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20 de Outubro de 2010 - sapo.tl
Nova Iorque, 19 out (Lusa) -- O membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas esperam visitar Díli no final de novembro, oportunidade para consultas sobre a "estratégia de saída" da missão da ONU no país (UNMIT).
"Timor-Leste está a entrar num período crucial, que vai ajudar a determinar se ultrapassou de maneira sustentável as fraquezas politicas e institucionais que contribuíram para incidentes em 2006", afirmou hoje a representante do secretário geral, Ameerah Haq, no Conselho de Segurança reunido em Nova Iorque.
"Dado o progresso feito até hoje e a firmeza dos líderes" timorenses, do governo e da oposição, "acredito que está a ser feito um trabalho que vai contribuir para a estabilidade", afirmou Haq.
A representante adiantou ter decidido recentemente com as autoridades de Dili que também no final novembro terá lugar a primeira reunião do mecanismo conjunto de planeamento da transição da UNMIT.
O mandato da missão termina em fevereiro do próximo ano, quando será reavaliado o progresso no país e possíveis reduções de efetivos e meios.
O primeiro ministro Xanana Gusmão irá fazer o briefing ao Conselho de Segurança na próxima reunião, segundo adiantou a representante do secretário geral.
"A transição é uma reconfiguração das atividades da missão dentro das áreas do seu mandato para garantir que, quando a UNMIT se retirar -- e vai retirar-se --, fez todo o possível para garantir o sucesso futuro das instituições do Estado", adiantou.
A Missão já transferiu para a polícia timorense as responsabilidades de policiamento de 10 dos 13 distritos do país, e está a focar-se na capacitação do Estado e forças de segurança timorenses.
Para Haq, as eleições nacionais de 2012 "serão o primeiro teste significativo para a PNTL".
A representante dos Estados Unidos, Brooke Anderson, saudou o início do planeamento para a saída da UNMIT e os "progressos significativos" expressos no último relatório, hoje apresentado por Haq.
Governo e ONU devem preparar uma "transição gradual, metódica e consciente", adiantou a "número dois da missão norte-americana".
"A planeada missão do Conselho de Segurança a Timor-Leste, no final de novembro será uma boa base para os membros do Conselho e governo considerarem a estratégia de saída" da UNMIT, afirmou o embaixador japonês, Tsuneo Nishida.
A embaixadora brasileira, Maria Luiza Ribeiro Viotti, defendeu uma extensão do mandato da UNMIT que permita "uma presença de paz à medida dos desafios que permanecem, especialmente as eleições vindouras".
"Devemos tirar lições dos acontecimentos de 2006, reconhecendo e estimulando a presença no terreno", disse.
Os progressos políticos e socioeconómicos e a transferência pacífica de responsabilidades de patrulhamento "mostram que a UNMIT se está a tornar numa história de sucesso completa", mas é preciso "ficar até ao fim, completando de uma maneira sustentável um bom trabalho".
Por seu lado, a embaixadora timorense, Sofia Borges, pediu a manutenção do apoio da comunidade internacional, face aos "muitos desafios" que o jovem país enfrenta.
PDF.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim
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20 de Outubro de 2010 - sapo.tl
Nova Iorque, 19 out (Lusa) -- O membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas esperam visitar Díli no final de novembro, oportunidade para consultas sobre a "estratégia de saída" da missão da ONU no país (UNMIT).
"Timor-Leste está a entrar num período crucial, que vai ajudar a determinar se ultrapassou de maneira sustentável as fraquezas politicas e institucionais que contribuíram para incidentes em 2006", afirmou hoje a representante do secretário geral, Ameerah Haq, no Conselho de Segurança reunido em Nova Iorque.
"Dado o progresso feito até hoje e a firmeza dos líderes" timorenses, do governo e da oposição, "acredito que está a ser feito um trabalho que vai contribuir para a estabilidade", afirmou Haq.
A representante adiantou ter decidido recentemente com as autoridades de Dili que também no final novembro terá lugar a primeira reunião do mecanismo conjunto de planeamento da transição da UNMIT.
O mandato da missão termina em fevereiro do próximo ano, quando será reavaliado o progresso no país e possíveis reduções de efetivos e meios.
O primeiro ministro Xanana Gusmão irá fazer o briefing ao Conselho de Segurança na próxima reunião, segundo adiantou a representante do secretário geral.
"A transição é uma reconfiguração das atividades da missão dentro das áreas do seu mandato para garantir que, quando a UNMIT se retirar -- e vai retirar-se --, fez todo o possível para garantir o sucesso futuro das instituições do Estado", adiantou.
A Missão já transferiu para a polícia timorense as responsabilidades de policiamento de 10 dos 13 distritos do país, e está a focar-se na capacitação do Estado e forças de segurança timorenses.
Para Haq, as eleições nacionais de 2012 "serão o primeiro teste significativo para a PNTL".
A representante dos Estados Unidos, Brooke Anderson, saudou o início do planeamento para a saída da UNMIT e os "progressos significativos" expressos no último relatório, hoje apresentado por Haq.
Governo e ONU devem preparar uma "transição gradual, metódica e consciente", adiantou a "número dois da missão norte-americana".
"A planeada missão do Conselho de Segurança a Timor-Leste, no final de novembro será uma boa base para os membros do Conselho e governo considerarem a estratégia de saída" da UNMIT, afirmou o embaixador japonês, Tsuneo Nishida.
A embaixadora brasileira, Maria Luiza Ribeiro Viotti, defendeu uma extensão do mandato da UNMIT que permita "uma presença de paz à medida dos desafios que permanecem, especialmente as eleições vindouras".
"Devemos tirar lições dos acontecimentos de 2006, reconhecendo e estimulando a presença no terreno", disse.
Os progressos políticos e socioeconómicos e a transferência pacífica de responsabilidades de patrulhamento "mostram que a UNMIT se está a tornar numa história de sucesso completa", mas é preciso "ficar até ao fim, completando de uma maneira sustentável um bom trabalho".
Por seu lado, a embaixadora timorense, Sofia Borges, pediu a manutenção do apoio da comunidade internacional, face aos "muitos desafios" que o jovem país enfrenta.
PDF.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim
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1 comentários:
The UN is totally accountable for the autrocities that are being practiced by not only the PNTL and FDTL, but, also the government itself. The UN is quick to point out weaknesses, however, the question is; if Timor is in such a way, what the F-CK has the UN been doing for the last 10 years? It has just been a decade of sucking out money to pay UN officials who have turned Timor into a enviable private business of their own. Timor has become a "employment center" for undesirable, incompetent, unqualified internationals, many of whom, come from third world nations that are at war and in a total mess themselves!Even bigger mess than Timor!
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