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ROMANO PRATES em,TIMOR LOROSAE NAÇÃO-diário
“Em Timor Leste foi elevado à indecência quase tudo que não presta numa sociedade e país a nascerem. Se o país vivia numa constante indecência durante o domínio indonésio, roubo, extorsão, corrupção, crimes de sangue, etc., assim continua.”
Dizia-me há dias um amigo, sempre empenhado em estar bem informado sobre Timor Leste, que talvez seja cedo para nos sentirmos desiludidos com o percurso feito por Timor na última década e que provavelmente estamos a ser muito pessimistas sobre o futuro do país. De certeza que muitos de nós desejamos que assim seja e principalmente os timorenses, que por lá passam as estopinhas para sobreviver.
Não acredito que estejamos a ser pessimista acerca do futuro do país nem que a última década não nos tenha proporcionado razões bastantes para todo este pessimismo. Repare-se em tudo que tem acontecido antes e após ter sido declarada a independência e logo perceberemos que existem muitas razões para julgarmos que o futuro de Timor está mais que comprometido. Não só pelo péssimo desempenho da ONU e dos países doadores e cooperantes mas principalmente pela soberba dos principais cidadãos timorenses que já se adivinhava serem a elite quando chegasse a hora da libertação do domínio ditatorial e militar indonésio.
Devemos compreender que a inexperiência dos líderes timorenses que ao longo de mais de duas décadas encabeçaram a luta de libertação não pode nem deve ser encarada como total responsável pelo actual mau estado da nação timorense. Seria suposto que durante o período de transição a ONU desempenhasse perfeita e exemplarmente a tarefa de começar a reconstrução do país observando as regras modernas, imprescindiveis e sustentáveis de desenvolvimento a todos os níveis e não fazer como fez, improvisar, esbanjar recursos, fazer errado – excepto no que diz respeito a garantir sempre as avultadas verbas pagas a supostos funcionários credenciados, a técnicos, a funcionários da ONU e, ou, contratados, que, qual esponja gigante, absorveram e absorvem milhões de dólares americanos sem que tenham merecido ou mereçem agora. Nem hoje, depois de tantos erros cometidos, a maioria dos que integram a folha de pagamentos da UNMIT e agências merecem receber as “fortunas” que recebem. Só porque os seus desempenhos, salvo excepções, carecem de interesse e competência. Por nada mais.
Dez anos após a presença da ONU em Timor-Leste o que vimos? Vimos que a ONU e os dirigentes timorenses receberam um país destruído e um povo carente de tudo excepto da vontade de serem livres, independentes. E são livres? E são independentes? Teoricamente sim.
A ONU não soube aproveitar a destruição causada pelos indonésios, milícias e sem serem milícias, e gastou (junto com os doadores) desnecessariamente fortunas em habitações indignas desse nome, sem observar os mais elementares preceitos arquitectónicos e urbanísticos. Deu a impressão, quase certeza, de que houve, pela parte dos que iam “construindo”, interesse na anarquia arquitectónica e urbanística, quase sempre declarada de “construção provisória”. Aos timorenses, a Timor Leste, às cidades, a Díli, tal confusão só tem sido prejudicial. Não por acaso a Lei dos Solos ainda não está regulamentada. Não por acaso surgiu um plano director feito sobre o joelho. Não por acaso, a capital, Díli, mais que outra qualquer cidade timorense, está soterrada na grande balbúrdia que os técnicos de primeira hora e seguintes, até hoje, primaram por levar avante. Se tal tarefa fracassou, fácil será entender porque razão o país está a fracassar e é um logro. Em Timor Leste quase tudo é provisório.
O sentimento do provisório também invadiu e invade muitos dos estrangeiros que trabalham para a ONU e suas agências ou parceiros estratégicos. Porque a oportunidade de terem vencimentos mensais como nunca imaginaram é provisória vão mostrando que têm por objectivo sorver o mais possível dos milhões postos à disposição antes que a fonte seque. Por vezes até parece que fazem tudo provisoriamente porque assim prolongam o tempo em que são necessários. Se o espírito é esse, pobre Timor, pobres timorenses, pobres cidadãos dos países doadores. Pobres dos que estão a alimentarem uma máquina técnica e burocraticamente (talvez) emperrada para benefício de alguns privilegiados – regra geral estrangeiros.
Por essas e por muitas outras razões Timor Leste é um logro calculado. Por essas e por outras razões os dirigentes timorenses estão a aprender pela negativa a arte de governar, de fazer política, de salvaguardar a democracia, a justiça, o progresso social, a estabilidade… Ao olharmos para a ONU que tem permanecido em Timor (também noutros países e conflitos) o exemplo é péssimo.
Em Timor Leste foi elevado à indecência quase tudo que não presta numa sociedade e país a nascerem. Se o país vivia numa constante indecência durante o domínio indonésio, roubo, extorsão, corrupção, crimes de sangue, etc., assim continua. Não de modo tão flagrante. Porque não existem estudos que possam quantificar estatisticamente esses crimes podemos acreditar nos que afirmam que actualmente ainda é pior porque a realidade é como um icebergue e a enorme parte está submersa naquilo que apelidam de submundo do crime. Porque muito do que se passa a esse nível são crimes, pese embora a quase ausência de consciência por via da sistemática cultura da impunidade.
É evidente que a dolorosa realidade timorense da actualidade é fruto dos maus métodos da ONU no país. Até porque é frequente ouvirmos dizer em vários dialectos que “aquilo que nasce torto tarde ou nunca se endireita”. Mas a classe dirigente timorense também é só por si uma grande decepção. Por razões várias já documentadas mas principalmente por desonestidade e incompetência. Acrescidas de soberba, arrogância e frequentes falsidades. Quando os actuais dirigentes no poder transformam crimes que cometeram em silêncios, em chantagens, em pressões, em segredos de estado, em falsos interesses nacionais, sem reconhecerem que praticaram crimes, estão a dar péssimos exemplos, estão a cimentar a cultura da impunidade, da alienação da consciência de prática de crimes, da alienação da justiça, da democracia, do estado de direito. Ou seja: estão a fazer do país um terrível logro. Só por isso Timor Leste está mal como está; não será por existir mais ou menos dinheiro que vai melhorar. Só atitudes adequadas podem extingui-lo. O caos foi plantado e é visto como algo já normal, por mais que o pretendam ocultar ele é evidente. Só atitudes honestas, corretas e adequadas podem extingui-lo.
Perante a realidade poderemos ainda ter alguma boa esperança?
Foto montagem de,One ThousandWords
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ROMANO PRATES em,TIMOR LOROSAE NAÇÃO-diário
“Em Timor Leste foi elevado à indecência quase tudo que não presta numa sociedade e país a nascerem. Se o país vivia numa constante indecência durante o domínio indonésio, roubo, extorsão, corrupção, crimes de sangue, etc., assim continua.”
Dizia-me há dias um amigo, sempre empenhado em estar bem informado sobre Timor Leste, que talvez seja cedo para nos sentirmos desiludidos com o percurso feito por Timor na última década e que provavelmente estamos a ser muito pessimistas sobre o futuro do país. De certeza que muitos de nós desejamos que assim seja e principalmente os timorenses, que por lá passam as estopinhas para sobreviver.
Não acredito que estejamos a ser pessimista acerca do futuro do país nem que a última década não nos tenha proporcionado razões bastantes para todo este pessimismo. Repare-se em tudo que tem acontecido antes e após ter sido declarada a independência e logo perceberemos que existem muitas razões para julgarmos que o futuro de Timor está mais que comprometido. Não só pelo péssimo desempenho da ONU e dos países doadores e cooperantes mas principalmente pela soberba dos principais cidadãos timorenses que já se adivinhava serem a elite quando chegasse a hora da libertação do domínio ditatorial e militar indonésio.
Devemos compreender que a inexperiência dos líderes timorenses que ao longo de mais de duas décadas encabeçaram a luta de libertação não pode nem deve ser encarada como total responsável pelo actual mau estado da nação timorense. Seria suposto que durante o período de transição a ONU desempenhasse perfeita e exemplarmente a tarefa de começar a reconstrução do país observando as regras modernas, imprescindiveis e sustentáveis de desenvolvimento a todos os níveis e não fazer como fez, improvisar, esbanjar recursos, fazer errado – excepto no que diz respeito a garantir sempre as avultadas verbas pagas a supostos funcionários credenciados, a técnicos, a funcionários da ONU e, ou, contratados, que, qual esponja gigante, absorveram e absorvem milhões de dólares americanos sem que tenham merecido ou mereçem agora. Nem hoje, depois de tantos erros cometidos, a maioria dos que integram a folha de pagamentos da UNMIT e agências merecem receber as “fortunas” que recebem. Só porque os seus desempenhos, salvo excepções, carecem de interesse e competência. Por nada mais.
Dez anos após a presença da ONU em Timor-Leste o que vimos? Vimos que a ONU e os dirigentes timorenses receberam um país destruído e um povo carente de tudo excepto da vontade de serem livres, independentes. E são livres? E são independentes? Teoricamente sim.
A ONU não soube aproveitar a destruição causada pelos indonésios, milícias e sem serem milícias, e gastou (junto com os doadores) desnecessariamente fortunas em habitações indignas desse nome, sem observar os mais elementares preceitos arquitectónicos e urbanísticos. Deu a impressão, quase certeza, de que houve, pela parte dos que iam “construindo”, interesse na anarquia arquitectónica e urbanística, quase sempre declarada de “construção provisória”. Aos timorenses, a Timor Leste, às cidades, a Díli, tal confusão só tem sido prejudicial. Não por acaso a Lei dos Solos ainda não está regulamentada. Não por acaso surgiu um plano director feito sobre o joelho. Não por acaso, a capital, Díli, mais que outra qualquer cidade timorense, está soterrada na grande balbúrdia que os técnicos de primeira hora e seguintes, até hoje, primaram por levar avante. Se tal tarefa fracassou, fácil será entender porque razão o país está a fracassar e é um logro. Em Timor Leste quase tudo é provisório.
O sentimento do provisório também invadiu e invade muitos dos estrangeiros que trabalham para a ONU e suas agências ou parceiros estratégicos. Porque a oportunidade de terem vencimentos mensais como nunca imaginaram é provisória vão mostrando que têm por objectivo sorver o mais possível dos milhões postos à disposição antes que a fonte seque. Por vezes até parece que fazem tudo provisoriamente porque assim prolongam o tempo em que são necessários. Se o espírito é esse, pobre Timor, pobres timorenses, pobres cidadãos dos países doadores. Pobres dos que estão a alimentarem uma máquina técnica e burocraticamente (talvez) emperrada para benefício de alguns privilegiados – regra geral estrangeiros.
Por essas e por muitas outras razões Timor Leste é um logro calculado. Por essas e por outras razões os dirigentes timorenses estão a aprender pela negativa a arte de governar, de fazer política, de salvaguardar a democracia, a justiça, o progresso social, a estabilidade… Ao olharmos para a ONU que tem permanecido em Timor (também noutros países e conflitos) o exemplo é péssimo.
Em Timor Leste foi elevado à indecência quase tudo que não presta numa sociedade e país a nascerem. Se o país vivia numa constante indecência durante o domínio indonésio, roubo, extorsão, corrupção, crimes de sangue, etc., assim continua. Não de modo tão flagrante. Porque não existem estudos que possam quantificar estatisticamente esses crimes podemos acreditar nos que afirmam que actualmente ainda é pior porque a realidade é como um icebergue e a enorme parte está submersa naquilo que apelidam de submundo do crime. Porque muito do que se passa a esse nível são crimes, pese embora a quase ausência de consciência por via da sistemática cultura da impunidade.
É evidente que a dolorosa realidade timorense da actualidade é fruto dos maus métodos da ONU no país. Até porque é frequente ouvirmos dizer em vários dialectos que “aquilo que nasce torto tarde ou nunca se endireita”. Mas a classe dirigente timorense também é só por si uma grande decepção. Por razões várias já documentadas mas principalmente por desonestidade e incompetência. Acrescidas de soberba, arrogância e frequentes falsidades. Quando os actuais dirigentes no poder transformam crimes que cometeram em silêncios, em chantagens, em pressões, em segredos de estado, em falsos interesses nacionais, sem reconhecerem que praticaram crimes, estão a dar péssimos exemplos, estão a cimentar a cultura da impunidade, da alienação da consciência de prática de crimes, da alienação da justiça, da democracia, do estado de direito. Ou seja: estão a fazer do país um terrível logro. Só por isso Timor Leste está mal como está; não será por existir mais ou menos dinheiro que vai melhorar. Só atitudes adequadas podem extingui-lo. O caos foi plantado e é visto como algo já normal, por mais que o pretendam ocultar ele é evidente. Só atitudes honestas, corretas e adequadas podem extingui-lo.
Perante a realidade poderemos ainda ter alguma boa esperança?
Foto montagem de,One ThousandWords
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5 comentários:
Pessoas invejosos aos heróis da Pátria que de dia a dia vão ganhando a confiança do povo, por ter o governo tenha tido fazer tanto evolução durante estes últimos anos. Portanto estão cada vez mais preocupados que o povo não vão alinhar a estes estúpidos que sempre andavam a gozar nos estrangeiros, nomeadamente em Moçambique, Portugal e Austrália, sem ter sensibilização sobre o sofrimento do povo maubere com os seus líderes e combatentes na linha da frente armada e clandestina que nunca tiveram receio nenhum face aos invasores indonésios. Estes blogs representam os frustrados dos que querem só participar na vertente governação depois de ter o país libertado pelos heróis de Falintil (Comando da luta e seus membros, quadros e o povo maubere em si. Melhor vocês regressarem à Portugalou Moçambique, porque estes líderes que voçês andam a criticar, são líderes que estão no fundo do coração da maioria do povo maubere. Eles sabem distinguir quem são os verdadeiros defensores do povo maubere e seu bem estar. Aqueles que estão a gritar forte e feio só para a ganância ao poder, mas no poder nunca mostra o bom senso face a solução dos problemas diários do povo maubere. São Mistiços e puros raças estranhas sem ter ligação sanguína com o povo maubere que estão a criticar os líderes que andavam a lutar corpo e alma contra os ocupantes e que também foram presos durante dezenas de anos na priosão dos invasores. O povo maubere e bibere sabem distinguir, não são parvos como o povo moçambicano, que nunca lutaram pela libertação da sua pátria como o povo mabere demostrou durante os 24 anos da ocupação.
TIMOR E TERRA DE CONTRADICAO
E ESTE ANONIMO PROVA-O BEM
POBRE DA MINHA NACAO
QUE PARVOS DESTE CALIBRE TEM
CADA CABECA A SUA SENTENCA
SE NAO NOTOU,VIVEMOS EM DEMOCRACIA
APANHAVA ZERO NO TESTE MENSA
POR TER ESCRITO TANTA DEMAGOGIA
ESPERO QUE TAMBEM NAO SEJA CEGO
E QUE VIVA NO NOSSO TIMOR
NAO VIVA COMO UM MORCEGO
E NAO SINTA NEHUMA DOR
POR FALAR EM GAMANCO
E UM POUCO NA LUTA ARMADA
JA MAIS PARECE UM PATO GANSO
ATRAS DE TODA A PATARADA
POR QUE LUTARAM CONTRA OS JAVANESES
NAO LHE DA O DIREITO A GAMAR
NEM UMA NEM MUITAS VEZES
VAMOS LA TODOS A ENXERGAR
AINDA POR CIMA E RACISTA
E UM GRANDE PAU MANDADO
DEVIA IR PARA CONTORSIONISTA
OH MEU GRANDE TAPADO
"Perante a realidade poderemos ainda ter alguma boa esperança?"
O grande PALERMA que escreveu esta verborreia mental sobre Timor deve ter sido um daqueles que durante a invasao Indonesia nunca teve qualquer esperanca de ver um dia Timor INDEPENDENTE porque tambem acreditava que a toda poderosa Indonesia jamais haveria de largar Timor.
Meu grande PALERMA, tu ens um pobrezito de espirito que nunca acredita em nada e desabafas as tuas magoas de veres que tu ou os teus camaradas ja nao tem o poder nas maos.
Mas acredita que enquanto vais derramando as tuas magoazitas, Timor e os Timorenses sempre avancaram e continuarao a avancar determinados rumo ao seu destino, um destino melhor do que tu alguma vez podes contemplar ou acreditar.
Tu e as tuas magoas, sao insignificantes e sem consequencia para o futuro de Timor e dos Timorenses.
VIVA TIMOR!!!
“O povo maubere e bibere sabem distinguir, não são parvos como o povo moçambicano, que nunca lutaram pela libertação da sua pátria como o povo mabere demostrou durante os 24 anos da ocupação.”
Um grande parvo e parvissimo a tentar re-escrever a história de Moçambique e dos moçambicanos! Já nem conhece a própria história dos timorenses já quer meter o nariz na história dos outros! Coitadinhos do lambe botas!
Infelizmente faço este comentário como anónimo, pois já fui bem penalizado por falar clara, objectiva e abertamente (o meu grande defeito, pelos vistos) sobre timor em vários fóruns e perante altas patentes, tanto durante o governo de Alkatiri como de Xanana.
Apesar de ter louvores de ambas as partes pelo meu desempenho, tanto no tempo dum como doutro estive para voltar a trabalhar (e não apenas para ganhar rios de dinheiro) em Timor, mas foi boicotado o meu regresso, por entidades de cá e de lá.
Por isso, a intenção de manter o anonimato prende-se com o facto de quando puder voltar a trabalhar em Timor o possa fazer como o fiz antes: com total independencia e fiel aos principios do bom profissionalismo: rigor, objectividade e transparencia.
Concordo plenamente com o que diz Romano Prates. E como diz o povo: pelo andamento do comboio ve-se o que lá vai dentro.
Com os actuais dirigentes (da oposição incluida), vai ser dificil (lenta e penosamente) Timor desenvolver-se.
Por aquilo que conheço, Timor só vai desenolver-se de forma equilibrada e sustentada quando/se:
a próxima geraçao de politicos timorenses aprender alguma coisa com os exemplos de paises, como Cabo Verde, que embora não tenha os recursos de Timor, se calhar por causa disso, tem vindo a dar lições de democracia e desenvolvimento;
a UNDP e o Banco Mundial sairem com os seus mamões, que, como eu vi e comentei a quem de direito, pouco fazem para aquilo que ganham;
a Austrália for posta no seu lugar;
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