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IOL- Redacção/CP
Ministra da Educação diz que há vontade de melhorar o ensino da língua
A ministra da Educação disse ter constatado que «há vontade de progresso», tanto de professores como das autoridades timorenses, para um ensino «mais eficiente e de qualidade» da Língua Portuguesa, escreve a Lusa.
Isabel Alçada, que termina no sábado uma visita oficial a Timor-Leste, disse ter encontrado «enorme receptividade» nas várias escolas que visitou.
«As pessoas querem aprender e os professores querem ensinar bem. Há vontade de ir mais longe e de trabalhar em conjunto para que as línguas (oficiais) sejam uma realidade e que as crianças aprendam a ler e a escrever», disse a ministra.
Questionada sobre a consolidação do Português em Timor-Leste, país onde grande parte da população, sobretudo jovens, usa ainda como língua o indonésio devido aos anos de ocupação, Isabel Alçada realçou o papel primordial da escola, para a generalização das duas línguas nacionais, o Tétum e o Português.
«Em primeiro lugar, começando muito cedo na escola, lendo livros em português. A escola é essencial para o desenvolvimento da língua. As línguas oficiais desenvolvem-se essencialmente a partir do ensino da escola, do trabalho dos professores e do convívio das pessoas que falam essa língua», referiu.
«Quanto mais a escola investir na Língua Portuguesa, mais os timorenses dominarão completamente a língua e é uma riqueza enorme partilhar uma mesma língua entre 250 milhões de pessoas em todos os continentes do mundo», disse a ministra.
«Quando as pessoas começam na infância a aprender bem e a desenvolverem-se, desenvolvem o país», completou.
No que respeita à realidade encontrada em Timor-Leste, a ministra portuguesa da Educação sublinhou que há um caminho conjunto que tem de ser percorrido com as autoridades timorenses.
«O meu balanço é que estamos a fazer um caminho e Portugal e Timor estão unidos nesse caminho de levar às crianças um ensino mais eficiente e de qualidade, onde as pessoas possam encontrar o seu desenvolvimento», referiu Isabel Alçada.
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Ministra da Educação diz que há vontade de melhorar o ensino da língua
A ministra da Educação disse ter constatado que «há vontade de progresso», tanto de professores como das autoridades timorenses, para um ensino «mais eficiente e de qualidade» da Língua Portuguesa, escreve a Lusa.
Isabel Alçada, que termina no sábado uma visita oficial a Timor-Leste, disse ter encontrado «enorme receptividade» nas várias escolas que visitou.
«As pessoas querem aprender e os professores querem ensinar bem. Há vontade de ir mais longe e de trabalhar em conjunto para que as línguas (oficiais) sejam uma realidade e que as crianças aprendam a ler e a escrever», disse a ministra.
Questionada sobre a consolidação do Português em Timor-Leste, país onde grande parte da população, sobretudo jovens, usa ainda como língua o indonésio devido aos anos de ocupação, Isabel Alçada realçou o papel primordial da escola, para a generalização das duas línguas nacionais, o Tétum e o Português.
«Em primeiro lugar, começando muito cedo na escola, lendo livros em português. A escola é essencial para o desenvolvimento da língua. As línguas oficiais desenvolvem-se essencialmente a partir do ensino da escola, do trabalho dos professores e do convívio das pessoas que falam essa língua», referiu.
«Quanto mais a escola investir na Língua Portuguesa, mais os timorenses dominarão completamente a língua e é uma riqueza enorme partilhar uma mesma língua entre 250 milhões de pessoas em todos os continentes do mundo», disse a ministra.
«Quando as pessoas começam na infância a aprender bem e a desenvolverem-se, desenvolvem o país», completou.
No que respeita à realidade encontrada em Timor-Leste, a ministra portuguesa da Educação sublinhou que há um caminho conjunto que tem de ser percorrido com as autoridades timorenses.
«O meu balanço é que estamos a fazer um caminho e Portugal e Timor estão unidos nesse caminho de levar às crianças um ensino mais eficiente e de qualidade, onde as pessoas possam encontrar o seu desenvolvimento», referiu Isabel Alçada.
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