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MACAUHUB-2010-05-12
Díli, Timor-Leste, 12 Mai - O mercado de telecomunicações de Timor-Leste vai ser liberalizado até ao final do ano ou no início de 2011, afirmou terça-feira em Díli o vice-primeiro-ministro timorense.
José Luís Guterres adiantou haver um consenso no seio do Conselho de Ministros sobre o assunto, depois de há já algum tempo ter sido definido o objectivo de liberalização das telecomunicações.
"Agora precisamos de aprovar leis específicas para regular a entrada de outros operadores e há já pelo menos duas empresas que se mostraram interessadas: a irlandesa Digicel e a indonésia Telecomcel", informou.
José Luís Guterres garantiu que o governo tem mantido informada a Timor Telecom sobre os passos que vai dar, tendo em consideração que o principal acionista, a Portugal Telecom, arriscou investir num momento difícil de incerteza.
O administrador-delegado da Timor Telecom, Manuel Amaro, recordou entretanto que a empresa que dirige detém a exclusividade da rede fixa e móvel até 2017, pelo contrato de concessão assinado com o Estado timorense.
A Portugal Telecom (76,14 por cento), a Fundação Oriente(5,96 por cento) e a Fundação São José/Diocese de Baucau (17,90 por cento) repartem entre si o capital da Telecomunicações Públicas de Timor (TPT), que detém o controlo acionista da Timor Telecom (TT).
Na Timor Telecom o capital é repartido entre a TPT (54,01 por cento), Vodatel (16,90 por cento), Estado timorense (20,59 por cento), Júlio Alfaro e Óscar Lima, empresários timorenses (4,25 pode cento cada um).
O actual contrato de concessão, até 2015, foi assinado em 2002, após a realização de concurso público internacional no ano anterior, tendo a Timor Telecom iniciado a actividade em Março de 2003. (macauhub)
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MACAUHUB-2010-05-12
Díli, Timor-Leste, 12 Mai - O mercado de telecomunicações de Timor-Leste vai ser liberalizado até ao final do ano ou no início de 2011, afirmou terça-feira em Díli o vice-primeiro-ministro timorense.
José Luís Guterres adiantou haver um consenso no seio do Conselho de Ministros sobre o assunto, depois de há já algum tempo ter sido definido o objectivo de liberalização das telecomunicações.
"Agora precisamos de aprovar leis específicas para regular a entrada de outros operadores e há já pelo menos duas empresas que se mostraram interessadas: a irlandesa Digicel e a indonésia Telecomcel", informou.
José Luís Guterres garantiu que o governo tem mantido informada a Timor Telecom sobre os passos que vai dar, tendo em consideração que o principal acionista, a Portugal Telecom, arriscou investir num momento difícil de incerteza.
O administrador-delegado da Timor Telecom, Manuel Amaro, recordou entretanto que a empresa que dirige detém a exclusividade da rede fixa e móvel até 2017, pelo contrato de concessão assinado com o Estado timorense.
A Portugal Telecom (76,14 por cento), a Fundação Oriente(5,96 por cento) e a Fundação São José/Diocese de Baucau (17,90 por cento) repartem entre si o capital da Telecomunicações Públicas de Timor (TPT), que detém o controlo acionista da Timor Telecom (TT).
Na Timor Telecom o capital é repartido entre a TPT (54,01 por cento), Vodatel (16,90 por cento), Estado timorense (20,59 por cento), Júlio Alfaro e Óscar Lima, empresários timorenses (4,25 pode cento cada um).
O actual contrato de concessão, até 2015, foi assinado em 2002, após a realização de concurso público internacional no ano anterior, tendo a Timor Telecom iniciado a actividade em Março de 2003. (macauhub)
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