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IOL Diário-21-06-2010
Acidente com militares da GNR fez um morto e um ferido
O primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, enviou uma carta de condolências ao seu homólogo português, José Sócrates, ao comando da GNR e à família do sargento-ajudante Hermenegildo Marques, que morreu num acidente em Manatuto.
«Foi com profundo pesar que tive conhecimento da morte do Sargento-Ajudante Hermenegildo Manuel Almeida Marques, chefe da equipa de inactivação de engenhos explosivos do Sub-Agrupamento Bravo da Guarda Nacional Republicana, sedeado em Timor-Leste», refere Xanana Gusmão na carta enviada a José Sócrates.
«O Sargento-Ajudante Marques deslocava-se para mais uma missão de serviço, uma das inúmeras que os militares da Guarda têm desempenhado ao longo do país, permitindo a recolha e posterior denotação de grandes quantidades de engenhos explosivos, acautelando, dessa forma, a segurança das populações», afirma Xanana Gusmão.
O primeiro-ministro timorense enaltece ainda o papel que a Guarda Nacional Republicana tem prestado, na última década, no país: «Um contributo notável para a normalização da situação de segurança interna de Timor-Leste, devendo-se aos seus militares, pela entrega, dedicação e sacrifício à causa pública, a circunstância de os timorenses viverem hoje em paz e segurança.»
«Permita-me, senhor primeiro-ministro, apresentar as minhas sentidas condolências por este trágico acontecimento, solicitando que estas sejam igualmente endereçadas à família do sargento-ajudante Hermenegildo Marques, que deu a vida ao serviço de Timor-Leste, bem como ao comando da Guarda Nacional Republicana», finaliza a carta de Xanana Gusmão, divulgada à Lusa pelo seu gabinete.
IOL Diário-21-06-2010
Acidente com militares da GNR fez um morto e um ferido
O primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, enviou uma carta de condolências ao seu homólogo português, José Sócrates, ao comando da GNR e à família do sargento-ajudante Hermenegildo Marques, que morreu num acidente em Manatuto.
«Foi com profundo pesar que tive conhecimento da morte do Sargento-Ajudante Hermenegildo Manuel Almeida Marques, chefe da equipa de inactivação de engenhos explosivos do Sub-Agrupamento Bravo da Guarda Nacional Republicana, sedeado em Timor-Leste», refere Xanana Gusmão na carta enviada a José Sócrates.
«O Sargento-Ajudante Marques deslocava-se para mais uma missão de serviço, uma das inúmeras que os militares da Guarda têm desempenhado ao longo do país, permitindo a recolha e posterior denotação de grandes quantidades de engenhos explosivos, acautelando, dessa forma, a segurança das populações», afirma Xanana Gusmão.
O primeiro-ministro timorense enaltece ainda o papel que a Guarda Nacional Republicana tem prestado, na última década, no país: «Um contributo notável para a normalização da situação de segurança interna de Timor-Leste, devendo-se aos seus militares, pela entrega, dedicação e sacrifício à causa pública, a circunstância de os timorenses viverem hoje em paz e segurança.»
«Permita-me, senhor primeiro-ministro, apresentar as minhas sentidas condolências por este trágico acontecimento, solicitando que estas sejam igualmente endereçadas à família do sargento-ajudante Hermenegildo Marques, que deu a vida ao serviço de Timor-Leste, bem como ao comando da Guarda Nacional Republicana», finaliza a carta de Xanana Gusmão, divulgada à Lusa pelo seu gabinete.
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