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Diário Digital - terça-feira, 19 de Outubro de 2010
O Presidente timorense, José Ramos-Horta, disse hoje recusar lições das Nações Unidas, que parecem ter esquecido do período em que administraram o território e não foi criado um tribunal internacional para sancionar os crimes realizados em Timor-leste.
Ramos-Horta reagiu hoje à preocupação do secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, em relação aos indultos que o Presidente timorense concedeu aos que atentaram contra a sua própria vida em 2008, contidas no relatório divulgado na segunda feira sobre a Missão da ONU em Timor-Leste (UNMIT) e que vai ser hoje apreciado pelo Conselho de Segurança, em Nova Iorque.
Os indultos presidenciais a militares condenados em Timor-Leste podem levar a população a acreditar que a Justiça favorece os membros das forças de segurança, alertou o secretário geral das Nações Unidas.
Diário Digital / Lusa
Imagem de, OneThousandWords.
Diário Digital - terça-feira, 19 de Outubro de 2010
O Presidente timorense, José Ramos-Horta, disse hoje recusar lições das Nações Unidas, que parecem ter esquecido do período em que administraram o território e não foi criado um tribunal internacional para sancionar os crimes realizados em Timor-leste.
Ramos-Horta reagiu hoje à preocupação do secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, em relação aos indultos que o Presidente timorense concedeu aos que atentaram contra a sua própria vida em 2008, contidas no relatório divulgado na segunda feira sobre a Missão da ONU em Timor-Leste (UNMIT) e que vai ser hoje apreciado pelo Conselho de Segurança, em Nova Iorque.
Os indultos presidenciais a militares condenados em Timor-Leste podem levar a população a acreditar que a Justiça favorece os membros das forças de segurança, alertou o secretário geral das Nações Unidas.
Diário Digital / Lusa
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