.
Por JORGE HEITOR-PÚBLICO-01.06.2010
O Governo de Timor-Leste reafirmou hoje que um gasoduto entre o campo de gás natural Greater Sunrise e Timor-Leste “é o único caminho para a transformação destes recursos soberanos em moeda”.
“A distribuição equitativa dos benefícios” do Mar de Timor entre as autoridades de Camberra e as de Díli “é um imperativo incontornável num desenvolvimento conjunto”, disse o Conselho de Ministros timorense.
A petrolífera australiana Woodside e os seus parceiros só poderão participar na exploração daquele campo (a 170km de Timor-Leste e a 450 da cidade de Darwin) se aceitarem os princípios fundamentais do relacionamento entre as duas partes, sublinhou o Governo timorense.
A actividade extractiva no Mar de Timor, bem como o processamento do petróleo ou do gás nele existente, deverá servir tanto Timor-Leste como a Austrália, afirmou o porta-voz governamental Ágio Pereira.
A construção de um gasoduto entre o Greater Sunrise e o território terrestre timorense teria, aos olhos de Díli, o poder de transformar o jovem país, independente desde Maio de 2002. Mas a Woodside tem defendido uma plataforma flutuante de processamento de gás natural em gás liquefeito.
“Timor-Leste, um país pobre e altamente dependente das suas receitas petrolíferas, mais do que qualquer outro, não pode aceitar” o nível de incerteza e de risco que vê numa plataforma flutuante, disse Ágio Pereira, o poderoso secretário de estado do Conselho de Ministros.
“Os timorenses estão unidos numa visão clara, que se traduz numa estratégia nacional que irá garantir ao nosso país o desenvolvimento sustentável e competitivo, para benefício, também, das gerações futuras”, concluiu o porta-voz governamental, em comunicado de imprensa.
Alguns grupos de activistas entendem que a maior parte, se não mesmo todo, o campo petrolífero Greater Sunrise pertenceria a Timor-Leste se acaso se tivessem estabelecido fronteiras marítimas permanentes de acordo com os princípios do Direito Internacional.
Ao abrigo dos diferentes tratados bilaterais assinados entre 2002 e 2006, 50 por cento das receitas do Greater Sunrise cabem a Timor-Leste, que criou em Agosto de 2008 uma Autoridade Nacional do Petróleo (ANP), para gerir e regulamentar todas as actividades nesse domínio.
.

Por JORGE HEITOR-PÚBLICO-01.06.2010
O Governo de Timor-Leste reafirmou hoje que um gasoduto entre o campo de gás natural Greater Sunrise e Timor-Leste “é o único caminho para a transformação destes recursos soberanos em moeda”.
“A distribuição equitativa dos benefícios” do Mar de Timor entre as autoridades de Camberra e as de Díli “é um imperativo incontornável num desenvolvimento conjunto”, disse o Conselho de Ministros timorense.
A petrolífera australiana Woodside e os seus parceiros só poderão participar na exploração daquele campo (a 170km de Timor-Leste e a 450 da cidade de Darwin) se aceitarem os princípios fundamentais do relacionamento entre as duas partes, sublinhou o Governo timorense.
A actividade extractiva no Mar de Timor, bem como o processamento do petróleo ou do gás nele existente, deverá servir tanto Timor-Leste como a Austrália, afirmou o porta-voz governamental Ágio Pereira.
A construção de um gasoduto entre o Greater Sunrise e o território terrestre timorense teria, aos olhos de Díli, o poder de transformar o jovem país, independente desde Maio de 2002. Mas a Woodside tem defendido uma plataforma flutuante de processamento de gás natural em gás liquefeito.
“Timor-Leste, um país pobre e altamente dependente das suas receitas petrolíferas, mais do que qualquer outro, não pode aceitar” o nível de incerteza e de risco que vê numa plataforma flutuante, disse Ágio Pereira, o poderoso secretário de estado do Conselho de Ministros.
“Os timorenses estão unidos numa visão clara, que se traduz numa estratégia nacional que irá garantir ao nosso país o desenvolvimento sustentável e competitivo, para benefício, também, das gerações futuras”, concluiu o porta-voz governamental, em comunicado de imprensa.
Alguns grupos de activistas entendem que a maior parte, se não mesmo todo, o campo petrolífero Greater Sunrise pertenceria a Timor-Leste se acaso se tivessem estabelecido fronteiras marítimas permanentes de acordo com os princípios do Direito Internacional.
Ao abrigo dos diferentes tratados bilaterais assinados entre 2002 e 2006, 50 por cento das receitas do Greater Sunrise cabem a Timor-Leste, que criou em Agosto de 2008 uma Autoridade Nacional do Petróleo (ANP), para gerir e regulamentar todas as actividades nesse domínio.
.

0 comentários:
Enviar um comentário