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De Margarida Cotrim (LUSA)
Díli, 15 nov (Lusa) -- O Presidente de Timor-Leste e Nobel da Paz, José Ramos-Horta, fez hoje "um apelo enérgico" aos Estados Unidos e à União Europeia, na sequência da libertação de Aung San Suu Kyi, para levantarem as sanções contra a Birmânia.
Falando à chegada a Díli, no regresso de Macau onde participou no Fórum da China com os países da CPLP, Ramos-Horta aproveitou para saudar a libertação da opositora ao regime militar birmanês, "finalmente, depois de tantos apelos pelo mundo fora, ao longo de anos", mas defendeu o levantamento das sanções àquele país.
"É preciso também felicitar e encorajar o regime militar por esse gesto e faço um apelo enérgico aos Estados Unidos e à Europa para considerarem, nem que seja gradualmente ao longo dos próximos 12 meses, o levantamento das sanções contra Myanmar", declarou.
© 2010 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
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De Margarida Cotrim (LUSA)
Díli, 15 nov (Lusa) -- O Presidente de Timor-Leste e Nobel da Paz, José Ramos-Horta, fez hoje "um apelo enérgico" aos Estados Unidos e à União Europeia, na sequência da libertação de Aung San Suu Kyi, para levantarem as sanções contra a Birmânia.
Falando à chegada a Díli, no regresso de Macau onde participou no Fórum da China com os países da CPLP, Ramos-Horta aproveitou para saudar a libertação da opositora ao regime militar birmanês, "finalmente, depois de tantos apelos pelo mundo fora, ao longo de anos", mas defendeu o levantamento das sanções àquele país.
"É preciso também felicitar e encorajar o regime militar por esse gesto e faço um apelo enérgico aos Estados Unidos e à Europa para considerarem, nem que seja gradualmente ao longo dos próximos 12 meses, o levantamento das sanções contra Myanmar", declarou.
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