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NOTÍCIAS LUSÓFONAS-12-May-2010
O Governo timorense “defenderá o interesse nacional seja perante quem for”, garantiu hoje o secretário de Estado dos Recursos Naturais, numa alusão ao diferendo com a companhia australiana Woodside sobre exploração de gás.
Alfredo Pires falava à Lusa à saída de uma audiência parlamentar de cinco horas, onde explicou à Comissão Parlamentar de Economia e Finanças os últimos desenvolvimentos do processo relativo à exploração de gás no campo Greater Sunrise.
“A Woodside é uma companhia como qualquer outra e tem de obedecer às disposições da Autoridade Nacional do Petróleo”, sublinhou.
“O Governo de Timor-Leste continua com esse processo e espera para ver o que vai dar, com a certeza de que respeita todos os tratados e contratos que existem e os respectivos processos. Não vamos fazer nada fora dos mecanismos que estão estabelecidos”, esclareceu.
Alfredo Pires referia-se ao anúncio feito por aquela companhia australiana da opção por uma plataforma flutuante para processar o gás do campo Greater Sunrise, em detrimento de um pipeline para Timor-Leste, como pretendem as autoridades timorenses, que já comunicaram que não aceitam a escolha.
“Estamos a falar de assuntos técnicos sérios, sobre os quais a Woodside precisa de fornecer informações em detalhe à Autoridade Nacional de Petróleo”, disse.
Segundo o secretário de Estado dos Recursos Naturais, o presidente da Autoridade Nacional do Petróleo que o acompanhou na audiência parlamentar, teve oportunidade de descrever aos deputados “as questões a que a Woodside não tem dado resposta até hoje, os problemas que ainda não foram resolvidos e porque é que vai ser difícil para a Autoridade Nacional do Petróleo receber a opção que a Woodside fez”.
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NOTÍCIAS LUSÓFONAS-12-May-2010
O Governo timorense “defenderá o interesse nacional seja perante quem for”, garantiu hoje o secretário de Estado dos Recursos Naturais, numa alusão ao diferendo com a companhia australiana Woodside sobre exploração de gás.
Alfredo Pires falava à Lusa à saída de uma audiência parlamentar de cinco horas, onde explicou à Comissão Parlamentar de Economia e Finanças os últimos desenvolvimentos do processo relativo à exploração de gás no campo Greater Sunrise.
“A Woodside é uma companhia como qualquer outra e tem de obedecer às disposições da Autoridade Nacional do Petróleo”, sublinhou.
“O Governo de Timor-Leste continua com esse processo e espera para ver o que vai dar, com a certeza de que respeita todos os tratados e contratos que existem e os respectivos processos. Não vamos fazer nada fora dos mecanismos que estão estabelecidos”, esclareceu.
Alfredo Pires referia-se ao anúncio feito por aquela companhia australiana da opção por uma plataforma flutuante para processar o gás do campo Greater Sunrise, em detrimento de um pipeline para Timor-Leste, como pretendem as autoridades timorenses, que já comunicaram que não aceitam a escolha.
“Estamos a falar de assuntos técnicos sérios, sobre os quais a Woodside precisa de fornecer informações em detalhe à Autoridade Nacional de Petróleo”, disse.
Segundo o secretário de Estado dos Recursos Naturais, o presidente da Autoridade Nacional do Petróleo que o acompanhou na audiência parlamentar, teve oportunidade de descrever aos deputados “as questões a que a Woodside não tem dado resposta até hoje, os problemas que ainda não foram resolvidos e porque é que vai ser difícil para a Autoridade Nacional do Petróleo receber a opção que a Woodside fez”.
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