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Correio do Minho – 1 de Abril de 2010
Um grupo de vinte investigadores da Universidade Nacional de Timor-Leste vai frequentar, no próximo ano lectivo, formação pós-graduada a nível dos 2.º e 3.º ciclos (mestrados e doutoramentos) em diversas escolas da Universidade do Minho.Esta formação resulta de um protocolo de colaboração entre a Universidade do Minho e a Universidade Nacional de Timor que tem como principal objectivo a formação de quadros superiores da universidade timorense.
Antes de iniciarem os seus estudos, os investigadores timorenses vão frequentar, durante 15 semanas, um Curso de Português Língua Não Materna, cuja sessão de apresentação decorreu ontem, na Sala de Actos do Instituto de Letras e Ciências Humanas.
Este é já o segundo grupo de investigadores que se desloca à academia minhota para
fazerem a formação pós-graduada, mas como explicou ao ‘Correio do Minho’ Tony Lavander, coordenador associado ao projecto, ao contrário do que aconteceu com os primeiros investigadores, este segundo grupo vai frequentar o curso de Português antes de avançarem para as suas áreas de investigação.
De acordo com a coordenadora do curso, Micaela Ramon, a frequência destas aulas permitirá a estes investigadores adquirirem competências linguísticas que facilitem a sua formação na pós--graduação e doutoramento.
A formação destes investiga-dores timorenses estende-se a várias áreas, desde a nanotecnologia, até às Línguas, passando pela Economia e Direito.
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Um grupo de vinte investigadores da Universidade Nacional de Timor-Leste vai frequentar, no próximo ano lectivo, formação pós-graduada a nível dos 2.º e 3.º ciclos (mestrados e doutoramentos) em diversas escolas da Universidade do Minho.Esta formação resulta de um protocolo de colaboração entre a Universidade do Minho e a Universidade Nacional de Timor que tem como principal objectivo a formação de quadros superiores da universidade timorense.
Antes de iniciarem os seus estudos, os investigadores timorenses vão frequentar, durante 15 semanas, um Curso de Português Língua Não Materna, cuja sessão de apresentação decorreu ontem, na Sala de Actos do Instituto de Letras e Ciências Humanas.
Este é já o segundo grupo de investigadores que se desloca à academia minhota para
fazerem a formação pós-graduada, mas como explicou ao ‘Correio do Minho’ Tony Lavander, coordenador associado ao projecto, ao contrário do que aconteceu com os primeiros investigadores, este segundo grupo vai frequentar o curso de Português antes de avançarem para as suas áreas de investigação.
De acordo com a coordenadora do curso, Micaela Ramon, a frequência destas aulas permitirá a estes investigadores adquirirem competências linguísticas que facilitem a sua formação na pós--graduação e doutoramento.
A formação destes investiga-dores timorenses estende-se a várias áreas, desde a nanotecnologia, até às Línguas, passando pela Economia e Direito.
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