prevista para depois das eleições de 2012, anunciou hoje fonte oficial.
A decisão de criar um Comité Diretivo para a transição foi tomada na sequência de uma reunião entre a representante especial do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ameerah Haq, acompanhada de outros responsáveis da Missão das Nações Unidas (UNMIT) e o Governo timorense.
De acordo com informação do Executivo de Timor-Leste, "o Conselho de Ministros decidiu que irão ser estabelecidos pontos focais (quer pela UNMIT, quer pelo Governo) para a formação de um Comité Diretivo que irá planear e desenvolver a transição".
A reunião do Governo com Ameerah Haq destinou-se a "ouvir os planos da organização para a saída da Missão da Organização das Nações Unidas em Timor-Leste do país, programada para os anos 2011 e 2012, tendo em conta as eleições de 2012".
"A transição das responsabilidades ainda assumidas pela UNMIT para as autoridades nacionais requer planeamento, organização e coordenação entre ambas as partes -- ONU e Governo da República Democrática de Timor-Leste -- para que esta retirada se processe de forma estruturada de forma a mitigar possíveis efeitos que possam advir desta saída, que irá decorrer ao longo dos próximos dois anos", justifica um comunicado do Conselho de Ministros.
Atualmente, a Missão das Nações Unidas mantém em Timor-Leste 1480 polícias e 33 oficiais militares de ligação, 352 colaboradores do pessoal civil internacional, 898 colaboradores civis locais e 173 voluntários.
A UNMIT foi estabelecida em agosto de 2006 por resolução do Conselho de Segurança, na sequência da crise política, humanitária e de segurança que eclodiu em Timor-Leste nos meses de abril e maio daquele ano.
A missão recebeu mandato para apoiar o Governo na "consolidação da estabilidade, valorizando uma cultura de governação democrática", e para facilitar o diálogo político entre as partes envolvidas, com vista ao processo de reconciliação nacional e a fomentar a coesão social.
MSO.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim
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