Por ZÉ LABARIK
Histórias infantis, contos e Patoás para adormecer as criancinhas
Muitas centenas de anos atrás, havia num pais muito conhecido pela enormidade dos seus ratos, alguns chegavam a atingir próximo dos 6 kg, dois ratos de elite, mais conhecidos como o RATO QUE FOI PRESIDENTE e o PRESIDENTE QUE É UM RATO.
Ambos usavam uma ratologia caduca e tinham um prazer semelhante. Gostavam de ratas (feminino de rato).
Um tinha uma rata russa enquanto o outro segundo alguns círculos ratoforbios, tinha encomendado umas ratas da China.
O rato que foi presidente, na ocupação dos ratofundiários que durou cerca de 30 anos, chegou a comandar uma rato armada onde no estrangeiro o presidente que é um rato, era seu porta-voz e também conhecido como amante de ratazanas, e por isso foi distinguido como o Rato Citadino,enquanto o comandante da rato armada era conhecido como o rato periférico.
O rato que foi presidente, é um adepto com fervor das coisas rato-carnavalescas e, sempre que pode gosta de ir visitar os seus discípulos, onde o levam às costas, em paliçadas e cadeiras de bambu.
O presidente que é um rato, é um admirador de rato-jipes de marca Willys, e adquiri-os aos pares, sempre que a oportunidade lhe sorri.
Um belo dia, uma ratazana russa vizinha, pede-lhes para construírem um albergue de ratos indesejáveis, a fim de pôr cobro a uma grande praga de ratos migrantes de países vizinhos.
O presidente que é um rato disse logo que sim, pois ratazanas da terceira idade era um negócio da China e não deixaria passar a oportunidade.
Mas esqueceram-se de consultar o rato que foi presidente, que se afinou pró rato, com tal exclusão.
Depois de umas semanas de rato-conversa, decidiram construir dois albergues para ratos asilados, um no Norte para o rato que foi presidente e um no Sul para o presidente que é um rato.
Os ratoputados acharam que eram muito ratos para a camioneta deles, decidiram por ponto final ao ratofundiário dos presidentes rodentes.
E fizeram uma rato algazarra que foi de bradar ao mundo da bicharada.
Moral da história: Já deito ratos pelo olho fora!
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