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Jornal Nacional Semanário - 10 de Julho de 2010
O Primeiro-ministro Kay Rala Xanana Gusmão, emocionado, recebeu o Orçamento Rectificativo (OR), no Parlamento Nacional, na sexta-feira, dia 2, depois de ter sido aprovado com 39 votos a favor, 17 contra e 3 abstenções.
Do orçamento rectificativo aprovado para este ano (177.985 milhões de dólares americanos), destacam-se $ 58.470 milhões para bens e serviços, $34.201 milhões como capital de desenvolvimentos, $ 79.241 milhões para transferências publicas, $ 31.356 milhões para a implementação do Plano de Desenvolvimento de Descentralização.
Xanana Gusmão pegou no seu lenço e limpou as lágrimas e, com voz embargada, agradeceu a participação de todos os deputados e pediu-lhes, sobretudo à oposição, que continuem a " desenvolver o ambiente existente a fim de promover o sistema democrático" em Timor Leste.
" Agradeço muitos os momentos destas duas semanas (de discussão) aqui (no PN), e sinto que todo o povo apreciou e valorizou este processo e o nosso sistema democrático. (...) Gritaram uns com os outros...É verdade...Insultaram-se uns aos outros com a intenção de ofender, sem ética, com isto é que eu não concordo. Mas, na democracia, nós criticamos as atitudes que não são boas e todos nós estamos comprometidos com estas atitudes", declarou no seu discurso, Xanana Gusmão.
Em seguida acrescentou que todos os timorenses se devem sentir orgulhosos com o progresso existente, porque com a " capacidade" que têm, os timorenses conseguiram " escolher o caminho certo", tomar as rédeas e avançar.
Xanana prometeu que vai procurar meios para continuar a servir o povo e, em nome dos membros do Governo, reconheceu os erros que aconteceram. Mesmo assim, o PM Xanana Gusmão acrescentou que, enquanto um Estado novo, Timor Leste conseguiu ultrapassar com o seu trabalho muitas nações independentes há mais de 30 anos.
Ressalve-se que, durante toda a discussão, os deputados, sobretudo da oposição, criticaram fortemente o OR por considerarem a existência de interesses políticos pessoais sobrepostos ao do povo.
Todavia, também deram a contribuição com as suas propostas para tentar criar o bem-estar do povo e da nação. JNSemanário
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Jornal Nacional Semanário - 10 de Julho de 2010
O Primeiro-ministro Kay Rala Xanana Gusmão, emocionado, recebeu o Orçamento Rectificativo (OR), no Parlamento Nacional, na sexta-feira, dia 2, depois de ter sido aprovado com 39 votos a favor, 17 contra e 3 abstenções.
Do orçamento rectificativo aprovado para este ano (177.985 milhões de dólares americanos), destacam-se $ 58.470 milhões para bens e serviços, $34.201 milhões como capital de desenvolvimentos, $ 79.241 milhões para transferências publicas, $ 31.356 milhões para a implementação do Plano de Desenvolvimento de Descentralização.
Xanana Gusmão pegou no seu lenço e limpou as lágrimas e, com voz embargada, agradeceu a participação de todos os deputados e pediu-lhes, sobretudo à oposição, que continuem a " desenvolver o ambiente existente a fim de promover o sistema democrático" em Timor Leste.
" Agradeço muitos os momentos destas duas semanas (de discussão) aqui (no PN), e sinto que todo o povo apreciou e valorizou este processo e o nosso sistema democrático. (...) Gritaram uns com os outros...É verdade...Insultaram-se uns aos outros com a intenção de ofender, sem ética, com isto é que eu não concordo. Mas, na democracia, nós criticamos as atitudes que não são boas e todos nós estamos comprometidos com estas atitudes", declarou no seu discurso, Xanana Gusmão.
Em seguida acrescentou que todos os timorenses se devem sentir orgulhosos com o progresso existente, porque com a " capacidade" que têm, os timorenses conseguiram " escolher o caminho certo", tomar as rédeas e avançar.
Xanana prometeu que vai procurar meios para continuar a servir o povo e, em nome dos membros do Governo, reconheceu os erros que aconteceram. Mesmo assim, o PM Xanana Gusmão acrescentou que, enquanto um Estado novo, Timor Leste conseguiu ultrapassar com o seu trabalho muitas nações independentes há mais de 30 anos.
Ressalve-se que, durante toda a discussão, os deputados, sobretudo da oposição, criticaram fortemente o OR por considerarem a existência de interesses políticos pessoais sobrepostos ao do povo.
Todavia, também deram a contribuição com as suas propostas para tentar criar o bem-estar do povo e da nação. JNSemanário
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