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Miguel Marujo-FÁTIMA MISSIONÁRIA-11-06-2010
O diálogo é a chave para pôr fim à violência doméstica ou sexual que aflige o país. Mulheres têm acesso limitado à justiça
Há necessidade de diálogo para pôr fim à violência baseada no género em Timor-Leste, sublinhou uma enviada das Nações Unidas no país do Sudeste asiático. Ontem, Ameerah Haq visitou Covalima, um distrito no sudoeste do país, onde visitou uma casa-abrigo para mulheres que têm sido alvos de violência doméstica ou sexual.
Participando num evento denominado Dia Aberto de Diálogo, Haq visitou a cidade de Salele, onde grupos religiosos, organizações não-governamentais e a polícia identificam altos níveis de violência baseada no género, incluindo prostituição infantil e violência doméstica contra mulheres e crianças.
Aí em Salele, Ameerah Haq foi informada de que que as mulheres têm acesso limitado à justiça, segundo Amélia de Jesus Amaral, oficial da Polícia Nacional de Timor-Leste, que lidera a Unidade de Pessoas Vulneráveis.
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Miguel Marujo-FÁTIMA MISSIONÁRIA-11-06-2010
O diálogo é a chave para pôr fim à violência doméstica ou sexual que aflige o país. Mulheres têm acesso limitado à justiça
Há necessidade de diálogo para pôr fim à violência baseada no género em Timor-Leste, sublinhou uma enviada das Nações Unidas no país do Sudeste asiático. Ontem, Ameerah Haq visitou Covalima, um distrito no sudoeste do país, onde visitou uma casa-abrigo para mulheres que têm sido alvos de violência doméstica ou sexual.
Participando num evento denominado Dia Aberto de Diálogo, Haq visitou a cidade de Salele, onde grupos religiosos, organizações não-governamentais e a polícia identificam altos níveis de violência baseada no género, incluindo prostituição infantil e violência doméstica contra mulheres e crianças.
Aí em Salele, Ameerah Haq foi informada de que que as mulheres têm acesso limitado à justiça, segundo Amélia de Jesus Amaral, oficial da Polícia Nacional de Timor-Leste, que lidera a Unidade de Pessoas Vulneráveis.
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