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Stephen Fitzpatrick, Díli 8 de julho de 2010- The Australian - Tradução de ZIZI TIMOR OAN
O líder de Timor Leste, Xanana Gusmão, aconselhou hoje a Julia Gillard para não lhe telefonar diretamente para discutirem o plano dos requerentes de asilo, até que a ideia esteja totalmente consolidada.
O primeiro-ministro Xanana Gusmão, disse que estava atualmente "muito ocupado" com outros assuntos do governo, e que ele pediu ao presidente José Ramos Horta para continuar as discussões com a Sra. Gillard, e depois informar-lhe quando o plano estiver mais assente.
Mas o Sr. Gusmão deu um apoio condicional à proposta dos requerentes de asilo serem processados num centro regional baseado em Timor Leste.
Ele disse que está de "mente aberta" relativamente à proposta, mas avisou que ele precisaria de ver os detalhes da proposta da Senhora Gillard. Mesmo assim, ele disse numa conferência de imprensa em Díli, que o plano exigiria uma investigação aprofundada por parte do seu governo, e um longo debate no Parlamento antes de a medida poder prosseguir.
A Sra. Gillard foi acusada de não ter consultado corretamente Timor Leste sobre o seu plano para os refugiados dos barcos, e Tony Abbott disse que isso mostrou que o país estava a ser governado por amadores.
A Sra. Gillard deveria ter lidado com o primeiro-ministro de Timor Leste, e não com o presidente, pois, este não possui nenhuma função executiva, disse o líder da oposição.
"O fato de ela não saber disso e não ter pensado em perguntar demonstra francamente que temos amadores a liderar o governo australiano", disse ele.
Mas o Sr. Gusmão negou ter sido ofendido pela gafe diplomática da Sra. Gillard.
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Stephen Fitzpatrick, Díli 8 de julho de 2010- The Australian - Tradução de ZIZI TIMOR OAN
O líder de Timor Leste, Xanana Gusmão, aconselhou hoje a Julia Gillard para não lhe telefonar diretamente para discutirem o plano dos requerentes de asilo, até que a ideia esteja totalmente consolidada.
O primeiro-ministro Xanana Gusmão, disse que estava atualmente "muito ocupado" com outros assuntos do governo, e que ele pediu ao presidente José Ramos Horta para continuar as discussões com a Sra. Gillard, e depois informar-lhe quando o plano estiver mais assente.
Mas o Sr. Gusmão deu um apoio condicional à proposta dos requerentes de asilo serem processados num centro regional baseado em Timor Leste.
Ele disse que está de "mente aberta" relativamente à proposta, mas avisou que ele precisaria de ver os detalhes da proposta da Senhora Gillard. Mesmo assim, ele disse numa conferência de imprensa em Díli, que o plano exigiria uma investigação aprofundada por parte do seu governo, e um longo debate no Parlamento antes de a medida poder prosseguir.
A Sra. Gillard foi acusada de não ter consultado corretamente Timor Leste sobre o seu plano para os refugiados dos barcos, e Tony Abbott disse que isso mostrou que o país estava a ser governado por amadores.
A Sra. Gillard deveria ter lidado com o primeiro-ministro de Timor Leste, e não com o presidente, pois, este não possui nenhuma função executiva, disse o líder da oposição.
"O fato de ela não saber disso e não ter pensado em perguntar demonstra francamente que temos amadores a liderar o governo australiano", disse ele.
Mas o Sr. Gusmão negou ter sido ofendido pela gafe diplomática da Sra. Gillard.
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