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Notícias Lusófonas-4-Jun-2010
O presidente da petrolífera Woodside, Don Voelte, afirmou que o processamento de gás natural em Timor-Leste custaria mais cinco mil milhões de dólares do que a opção da empresa por uma plataforma flutuante, noticia hoje a imprensa australiana.
O presidente da petrolífera que lidera o consórcio para explorar o gás natural do campo “Greater Sunrise”, garantiu, segundo a imprensa australiana, que a alternativa de processar o gás em Timor, como exige o governo de Timor-Leste, foi “exaustivamente estudada”, mas apresenta “riscos técnicos” e tem um maior custo de capital do que a plataforma flutuante.
"Descobrimos que não havia nenhum impedimento de ordem técnica para que o processamento do gás fosse feito em Timor-Leste. No entanto, tem maior custo de capital, cerca de cinco mil milhões de dólares, em comparação com a plataforma flutuante, e apresenta riscos técnicos", disse Don Voelte numa conferência sobre recursos, em Sidney.
O presidente da Woodside Petroleum adiantou que o desenvolvimento da exploração das jazidas de gás do “Greater Sunrise” através de uma plataforma flutuante implica um investimento de 11 mil milhões de dólares, mas, mesmo assim, defende ser a opção comercialmente mais rentável.
“A opção pela plataforma flutuante de GNL é a que tem maior robustez económica, maximiza a receita total para a Austrália e Timor-Leste e o retorno para o consórcio do Sunrise”, declarou.
Segundo os cálculos apresentados pelo presidente da Woodside, Timor-Leste ganhará cerca de 13 mil milhões de dólares americanos com o desenvolvimento do projecto “Sunrise”, enquanto a Austrália, em cujas águas estão 82 por cento do gás a extrair, caberão 19 mil milhões, ao longo do tempo de vida do projecto.
A Woodside anunciou a escolha da construção de uma plataforma flutuante para processar o gás natural extraído do campo "Sunrise", no Mar de Timor, em detrimento de o fazer em Timor-Leste, encaminhando-o por um gasoduto.
O Governo de Timor-Leste reagiu prontamente ao anúncio, afirmando que não dá o seu aval a essa solução, “agora e no futuro”, e lembrou que o processo terá de ser aprovado pelos governos de Timor e da Austrália, de acordo com o Tratado Petrolífero que rege o campo “Greater Sunrise”.
A tentativa da Woodside para entregar à Autoridade Nacional de Petróleo o respectivo estudo esbarrou na intransigência timorense, que se recusou a recebê-lo por não estarem contempladas alternativas à plataforma flutuante.

Notícias Lusófonas-4-Jun-2010
O presidente da petrolífera Woodside, Don Voelte, afirmou que o processamento de gás natural em Timor-Leste custaria mais cinco mil milhões de dólares do que a opção da empresa por uma plataforma flutuante, noticia hoje a imprensa australiana.
O presidente da petrolífera que lidera o consórcio para explorar o gás natural do campo “Greater Sunrise”, garantiu, segundo a imprensa australiana, que a alternativa de processar o gás em Timor, como exige o governo de Timor-Leste, foi “exaustivamente estudada”, mas apresenta “riscos técnicos” e tem um maior custo de capital do que a plataforma flutuante.
"Descobrimos que não havia nenhum impedimento de ordem técnica para que o processamento do gás fosse feito em Timor-Leste. No entanto, tem maior custo de capital, cerca de cinco mil milhões de dólares, em comparação com a plataforma flutuante, e apresenta riscos técnicos", disse Don Voelte numa conferência sobre recursos, em Sidney.
O presidente da Woodside Petroleum adiantou que o desenvolvimento da exploração das jazidas de gás do “Greater Sunrise” através de uma plataforma flutuante implica um investimento de 11 mil milhões de dólares, mas, mesmo assim, defende ser a opção comercialmente mais rentável.
“A opção pela plataforma flutuante de GNL é a que tem maior robustez económica, maximiza a receita total para a Austrália e Timor-Leste e o retorno para o consórcio do Sunrise”, declarou.
Segundo os cálculos apresentados pelo presidente da Woodside, Timor-Leste ganhará cerca de 13 mil milhões de dólares americanos com o desenvolvimento do projecto “Sunrise”, enquanto a Austrália, em cujas águas estão 82 por cento do gás a extrair, caberão 19 mil milhões, ao longo do tempo de vida do projecto.
A Woodside anunciou a escolha da construção de uma plataforma flutuante para processar o gás natural extraído do campo "Sunrise", no Mar de Timor, em detrimento de o fazer em Timor-Leste, encaminhando-o por um gasoduto.
O Governo de Timor-Leste reagiu prontamente ao anúncio, afirmando que não dá o seu aval a essa solução, “agora e no futuro”, e lembrou que o processo terá de ser aprovado pelos governos de Timor e da Austrália, de acordo com o Tratado Petrolífero que rege o campo “Greater Sunrise”.
A tentativa da Woodside para entregar à Autoridade Nacional de Petróleo o respectivo estudo esbarrou na intransigência timorense, que se recusou a recebê-lo por não estarem contempladas alternativas à plataforma flutuante.
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