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Lisboa, 09 mar (Lusa) - O Presidente de Timor-Leste "não se opõe" à criação de um tribunal internacional para julgar os crimes do conflito com a Indonésia, "apesar de ser pessoalmente contra", disse hoje à Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros daquele país.
De acordo com um comunicado divulgado hoje pela Amnistia Internacional, o chefe de Estado timorense, Ramos-Horta, apoiaria a criação de um tribunal penal internacional para julgar esses crimes, intenção manifestada àquela organização de defesa dos direitos humanos num encontro com o seu secretário geral na passada sexta feira.
Segundo a Amnistia Internacional, Ramos Horta teria criticado também a Organização das Nações Unidas (ONU) de "hipocrisia" por ter usado a posição "anti-tribunal" do Governo timorense como "pretexto" para não avançar com o tribunal.
Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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Lisboa, 09 mar (Lusa) - O Presidente de Timor-Leste "não se opõe" à criação de um tribunal internacional para julgar os crimes do conflito com a Indonésia, "apesar de ser pessoalmente contra", disse hoje à Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros daquele país.
De acordo com um comunicado divulgado hoje pela Amnistia Internacional, o chefe de Estado timorense, Ramos-Horta, apoiaria a criação de um tribunal penal internacional para julgar esses crimes, intenção manifestada àquela organização de defesa dos direitos humanos num encontro com o seu secretário geral na passada sexta feira.
Segundo a Amnistia Internacional, Ramos Horta teria criticado também a Organização das Nações Unidas (ONU) de "hipocrisia" por ter usado a posição "anti-tribunal" do Governo timorense como "pretexto" para não avançar com o tribunal.
Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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