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DN PORTUGAL -Por David Dinis
A queda de uma viatura da GNR, na zona de Manatuto, em Timor- -Leste, resultou na morte de um português, militar da GNR, tendo outro ficado ferido. Contas feitas desde 1996, esta é a 13.ª vítima, entre as Forças Armadas nacionais, em teatros de operações fora de portas. Cerca de metade resultaram de acidentes.
Ontem, a vítima foi o sargento--ajudante Hermenegildo Marques. A viatura da GNR em que seguia "não conseguiu descrever uma curva à direita bastante apertada e em zona escarpa e caiu a uma ravina". O acidente ocorreu quando uma equipa de inactivação de explosivos do Subagrupamento Bravo da GNR se dirigia de Díli a Viqueque, "onde havia sido encontrado um explosivo, que iriam neutralizar", anunciou o comandante Marco Santos.
Esta foi a primeira morte de um militar da GNR desde que a Guarda Nacional Republicana iniciou a sua participação em Timor-Leste, em 1999, que se junta a mais quatro de outras de forças militares em Timor. Desde há 15 anos, houve outras duas no Afeganistão e seis na Bósnia-Herzegovina.
O registo das Forças Armadas mostra, porém, que nem todas estas mortes estiveram directamente relacionadas com trabalhos das missões. Dois dos militares portugueses morreram, aliás, por motivos de saúde - caso do soldado que caiu inanimado, na Bósnia, após uma corrida de 12 minutos (Teste de Cooper).
Cinco outros militares perderam a vida devido a acidentes - dentro ou fora das missões: dois num acidente com uma Chaimite, um por acidente com uma máquina empilhadora, outro no capotamento da viatura onde seguia e outro ainda afogado. com
Lusa
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DN PORTUGAL -Por David Dinis
A queda de uma viatura da GNR, na zona de Manatuto, em Timor- -Leste, resultou na morte de um português, militar da GNR, tendo outro ficado ferido. Contas feitas desde 1996, esta é a 13.ª vítima, entre as Forças Armadas nacionais, em teatros de operações fora de portas. Cerca de metade resultaram de acidentes.
Ontem, a vítima foi o sargento--ajudante Hermenegildo Marques. A viatura da GNR em que seguia "não conseguiu descrever uma curva à direita bastante apertada e em zona escarpa e caiu a uma ravina". O acidente ocorreu quando uma equipa de inactivação de explosivos do Subagrupamento Bravo da GNR se dirigia de Díli a Viqueque, "onde havia sido encontrado um explosivo, que iriam neutralizar", anunciou o comandante Marco Santos.
Esta foi a primeira morte de um militar da GNR desde que a Guarda Nacional Republicana iniciou a sua participação em Timor-Leste, em 1999, que se junta a mais quatro de outras de forças militares em Timor. Desde há 15 anos, houve outras duas no Afeganistão e seis na Bósnia-Herzegovina.
O registo das Forças Armadas mostra, porém, que nem todas estas mortes estiveram directamente relacionadas com trabalhos das missões. Dois dos militares portugueses morreram, aliás, por motivos de saúde - caso do soldado que caiu inanimado, na Bósnia, após uma corrida de 12 minutos (Teste de Cooper).
Cinco outros militares perderam a vida devido a acidentes - dentro ou fora das missões: dois num acidente com uma Chaimite, um por acidente com uma máquina empilhadora, outro no capotamento da viatura onde seguia e outro ainda afogado. com
Lusa
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