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Timor Post, 23 de julho 2010- Tradução de TIMOR HAU NIAN DOBEN
Díli - O Presidente da Republica, José Ramos-Horta, como chefe de estado prometeu que iria colaborar com o Ministério Público (MP), e dar o seu depoimento no caso da libertação do ex comandante da milícia, Maternus Bere, em 30 de agosto de 2009. Horta disse que irá dar o seu testemunho quando for chamado pelo MP.
" Eu ainda vou colaborar muito com a justiça com as minhas competências de chefe de estado de modo a apoiar o sistema judiciário", declarou o chefe de estado aos jornalistas, na quinta-feira dia 22 de julho, depois de ter participado numa cerimónia de elevação de um poste simbólico no suco Camea Becora, Díli.
Horta disse que em relação à libertação do ex milícia do grupo Laksaur, Maternus, ele não poderia fazer declarações porque o primeiro-ministro, Kay Rala Xanana Gusmão, já fez os comentários na altura da Moção de Censura, no Parlamento Nacional (PN).
Em relação às perguntas dos jornalistas relativamente à coação feita por ele a Lúcia Lobato para esta libertar Maternus Bere, ele não quis fazer declarações porque este assunto já foi debatido na sua totalidade no PN.
Deste modo, a sua posição continua ser de apoio aos comentários do PM,mas não a 100%." Eu não comento coisas que competem ao tribunal. Estas coisas o primeiro-ministro já falou, como chefe de estado não me cabe dar respostas a isto."
"O momento chegará para eu avaliar todo o interesse nacional, eu penso que se devia fazer mais uma declaração à nação como aquela que eu fiz em agosto de 2009", disse.(Domingas Saldanha)
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Timor Post, 23 de julho 2010- Tradução de TIMOR HAU NIAN DOBEN
Díli - O Presidente da Republica, José Ramos-Horta, como chefe de estado prometeu que iria colaborar com o Ministério Público (MP), e dar o seu depoimento no caso da libertação do ex comandante da milícia, Maternus Bere, em 30 de agosto de 2009. Horta disse que irá dar o seu testemunho quando for chamado pelo MP.
" Eu ainda vou colaborar muito com a justiça com as minhas competências de chefe de estado de modo a apoiar o sistema judiciário", declarou o chefe de estado aos jornalistas, na quinta-feira dia 22 de julho, depois de ter participado numa cerimónia de elevação de um poste simbólico no suco Camea Becora, Díli.
Horta disse que em relação à libertação do ex milícia do grupo Laksaur, Maternus, ele não poderia fazer declarações porque o primeiro-ministro, Kay Rala Xanana Gusmão, já fez os comentários na altura da Moção de Censura, no Parlamento Nacional (PN).
Em relação às perguntas dos jornalistas relativamente à coação feita por ele a Lúcia Lobato para esta libertar Maternus Bere, ele não quis fazer declarações porque este assunto já foi debatido na sua totalidade no PN.
Deste modo, a sua posição continua ser de apoio aos comentários do PM,mas não a 100%." Eu não comento coisas que competem ao tribunal. Estas coisas o primeiro-ministro já falou, como chefe de estado não me cabe dar respostas a isto."
"O momento chegará para eu avaliar todo o interesse nacional, eu penso que se devia fazer mais uma declaração à nação como aquela que eu fiz em agosto de 2009", disse.(Domingas Saldanha)
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