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26 de Outubro de 2010 - sapo.tl
O Bispo da Diocese de Baucau, D. Basilio do Nascimento, considera que Timor-Leste ainda não é independente porque foram as outras nações que resolveram o problema interno do nosso país.
“Somos independentes, mas não concordamos com esta designação. Ficamos parados no tempo e outras pessoas vieram resolver o nosso problema”, afirmou ontem durante o Senado dos Liurais, em Dili. D. Basilio acrescentou ainda que Timor-Leste ainda espera que aconteçam milagres.
“Com a existência de diversas religiões, aparecem diferentes misticismos, gerando uma panóplia de invenções. O que as pessoas necessitam é de um bom líder. Não estou a condenar o que de bem ou de mal se fez. As pessoas são fanáticas, mas não praticantes como católicos. São eles que matam, que roubam, que destroem”, conclui.

26 de Outubro de 2010 - sapo.tl
O Bispo da Diocese de Baucau, D. Basilio do Nascimento, considera que Timor-Leste ainda não é independente porque foram as outras nações que resolveram o problema interno do nosso país.
“Somos independentes, mas não concordamos com esta designação. Ficamos parados no tempo e outras pessoas vieram resolver o nosso problema”, afirmou ontem durante o Senado dos Liurais, em Dili. D. Basilio acrescentou ainda que Timor-Leste ainda espera que aconteçam milagres.
“Com a existência de diversas religiões, aparecem diferentes misticismos, gerando uma panóplia de invenções. O que as pessoas necessitam é de um bom líder. Não estou a condenar o que de bem ou de mal se fez. As pessoas são fanáticas, mas não praticantes como católicos. São eles que matam, que roubam, que destroem”, conclui.
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1 comentários:
Sr Bispo,
Pensamos que se a igreja continuar a resistir o rítimo das mudanças no país ela vai ficar por traz.
A presença de outras religiões oferece mais escolha. Para além disso, estas religiões não são como a católica muita restricta, desinformado das mudanças, alheia aos sofrimentos e fechar dos olhos aos abusos.
A igreja católica em Timor-Leste deve olhar para o passado, como durante a ocupação indonésia para reflectir os seus sucessos na atracção de ‘rebanhos’. Timor-Leste estava numa altura em que o povo podia aderir as outras religiões trazidas pelos ocupantes. Mas este povo converteu a religião católica por ser a única instituição religiosa a defender os seus direitos. Uma vez, uma Indonésia batida e retirada do solo timorense, a igreja deve oferecer alternativas e ir ao encontro das necessidades deste povo, oferecendo alternativas e nunca estar desinteressado e observar o sol a pairar.
Diz-se ‘que não só do pão vive o homem’ mas se não tiver o homem nada serve o pão. Em outras palavras, nada vale uma instituição se ela não serve os interesses de quem participa, neste caso os católicos timorenses. Se há uma crise de consciência é porque os condutores daquela consciência estão num outro mundo. Para que isso não aconteça a igreja católica deve ir ao reboque das mudanças, mais activa na vida diária dos seus rebanhos e não ficar apenas na plataforma a assitir o combaio da mudança a ppassar.
Sr Bispo e igreja católica, vem aí o comboio de mudança! Vem a bordo e não fique a olhar!
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