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Lindsay Murdoch - 4 de novembro de 2010 - The Sydney Morning Herald - Tradução de ZIZI TIMOR OAN
Austrália vai retirar tropas de Timor Leste em 2012 - seis anos após centenas de militares terem chegado àquele país, que é metade de uma ilha, para aquietar a revolta violenta.
Os líderes de Timor Leste, incluindo o Presidente José Ramos Horta decidiram acabar com a implantação da Força Internacional de Estabilização (FIE) comandada pela Austrália, após as eleições em 2012 porque a situação de segurança do país se estabilizou, disse Duarte Nunes, o presidente parlamentar da comissão de Defesa e Segurança de Timor Leste.''
Eles vão deixar o país em 2012, neste momento o número do FIE é reduzido no nosso país, uma vez que a situação é calma,''disse o Dr. Nunes aos jornalistas timorenses.
Nenhum anúncio sobre a planejada retirada foi feito pelo governo de Gillard ou pela Força de Defesa Australiana.
Um porta-voz da Defesa disse na noite passada que não poderia comentar sobre quando as tropas seriam retiradas e as perguntas deveriam ser encaminhadas para o governo timorense.
Entretanto, o Dr. Ramos Horta disse a um repórter da AAP, em Díli, que ele não pretende recandidatar-se à presidência nas eleições de 2012 e irá assumir o papel de mentor, após 40 anos de militância para os timorenses.
Dr. Ramos Horta, que passou 24 anos no exílio e foi baleado por um soldado rebelde em 2008, tem desempenhado um papel importante na mediação de conflitos entre os rivais políticos em Díli e foi a força motriz por trás de uma série de projetos para impulsionar o desenvolvimento económico do país bem como o turismo.
Existem 400 militares da Austrália e Nova Zelândia a servir em Timor Leste na Força de Estabilização Internacional, que tem dado formação militar em Timor Leste nos últimos 18 meses.
Mas o Dr. Ramos Horta disse à AAP que a sua decisão de renunciar é uma expressão de confiança que a estabilidade e a ordem serão mantidas no país.

Lindsay Murdoch - 4 de novembro de 2010 - The Sydney Morning Herald - Tradução de ZIZI TIMOR OAN
Austrália vai retirar tropas de Timor Leste em 2012 - seis anos após centenas de militares terem chegado àquele país, que é metade de uma ilha, para aquietar a revolta violenta.
Os líderes de Timor Leste, incluindo o Presidente José Ramos Horta decidiram acabar com a implantação da Força Internacional de Estabilização (FIE) comandada pela Austrália, após as eleições em 2012 porque a situação de segurança do país se estabilizou, disse Duarte Nunes, o presidente parlamentar da comissão de Defesa e Segurança de Timor Leste.''
Eles vão deixar o país em 2012, neste momento o número do FIE é reduzido no nosso país, uma vez que a situação é calma,''disse o Dr. Nunes aos jornalistas timorenses.
Nenhum anúncio sobre a planejada retirada foi feito pelo governo de Gillard ou pela Força de Defesa Australiana.
Um porta-voz da Defesa disse na noite passada que não poderia comentar sobre quando as tropas seriam retiradas e as perguntas deveriam ser encaminhadas para o governo timorense.
Entretanto, o Dr. Ramos Horta disse a um repórter da AAP, em Díli, que ele não pretende recandidatar-se à presidência nas eleições de 2012 e irá assumir o papel de mentor, após 40 anos de militância para os timorenses.
Dr. Ramos Horta, que passou 24 anos no exílio e foi baleado por um soldado rebelde em 2008, tem desempenhado um papel importante na mediação de conflitos entre os rivais políticos em Díli e foi a força motriz por trás de uma série de projetos para impulsionar o desenvolvimento económico do país bem como o turismo.
Existem 400 militares da Austrália e Nova Zelândia a servir em Timor Leste na Força de Estabilização Internacional, que tem dado formação militar em Timor Leste nos últimos 18 meses.
Mas o Dr. Ramos Horta disse à AAP que a sua decisão de renunciar é uma expressão de confiança que a estabilidade e a ordem serão mantidas no país.
"Pode ter chegado a hora de seguir em frente, de me afastar, para que os outros possam fazer o seu dever".
"Mesmo se eu deixar a política, isso não significa que eu irei abandonar a nova geração que irá assumir (a liderança do país)."
A AAP noticiou que o Dr. Ramos Horta tem realizado uma série de reuniões sobre a presidência com figuras ligadas à Fretilin, o partido político que perdeu o poder em 2006, incluindo o antigo primeiro-ministro, Mari Alkatiri, e a ex esposa do Dr. Ramos Horta, Ana Pessoa Pinto.
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