.
TPN/LUSA- 26/6/2010- Tradução de ROSÁRIO PEDRUCO
Portugal defendeu esta semana a continuação da missão da ONU em Timor Leste até que o recém-independente país assegure de forma "robusta e madura" as instituições, de acordo com o chefe do Parlamento da Comissão de Relações Exteriores.
"A questão da velocidade (para acabar com o compromisso das Nações Unidas) não é relevante", disse à Agência de Notícias Lusa, José Ribeiro e Castro, na segunda-feira, após conversações com a enviada especial do secretário-geral da ONU para Díli, Ameerah Haq.
"A nossa posição é que a missão da ONU em Timor Leste deverá permanecer no local durante o tempo necessário para consolidar as instituições timorenses, nomeadamente nas áreas sensíveis de segurança e policiamento", disse o parlamentar.
A missão, que inclui os contingentes da polícia portuguesa, está programada para terminar no final de 2012.
Ameerah Haq da ONU elogiou a contribuição de Portugal para a missão, observando que os próximos dois anos e meio serão "extremamente importantes para as autoridades de Timor Leste".
.

TPN/LUSA- 26/6/2010- Tradução de ROSÁRIO PEDRUCO
Portugal defendeu esta semana a continuação da missão da ONU em Timor Leste até que o recém-independente país assegure de forma "robusta e madura" as instituições, de acordo com o chefe do Parlamento da Comissão de Relações Exteriores.
"A questão da velocidade (para acabar com o compromisso das Nações Unidas) não é relevante", disse à Agência de Notícias Lusa, José Ribeiro e Castro, na segunda-feira, após conversações com a enviada especial do secretário-geral da ONU para Díli, Ameerah Haq.
"A nossa posição é que a missão da ONU em Timor Leste deverá permanecer no local durante o tempo necessário para consolidar as instituições timorenses, nomeadamente nas áreas sensíveis de segurança e policiamento", disse o parlamentar.
A missão, que inclui os contingentes da polícia portuguesa, está programada para terminar no final de 2012.
Ameerah Haq da ONU elogiou a contribuição de Portugal para a missão, observando que os próximos dois anos e meio serão "extremamente importantes para as autoridades de Timor Leste".
.

0 comentários:
Enviar um comentário