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HELDER SEMEDO em, TIMOR LOROSAE NAÇÃO - diário
PARLAMENTARES DISCUTEM O SEXO DOS ANJOS
Desde sempre, após o regresso de Ramos Horta do hospital de Darwin, onde foi operado com sucesso aos ferimentos causados pelo atentado à sua vida na manhã de 11 de Fevereiro de 2008, que se fala no perdão presidencial a Gastão Salsinha e aos alegados rebeldes que o acompanharam, actualmente condenados e presos em Becora. Depois de varias peripécias, em que Ramos Horta por razões legais se viu impossibilitado de libertar Salsinha, continua a ser tema de conversa e notícia o “perdão” presidencial, sendo evidente que Salsinha só não está em liberdade e a fazer a sua vida normalmente por impossibilidade do presidente em tornar realidade o que negociou e prometeu em 2008 ao próprio Salsinha nos encontros que de modo ilegal manteve com o encarcerado: libertar o próprio e restante grupo a troco de falsas declarações e assumpção de responsabilidades que não lhe cabem nem aos seus homens na manhã de 11 de Fevereiro de 2008.
Quer Ramos Horta, quer Xanana Gusmão, concorreram em falsas declarações detetadas e desmascaradas ao longo do julgamento do caso 11 de Fevereiro de 2008 que decorreu no Tribunal Distrital de Díli. Ficou então ali demonstrado que nem aconteceu atentado ao primeiro ministro Xanana Gusmão em Balibar, como aquele desde a primeira hora alegou, nem Marcelo Caetano, um dos homens de Salsinha, disparou contra Ramos Horta como aquele falsamente alegou quando disse reconhecê-lo. Na verdade, quer as acusações de atentado do grupo Salsinha em Balibar à viatura do PM, quer Marcelo Caetano ter sido o atirador encapuçado que quase matou o PR, caíram por terra em tribunal e isso mesmo foi reconhecido pelo Tribunal de Recurso, que só por uma questão de conluio com os poderosos políticos manipuladores do aparelho de justiça tem mantido dentro das grades e muros da prisão de Becora inocentes do que haviam sido acusados, pactuando em últimas evidencias que assim decidiu para escamotear a verdade de factos e de responsabilidades de Ramos Horta e de Xanana Gusmão. entre outros, na armadilha preparada naquela manhã para atrair Alfredo Reinado a casa do PR e executá-lo, o que aconteceu.
LER NA INTEGRA EM TLN – semanário
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PARLAMENTARES DISCUTEM O SEXO DOS ANJOS
Desde sempre, após o regresso de Ramos Horta do hospital de Darwin, onde foi operado com sucesso aos ferimentos causados pelo atentado à sua vida na manhã de 11 de Fevereiro de 2008, que se fala no perdão presidencial a Gastão Salsinha e aos alegados rebeldes que o acompanharam, actualmente condenados e presos em Becora. Depois de varias peripécias, em que Ramos Horta por razões legais se viu impossibilitado de libertar Salsinha, continua a ser tema de conversa e notícia o “perdão” presidencial, sendo evidente que Salsinha só não está em liberdade e a fazer a sua vida normalmente por impossibilidade do presidente em tornar realidade o que negociou e prometeu em 2008 ao próprio Salsinha nos encontros que de modo ilegal manteve com o encarcerado: libertar o próprio e restante grupo a troco de falsas declarações e assumpção de responsabilidades que não lhe cabem nem aos seus homens na manhã de 11 de Fevereiro de 2008.
Quer Ramos Horta, quer Xanana Gusmão, concorreram em falsas declarações detetadas e desmascaradas ao longo do julgamento do caso 11 de Fevereiro de 2008 que decorreu no Tribunal Distrital de Díli. Ficou então ali demonstrado que nem aconteceu atentado ao primeiro ministro Xanana Gusmão em Balibar, como aquele desde a primeira hora alegou, nem Marcelo Caetano, um dos homens de Salsinha, disparou contra Ramos Horta como aquele falsamente alegou quando disse reconhecê-lo. Na verdade, quer as acusações de atentado do grupo Salsinha em Balibar à viatura do PM, quer Marcelo Caetano ter sido o atirador encapuçado que quase matou o PR, caíram por terra em tribunal e isso mesmo foi reconhecido pelo Tribunal de Recurso, que só por uma questão de conluio com os poderosos políticos manipuladores do aparelho de justiça tem mantido dentro das grades e muros da prisão de Becora inocentes do que haviam sido acusados, pactuando em últimas evidencias que assim decidiu para escamotear a verdade de factos e de responsabilidades de Ramos Horta e de Xanana Gusmão. entre outros, na armadilha preparada naquela manhã para atrair Alfredo Reinado a casa do PR e executá-lo, o que aconteceu.
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