
Diário de Notícias – 11 de Abril de 2010
O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, incitou os países presentes na reunião dos "Estados frágeis" à união em torno de "desafios comuns" para ultrapassar a sua vulnerabilidade e a pobreza das populações.
Entre esses "desafios comuns", Xanana Gusmão destacou a necessidade de "rentabilizar as riquezas naturais [de cada um dos países] e diminuir a exploração das mesmas por terceiros" e a difusão dos "objectivos e marcos de referência para, de acordo com as realidades intrínsecas, alcançar o progresso ajustado às sociedades".
Para Xanana, que intervinha na sessão de abertura do encontro, em Díli, é também necessário "consciencializar os países desenvolvidos, o G8, das preocupações e necessidades [destes Estados] para assim garantir o [seu] próprio desenvolvimento".
"Através deste fórum [podemos] passar uma mensagem para a comunidade internacional de que, apesar de sermos Estados frágeis, não estamos sozinhos e vulneráveis, mas antes, pelo contrário, fortalecidos por ideais e objectivos comuns", defendeu Xanana Gusmão.
A reunião dos "Estados frágeis" ou, segundo a designação empregue pelos participantes, países "G7+", decorreu quinta-feira na capital timorense.
O "G7" integra Timor-Leste, Afeganistão, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Haiti, Costa do Marfim e Serra Leoa.
A reunião só contou com representantes do Congo e da Serra Leoa, embora tenha assinalado a presença adicional de representantes do Burundi, Chade, Sudão, Nepal e Ilhas Salomão.
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O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, incitou os países presentes na reunião dos "Estados frágeis" à união em torno de "desafios comuns" para ultrapassar a sua vulnerabilidade e a pobreza das populações.
Entre esses "desafios comuns", Xanana Gusmão destacou a necessidade de "rentabilizar as riquezas naturais [de cada um dos países] e diminuir a exploração das mesmas por terceiros" e a difusão dos "objectivos e marcos de referência para, de acordo com as realidades intrínsecas, alcançar o progresso ajustado às sociedades".
Para Xanana, que intervinha na sessão de abertura do encontro, em Díli, é também necessário "consciencializar os países desenvolvidos, o G8, das preocupações e necessidades [destes Estados] para assim garantir o [seu] próprio desenvolvimento".
"Através deste fórum [podemos] passar uma mensagem para a comunidade internacional de que, apesar de sermos Estados frágeis, não estamos sozinhos e vulneráveis, mas antes, pelo contrário, fortalecidos por ideais e objectivos comuns", defendeu Xanana Gusmão.
A reunião dos "Estados frágeis" ou, segundo a designação empregue pelos participantes, países "G7+", decorreu quinta-feira na capital timorense.
O "G7" integra Timor-Leste, Afeganistão, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Haiti, Costa do Marfim e Serra Leoa.
A reunião só contou com representantes do Congo e da Serra Leoa, embora tenha assinalado a presença adicional de representantes do Burundi, Chade, Sudão, Nepal e Ilhas Salomão.
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